quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Oa animais e a peste


OS ANIMAIS E A PESTE

                     OS ANIMAIS E A PESTE
A situação era desesperadora. Surgiu uma peste que estava matando todos os animais da floresta. Para encontrar uma solução eles resolveram fazer uma assembléia extraordinária. 
O primeiro a falar foi o rei leão que disse: - Os deuses estão revoltados conosco. Um de nós deverá ser sacrificado para aplacar sua ira.  Como sou o mais forte e já fiz muitas vítimas para me alimentar, me ofereço para morrer por todos.
A platéia protestou: 
- Nada disso. Vossa majestade não deve morrer por nós. 
- Então morro eu - disse o tigre-, que também já matei tantos animais quanto há estrelas no céu. 
- Não - protestou a platéia -, um tigre tão valente como o senhor não pode morrer por nós. 
Diante disso o urso também se ofereceu: - Já vivi bastante, sou o mais velho de todos e não farei falta a ninguém. 
- Jamais permitiremos isso! Um urso com sua idade e sua força não pode morrer por nós. 
Foi então que um burro que estava no canto da sala pediu a palavra: Acho que quem deve morrer por vocês sou eu que comi a couve do quintal do padre. 
E a platéia bradou a uma só voz: - Perfeitamente! é você que deve morrer. 
Dessa forma o burro morreu por todos para acalmanr os ânimos dos deuses e trazer de volta a tranqüilidade para os habitantes da floresta. 
.
Moral da história: Aos poderosos tudo se desculpa, aos miseráveis nada se perdoa.
Nicéas Romeo Zanchett
http://gotasdeculturauniversal.blogspot.com.br
http://selecaodehistoriasinfantis.blogspot.com.br

Os burros e as cargas de sal e esponjas


OS BURROS E AS CARGAS DE SAL E ESPONJAS

         OS BURROS E AS CARGAS DE SAL E ESPONJAS
Um velho fazendeiro chamou seus dois burros para transportar duas cargas importantes. 
- Tenho aqui um saco de sal e cinco sacos de esponjas para serem levados até a cidade. Cada um deve pegar uma das cargas e por-se a caminho.
O primeiro burro, que se considerava o mais esperto, logo apoderou-se da carga de esponjas dizendo: - Eu leva esta carga que é cinco vezes maior que a outra. 
O segundo burro pegou a carga de sal que lhe sobrara e foi estrada a fora amaldiçoando seu companheiro cuja carga era infinitamente mais leve. 
Depois de muito caminharem chegaram às margens de um rio que deveriam atravessar. Entraram na água e ao sairem na outra margem do rio o sal havia derretido, mas as esponjas ficaram encharcadas e extremamente pesadas.

Moral da história: Muitas pessoas, que se consideram espertas, acabam sendo vítimas de suas próprias artimanhas.
Nicéas Romeo Zanchett
http://selecaodehistoriasinfantis.blogspot.com.br

Prêmio Viva Leitura 2012


Boa tarde, pessoal
A leitura é um hábito importante para o desenvolvimento da cultura de um país. Sabendo disso, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN)/MinC promove anualmente o Prêmio Vivaleitura cujo objetivo é estimular, fomentar e reconhecer os melhores projetos de incentivo à leitura em instituições públicas, privadas e comunitárias de todo o País. As inscrições para o Prêmio Vivaleitura 2012 vão até o dia 29 de setembro de 2012 e podem ser feitas gratuitamente pelo site - www.premiovivaleitura.org.br  - ou via postal, por carta registrada endereçada a Prêmio Vivaleitura/Fundação Biblioteca Nacional - Av. Rio Branco, 219 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - CEP 20040-008. Os trabalhos enviados pelo correio deverão estar acompanhados da ficha de inscrição disponível no site, devidamente preenchida.

Nesta edição, serão distribuídos R$ 540 mil em prêmios, a 18 projetos finalistas, sendo R$ 30 mil para cada um dos 06 vencedores das três categorias da premiação: “Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias”, “Escolas Públicas e Privadas” e “Sociedade”. A primeira é destinada às bibliotecas públicas, privadas e comunitárias sem ligação com instituições de ensino. Trabalhos realizados em colégios públicos e particulares, sob a responsabilidade de docentes, diretores, coordenadores e bibliotecários, concorrem na categoria Escolas Públicas e Privadas. Já a categoria Sociedade avalia projetos formais ou informais executados por bibliotecas ligadas a universidades, cidadãos vinculados a organizações não governamentais (ONGs) e instituições sociais. A cerimônia de premiação será realizada em dezembro.
Em seis edições, o Prêmio Vivaleiturajá recebeu mais de 13 mil iniciativas de incentivo à leitura. Em todos os anos, a comissão julgadora leva em conta a originalidade do trabalho, o impacto na construção da cidadania, os recursos utilizados, a pertinência e a abrangência da ação na comunidade, a duração e os resultados alcançados, entre outros critérios.
A iniciativa conta também com a organização do Ministério da Educação (MEC), do Ministério da Cultura (MinC) e da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação. A Fundação Santillana é uma das apoiadoras do Prêmio.
Participe!

Saiba mais


Confira também algumas orientações para participação:


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cerejeira-Dayse Brécia-texto e atividades



                                                 A   CEREJEIRA
                                                                          Dayse Bréscia

          Em tempos distantes, existiu uma cerejeira cujos frutos eram vermelhos como rubi  e doces como mel. Todos os anos ,quando estavam  bem maduros,os camponeses rindo e  cantando ,vinham saboreá-los.Com isso , a cerejeira  sentia-se feliz.
          Houve uma ano,porém, em que uma grande enchente impediu-os  de ir.Com os galhos ao peso das frutas  amadurecidas, a cerejeira cismava:
          _Que pena!logo agora que elas são tantas e tão lindas !
          Cansada de esperar,perguntou ao vento que perpassava por suas folhas:
          _Ah! Cerejeira,eles estão tristes,já não cantam mais.Só se preocupam com a reconstrução de suas casas...
          Desolada, a árvore indagou:
          _E minhas sementes ,ficarão perdidas?Quer ajudar-me a semeá-las?
          _ Mas,como, se elas estão bem dentro das cerejas ? Tudo que posso fazer é derrubar as frutas no chão...
          É preciso que as sementes sejam espalhadas pala redondeza,pois só assim brotarão novas sementes.
          -Vou refletir no melhor meio de ajudá-la.Amanhã voltarei.
          E o vento partiu deixando  a cerejeira mergulhada em profunda tristeza.
          Mas , no dia seguinte , estava de volta.
          Trazia com ele um bando de pássaros, de asas pretas  e bicos amarelos-os melros.
          Vendo a cerejeira pousaram alegres em seus galhos e comeram todos os seus  frutos.Depois ,em voos e revoadas ,espalharam as sementes por toda parte.
           Agradecida ao vento e encantada com a melodia dos pássaros, a velha árvore sentiu-se de novo feliz,por saber que suas sementes se transformariam em outras tantas árvores, com frutos vermelhos como rubi e doces como o mel.


                                                                    Atividades
1-Assinale a alternativa certa:
a)A cerejeira sentia-se feliz:
(  ) quando o vento perpassava em suas folhas.
(  ) quando chegava o outono e seus galhos enchiam -se de frutos.
(  )quando os camponeses vinham colher alegremente seus frutos.

b) Houve um ano em que os camponeses não vieram..Por quê?
(  ) Estavam preocupados com a colheita.
(  ) Não se interessaram mais pelos seus frutos.
(  )Uma inundação impediu os caminhos.
(  ) Entregaram-se ao trabalho de reparar suas casas.

c) A cerejeira preocupa-se com a ausência dos camponeses, porque:
(  )Vergava com o peso dos frutos.
(  )Queria mostrar as cerejas tantas e tão lindas.
(  )Não queria perder as sementes.

d) O que o vento fez para ajudar a cervejeira?
(  ) Balançou-a até que seus frutos caíssem no chão.
(  ) Contou aos camponeses a sua tristeza.
(  ) Trouxe os pássaros para espalharem as sementes.

e) A velha árvore sentiu-se novamente feliz:
(  ) Porque os melros, com seu canto, encheram-na de alegria.
(  )Por saber que suas sementes se transformariam em outras tantas árvores.
(  )Porque os camponeses vieram.

f)Esta história se passa:
(  ) em tempos que já vão longe.
(  ) em tempos atuais.
(  ) em outros tempos.

g) A expressão " Voos e revoadas" significa:
(  ) Os pássaros voavam e não voltavam.
(  )Os pássaros iam e vinham.
(  )Os pássaros voavam e pousavam.

2- Complete de acordo com a legenda abaixo:
+ Na parte do texto em que a cerejeira pensa consigo própria.
X Na parte do trecho que é em que é o diálogo entre a cerejeira e o vento.

3- Responda as questões abaixo:
a) Por que o vento não ajudou, ele mesmo, a semear as cerejas?
b) Como a autora explica "os melros"?
c) A autora compara as cerejas com_________________________.

4- Dê o derivado das palavras abaixo:
Cerejeira dá_______________________________________
Pereira dá___________________________________________.
Macieira dá__________________________________________.
Oliveira dá__________________________________________.
Parreira dá__________________________________________.
Nogueira dá_________________________________________.

5-Complete com o sufixo eza ou esa:
Triste_______________________
Camponês____________________
Redondo______________________
Macio_______________________
Holandês_____________________
Belo__________________________
Fraco_________________________
Português______________________
Puro___________________________

6-Troque a palavra destacada por uma do texto;
a) Com os galhos pendidos ao peso das frutas a cerejeira pensava.
                          (               )                                           (             )
b) A cerejeira perguntou ao vento que passava entre suas folhas.
                                                           (                     )
c) Triste a árvore perguntou.
 (          )              (               ).

7-Passe para o plural:
a) Ao nascer do sol, a cereja brilhava como um  Rubi.
_________________________________________________________________________

b)O melro de asa preta e bico amarelo espalhava a semente por toda parte.

8- Crie um diálogo  entre uma árvore nova e uma velha.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O cipreste que voltou a ser feliz


                            O CIPRESTE QUE VOLTOU A SER FELIZ

          Um velho cipreste vivia feliz no meio da mata,até que uma quaresmeira brotou ali perto  e, crescendo ,floresceu pela primeira vez.
          A velha   árvore enlevou-se com a beleza e o colorido das flores e não se cansava de olhar a graça com que a quaresmeira balançava seus ramos floridos.Acabou exclamando,entristecido:
          -Eu sou sempre igual e nenhuma flor colorida alegra meu verdor.
          Assim pensando,sentiu o peso dos anos vividos e seus galhos,até então erguidos orgulhosos para o céu decaíram sem vigor.
          As árvores vizinhas logo perceberam que passava com o cipreste  e comentavam entre si:
          Um pintassilgo andava à procura de um bom lugar para edificar o seu ninho  e sabendo da tristeza do cipreste meditou:
          - Vou fazer meu ninho entre seus ramos e quem sabe com 0os meus gorjeios ,conseguirei
trazer-lhe um pouco de alegria.
          Outras aves fizeram o mesmo: construíram seus ninhos  nos ramos ainda verdes do cipreste. O velho arbusto ,assim ,viu-se todo enfeitado de ninhos e avezinhas multicolores ; embevecido,ouvia seus doces trinados do nascer ao pôr do sol.
          Quando a quaresmeira voltou a florir ,o cipreste nem teve tempo de notar sua beleza ,
tão ocupado estava em fortalecer seus ramos para melhor proteger os ninhos de seus delicados inquilinos.
                   (Extraído de: Cenas Infantis -Isa  Ramos)


                                                      ATIVIDADES

1 -Em relação ao texto responda:
a) Quantos parágrafos tem o texto?
b)Faça uma +  no parágrafo que descreve o cenário onde se  passa a história.
c)Faça um círculo à frente do parágrafo que descreve a tristeza do cipreste.
d) Leia o parágrafo que se segue e assinale com uma + o melhor título para ele:
          "Vou fazer meu ninho entre seus ramos e quem sabe se com meus gorjeios,conseguirei
trazer-lhe um pouco de alegria."
(  )O pintassilgo esperto
(  ) A bondade do pintassilgo
(  ) O pintassilgo corajoso

2-Marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
(  ) O cipreste sentia-se infeliz porque não florescia.
(  )Só o pintassilgo construiu ali seu ninho.
(  )O cipreste deixou cair seu galhos sem vigor.
(  )Quando a quaresmeira voltou a florir , o cipreste continuou triste e desanimado.
(  ) o  velho cipreste fortaleceu seus ramos para abrigar os ninhos.

3- Em relação aos sentimentos do cipreste responda:
a) Quais sentimentos que o cipreste teve?
* Antes da quaresmeira Crescer:____________________________________________
*Quando viu a quaresmeira florida:__________________________________________
*Quando os pássaros cantavam em seus galhos:_________________________________
*Quando a quaresmeira voltou a florir:_______________________________________

4-Quais as características que o texto dá para:
- O Cipreste:____________________________________________________________
-a quaresmeira:__________________________________________________________

5- Por que o cipreste não teve tempo de notar a beleza da quaresmeira?
________________________________________________________________________

6-Pesquise em livros  ou Internet informações sobre a planta quaresmeira:

7-Assinale a resposta certa:
a)O que fez o cipreste sentir de novo a alegria de viver foi:
(  ) s beleza da quaresmeira.
(  ) O verdor dos seus galhos.
(  )O canto dos pássaros que se abrigavam em sua ramagem.
(  )a preocupação com os filhotes dos passarinhos.

b) O sentido da palavra decair é:
(  ) JOGAR   (  ) pender   (  ) baixar     (  ) suspender

c) Significado da palavra inquilino:
(  ) Colegas  (  )companheiros    (  ) moradores

f)Significado da expressão sem vigor:
(  ) Com força            (  ) desanimado

g)Significado de edificar o ninho:
(  ) enfraquecer           (  ) quebrar        (  ) fortificar

h)A expressão "todo seu vergor" significa que:
(  ) o cipreste era florido
(  ) o cipreste só tinha flores
(  ) o cipreste estava novo e  viçoso.

8- Complete com  a concordância  certa:
a) As aves    _________________________ seus ninhos nos galhos do cipreste.
(Construiu-  construíram-  construir)

b)A passarada________________________o velho arbusto de penas coloridas .
(enfeitou    - enfeitaram-    enfeita  )

c) O cipreste e a quaresmeira________________duas belas árvores.
( era- é- eram)

9- Faça um círculo ,a sílaba tônica das palavras proparoxítonas:
árvore    - até  - pássaros  - cipreste  - água- multicores - pálida

10- Leia as frases abaixo e faça um desenho de quem pratica a ação:
a) A quaresmeira florescia na mata.




b)    Os pássaros fizeram seus ninhos nos galhos do velho cipreste.





c) O velho cipreste cresceu, orgulhoso ,no coração da mata.








A Europa nós fez de Sub-raça- letra boa para trabalhar em aulas de história


A Europa nos fez de sub-raça e a América do Norte escravizou (Os Nonatos)

 
53 exibições 
    

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Experiências com sucatas publicado no Blog Pedagogia ao pé da letra


Boa parte das caixas de papelão, papéis, potes plásticos e garrafas descartáveis que encheriam lixos de bares e escritórios de Curvelo, a 164 km de Belo Horizonte, a capital mineira, tem um outro destino: o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento. Ali, estudantes e professores participam do projeto Bornal de Jogos: Brincando Também se Ensina, em que transformam esse material em mais de 100 jogos educativos.
Os brinquedos facilitam a alfabetização, treinam cálculos matemáticos, desenvolvem o raciocínio e ajudam crianças e adolescentes a absorver com prazer os conteúdos escolares. “As crianças aprendem a aproveitar essa sucata, recurso importante numa região pobre como a nossa, enquanto desenvolvem sua criatividade”, afirma Silmara Soares, responsável pelo Bornal.
A seguir, apresentamos três de seus jogos: o Abre a Carta, o Pif de Palavras e a Torre de Hanói. “Eles podem ser adaptados de acordo com o objetivo de cada professor”, ensina Silmara. Peça à turma para trazer o material e retribua o esforço com aulas mais divertidas.
Matemática
Abre a carta
Indicado para turmas de pré-escola e 1a série, este jogo ajuda os alunos a compreender o que são conjuntos, a identificar figuras geométricas e cores e a aprender a seqüência dos números de 1 a 7. Se sua turma estiver mais adiantada, você pode aumentar o grau de dificuldade do jogo, estendendo o número de cartas até 10, por exemplo.
Material e modo de fazer
Separe papelão, papel branco, cola, fita adesiva, giz de cera, tesoura, lápis, régua e duas garrafas plásticas. Risque 36 retângulos de 4,5 por 3 cm no papel, cole-o no papelão e recorte-o para fazer as cartas. Em quatro delas, desenhe caveiras.
Divida as demais em quatro conjuntos. Cada um deve ter oito cartas, a seqüência de 1 a 7 e um palhaço, e ser identificado por uma cor e uma figura geométrica diferentes. As cartas azuis têm triângulos representando seu número e as verdes, retângulos, por exemplo (ao lado). Faça a embalagem com os fundos das garrafas. Guarde ali as cartas e uma folha com as regras ao lado. Prenda o nome do jogo por fora do pote com fita adesiva.
Regras do jogo
O número de crianças que participam deste jogo é livre. Porém, enquanto uma joga as outras fazem papel de juiz. O jogador embaralha as cartas e as organiza em quatro fileiras horizontais e oito colunas. As quatro restantes são colocadas num monte à parte. Para começar, o jogador compra uma dessas cartas e observa seu número. Se for um 3 azul, como em nosso exemplo (foto A), ele retira a terceira carta da primeira fileira e coloca a carta comprada no lugar. A que deu lugar ao 3, no nosso caso um 6 verde (foto B), deve ser colocada na sexta coluna da segunda fileira. No decorrer do jogo, as cartas vão, uma a uma, sendo trocadas de lugar de modo que os números fiquem na seqüência correta e cada fileira de uma cor. A cor atribuída a cada fileira é aleatória. O palhaço ocupa a última casa, sempre obedecendo a cor da fileira. Essa carta tem a função de lembrar às crianças que os números são infinitos. As caveiras, conforme são viradas pelo jogador, devem ser deixadas de lado e substituídas pelas cartas do monte. Ganha o jogo quem conseguir virar mais cartas até que apareçam as quatro caveiras (foto C).

Alfabetização
Pif de palavras
Os alunos em fase de alfabetização vão adorar este jogo em que o objetivo é montar palavras usando cartinhas com letras. Fique de olho enquanto as crianças jogam, mas não corrija eventuais trocas de letras. O melhor é deixar os próprios alunos dizerem aos colegas que eles escreveram uma palavra errada. Depois de algum tempo, se ninguém tiver percebido, mostre a grafia correta.
Material e modo de fazer
Papelão, papel branco e colorido, uma lata, giz de cera, lápis, régua, tesoura e cola são o materiais de que você vai precisar. Desenhe no papel branco 112 quadros de 3,5 por 3,5 cm. Neles, escreva quatro alfabetos completos, incluindo k, y e w. Faça ainda oito curingas, que podem ser usados no lugar de qualquer vogal. Esse número de cartas é ideal para três jogadores. Pinte as cartas com giz de cera, cole a folha no papelão e recorte. Escreva as regras ao lado num papel e guarde-o junto com as cartas na lata, enfeitada com papel colorido picado.
Regras do jogo
Para começar, as cartas devem ser viradas com a face para baixo e embaralhadas. Cada criança compra onze cartas e as demais ficam no monte. Vence quem primeiro formar três palavras usando as onze letras. Não importa o número de letras de cada palavra. Podem ser, como no exemplo acima, duas palavras com quatro e uma com três. Uma mesma carta não pode ser usada em duas palavras. A cada rodada, o jogador compra uma carta no monte. Se a letra se encaixar na palavra que está montando, a criança fica com ela e joga na mesa uma outra que tem em mãos mas que não lhe serve (à esquerda). O próximo jogador pode pegar a letra descartada ou arriscar outra do monte. Caso o monte acabe antes que algum dos jogadores tenha conseguido seu objetivo, basta embaralhar as cartas que já foram viradas e colocá-las em jogo novamente.
Raciocínio
Torre de Hanói
Torre de Hanói: desafio que não tem idade
Apenas cinco peças compõem este jogo, uma ótima pedida para desenvolver o raciocínio de seus alunos. A partir dos 7 anos, as crianças já têm capacidade para transportar a Torre de Hanói de um ponto a outro. Porém, não há limite de idade. O desafio desperta o interesse até dos adultos. Material e modo de fazer
Providencie papelão, papel colorido, pote plástico, cola, lápis, régua, tinta, pincel, tesoura e cola. No papelão, risque cinco quadrados: um com 8 cm de lado, o segundo com 7 cm, o terceiro com 6 cm, o quarto com 5 cm e o último com 4 cm. Procure usar um papelão grosso, com no mínimo 4 mm de espessura, para facilitar o manuseio das peças. Recorte os quadrados e pinte cada um de uma cor. Para guardar o jogo, forre o pote plástico com pedacinhos de papel colorido ou páginas de revista. Escreva as regras em um papel, dobre-o e guarde-o no pote junto com as peças.
Regras do jogo
O jogo com cinco peças: no mínimo 31 movimentos
Risque sobre a mesa três pontos paralelos distantes 10 cm um do outro. O jogador deve montar a torre sobre o ponto da esquerda. O objetivo é mudá-la para o ponto da direita mexendo uma peça por vez e colocando-as apenas sobre os três pontos marcados. Nenhuma peça pode ficar sobre outra menor. Enquanto uma criança joga, as demais marcam o tempo gasto para chegar ao objetivo. Ganha quem mudar a torre de lugar mais depressa. É possível determinar o vencedor também calculando quem fez menos movimentos para mudar a torre para o ponto da direita. São necessárias, no mínimo, 31 passagens. Ao lado, mostramos os sete movimentos básicos para que uma torre de três peças passe do ponto da esquerda para o da direita. O raciocínio é o mesmo quando o jogo está completo, com os cinco quadrados.
Treine com uma torre menor
 Fonte: Nova Escola On-line
Passe a peça menor para a direita
Coloque a peça média no ponto do meio
A peça pequena vai sobre a média
Leve a peça grande ao ponto da direita
A peça pequena vai para a esquerda
Ponha a peça média sobre a grande
Por fim, ponha a menor sobre as demais

Projeto Monteiro Lobato para crianças e adolescentes: fábulas, imaginação e formação leitora

  1. Apresentação Este projeto foi elaborado para trabalhar a obra de Monteiro Lobato com crianças e adolescentes, contemplando turmas dos ...