quinta-feira, 28 de abril de 2016

O Ouriço e o jogo de cabra - cega

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Todos nós temos as nossas limitações, querido leitor, e o ouriço também tinha a sua. Você já pode imaginar qual era: aqueles terríveis espinhos, capazes de ferir qualquer um.
Bem, aconteceu que o jogo da Cabra-cega havia virado mania entre os alunos. Todos queriam brincar durante o recreio.
Pois certa vez em que estavam brincando, o castorzinho, que tinha os olhos vendados, teve o azar de tocar no ouriço e levou umas tremendas picadas de seus espinhos. Da pata do castorzinho corria muito sangue e o ouriço sentiu-se muito culpado.
- Já se vê que não posso participar da brincadeira! Disse, muito aborrecido.
Seus colegas não conseguiam consolá-lo e ele ficou fora. O jogo continuava. Agora era a vez do crocodilo Ter seus olhos vendados e ele, trapalhão como sempre, pisou num pedaço de vidro e fez um corte na pata esquerda. O pior é que ainda havia numerosos cacos de vidro encravados em sua pata.
Por mais que todos procurassem uma pinça para tentar retirá-los, não conseguiram encontrar. Foi então que o ouriço num momento de inspiração, arrancou dois espinhos e com eles fez uma ótima pinça.
Então, o crocodilo sugeriu que brincassem de outra coisa, porque fazia questão de que seu "médico" também participasse. Todos concordaram em inventar uma brincadeira em que o ouriço pudesse participar também. Bem que ele merecia.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fábula da Formiga e a liderança- autor desconhecido

 
Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e dava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.
Seu líder, o gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como sua supervisora.
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A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostrados nas reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a ficar perdida no meio de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu então que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
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O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais triste.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
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A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: “há muita gente nesta empresa”.
Foi então que o Líder marimbondo decidiu demitir a formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
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Documentário Dislexia