Histórias, aprendizados e ideias para educar

Este blog foi criado com o objetivo de postar a minha experiência como profissional da educação. Professora, pedagoga, psicopedagoga.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cachinho de Ouro

                            Cachinhos de Ouro
  
          Era uma uma linda menina chamada Cachinhos de Ouro. Ela era muito curiosa. Costumava mexer em tudo que via pela frente. Certo dia, a menina passeava pelo bosque, quando avistou uma bela casinha.

          Entrou algo lhe chamou a atenção. Alguns objetos eram muito grandes, enquanto outros eram médios ou ainda pequeninos como ela.

          Como tinha a mania de olhar e mexer em tudo, a menina foi à sala, onde encontrou novas surpresas:

          - Por que há uma cadeira grande, uma média e uma pequena? – indagou a curiosa.

          Sentou na cadeira pequenina:

          - Desta eu gostei! – exclamou a menina, que de tanto mexer na cadeirinha, quebrou a coitadinha.

          Chegando à cozinha, cachinhos de ouro encontrou três pratos cheios de mingau de mel.

          - Oba, comida! Este passeio está me deixando com uma fome…

          Provou tanto do prato pequenino. Estava do jeitinho que ela queria. Então, ela comeu todo aquele delicioso mingau.

          - Vou dormir. – resolveu a menina.

           Quando o papai urso, a mamãe ursa e o seu filhinho chegaram em casa, uma desagradável surpresa os esperava:

          Alguém entrou aqui e mexeu em tudo.

          - Afirmou o papai.

          - E quebraram minha cadeirinha!

          - Choramingou o pequenino ursinho.

          Chegando a cozinha, a família percebeu que alguém havia comido o mingau:

          - Não deixaram nadinha. – lamentou o filhote.

          Quando subiram as escadas e foram ao quarto, mais surpresas;

          - Silêncio! Na minha cama há uma garotinha, que ainda está dormindo. – observou o ursinho.

          Cachinhos de ouro despertou com aquele falatório e, assustada, saiu em disparada. Ela nem ao menos se desculpou pelas travessuras ou agradeceu pela comida. Mas de uma coisa sabemos, a pequena menina aprendeu a lição e deixou de ser curiosa.

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Vídeos da história Cachinhos de Ouro


  • Hora da Historia: A Historia de Cachinhos de Ouro e os Tres ...

    Vídeo para cachinhos de ouro► 2:18► 2:18
    www.youtube.com/watch?v=cdoIPNeNVDk

    16/04/2010 - Vídeo enviado por NICKJRBR
    Estamos no Orkut!!! Lembre-se nao eh oficial. Perfil: http://www.orkut.com.br/Main#Profile ...
  • Cachinhos Dourados e os três ursos - Goldilocks and the ...

    Vídeo para cachinhos de ouro► 7:55► 7:55
    www.youtube.com/watch?v=snARWNhkGVM

    18/01/2014 - Vídeo enviado por MOMENTO DA CRIANÇA : CARTOONS : EDUCATIONAL: TIA CRIS
    Cachinhos Dourados e os três ursos - Goldilocks and the three bears - História Clássica - Lindo demais ...
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    terça-feira, 14 de outubro de 2014

    João E Maria

    João e Maria

    Era uma vez um menino chamado João e sua irmã Maria, que moravam em uma casa perto da floresta.
    Um dia, sua mãe pediu que fossem buscar galhos secos para acender o fogo. Não precisavam trazer muitos, apenas o bastante para acender a lareira.
    - Não vão muito longe. Os galhos que temos aqui perto já servem, não vão se perder por aí...
    - Pode deixar, mamãe, vamos voltar logo!
    E lá se foram os dois procurar gravetos secos por ali, entre várias brincadeiras. Não queriam ir longe, mas estavam tão curiosos com a floresta que resolveram arriscar só um pouquinho.
    Maria teve uma ideia genial: foi marcando todo o caminho, para saber por onde voltar: assim não iriam se perder. E brincaram à vontade.
    Já estava querendo escurecer quando resolveram voltar. Maria foi logo procurando os pedacinhos de pão que deviam estar marcando o caminho, mas...
    Os passarinhos que moravam ali estavam achando ótimo aquele lanche, e não deixaram nem um miolinho de pão sobrar. Não havia como achar o caminho de volta para casa. A idéia de marcar o caminho tinha sido ótima, mas não com pedacinhos de pão.
    - Agora estamos os dois com fome e perdidos!
    Andaram de um lado para outro, mas nada de encontrar o caminho de casa, cada vez mais escuro.
    A noite já tinha chegado, quando João teve uma boa idéia:
    - Vou subir na árvore mais alta e ver se encontro alguma casa para passarmos a noite.
    Maria achou ótimo, pois já estava muito assustada com os ruídos da noite na floresta. E João encontrou alguma coisa:
    - Tem uma luz daquele lado! Vamos lá ver!
    Os dois correram na direção da luz acesa da casa mais próxima.
    Ao chegarem, viram uma velhinha que parecia muito boazinha e sorridente.
    - Venham cá! Venham, meus amiguinhos. Aqui vão encontrar muita comida gostosa.
    (os dois estavam morrendo de fome)
    Então viram a casa de perto:
    - Uuuuau!
    As paredes eram de chocolate com castanhas, o telhado era de brigadeiro, as portas de biscoito fresquinho, as janelas de gelatina, tudo enfeitado com caramelo, sorvete e balas coloridas. Uhmmm!
    - Comam tudo, meus amiguinhos, é para vocês. Depois podem descansar em camas fofinhas e bem quentinhas. Amanhã acharemos a casa de vocês.
    E os dois obedeceram contentes, e acabaram dormindo cansados de um dia tão cheio.
    Acordaram antes do sol nascer, pensando que estavam na maravilhosa casa de doces.
    Mas, que nada:
    A casa tinha desaparecido como se fosse mágica. Em seu lugar havia uma horrível casa de bruxa, com morcegos e tudo.
    Uma gargalhada terrível vinha da escada, por onde chegou a bruxa malvada com sua coruja:
    - Pensaram que iam escapar, não? Vão ficar presos aqui para sempre, e nunca mais vou deixar que voltem para casa. Ha! Ha! Ha!
    A bruxa mandou Maria para a cozinha preparar comida para todos: agora ela era a empregada da casa. Tinha que fazer todo o serviço,se não...
    Prendeu João numa gaiola e disse:
    - Menino: trate de ficar bem gordinho! Quando estiver pronto, vai virar o meu jantar especial. Ha! Ha! Ha!
    Maria foi a primeira a reparar que a bruxa malvada não enxergava bem. Tudo ela trazia bem perto dos olhos para ver direito.
    Para saber se João estava engordando bem, toda noite chamava o menino e mandava que mostrasse o seu dedinho da mão. Apertava bem, e dizia que ainda estava muito magrinho.
    - Maria! Faça mais comida! Ele tem que engordar. Depressa!
    João, preso na gaiola já nem sentia fome, de tão triste que estava. Queria voltar a ser livre, correr solto com seus amigos e brinquedos. Lembrava bem como isso era bom.
    Maria tentava encontrar uma saída para os dois, enquanto fazia o serviço sem nenhum brinquedo. Tinha saudades de tudo em casa mas, como enganar a bruxa e fugir?
    Foi na cozinha que teve uma ideia:
    Colocou para assar no espeto uma galinha, escondendo um ossinho comprido e bem fininho.
    Quando levou a comida para João, disse a ele bem baixinho, para a bruxa não escutar:
    - Esconda este ossinho para fingir que é seu dedo bem magrinho e enganar a bruxa. Ela não enxerga quase nada...
    - Quietos aí! Quem disse que podem conversar?
    Desse dia em diante, João sempre mostrava o ossinho para a bruxa apertar quando ela queria saber se ele já estava bem gordinho.
    - Maria! Esse menino está magro como um palito. Faça mais comida!
    E Maria fazia muitas coisas para que os dois ficassem bem fortes para poder fugir.
    Em toda parte, a menina procurava o lugar onde a bruxa escondia a chave da gaiola, mas não conseguia encontrar.
    Tudo agora dependia da força de João para fugirem dali.
    Naquela noite, João se esforçou muito, e acabou conseguindo soltar a grade da gaiola. Tinha ficado bem forte, e a bruxa nem sabia disso.
    Os dois correram para se esconder na floresta antes que a bruxa acordasse.
    Na luz do dia, conseguiram achar o caminho de casa, e nunca mais voltaram naquele lado da floresta.
    Essa história ouvi de meu avô João, nas férias. Será que ele viveu todas essas aventuras quando era criança?
    Aproximadamente 259.000 resultados (0,49 segundos) 

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        1. Filme João e Maria Dublado - YouTube

          Vídeo para joãozinho e maria► 85:34► 85:34
          www.youtube.com/watch?v=JmOLusnK4yU
          23/04/2011 - Vídeo enviado por Makiyama Sandra
          amo joao e maria fiz ate uma apresentasao sobre isso .... João e Maria - Contos de Fadas (Dublado e ...

    às outubro 14, 2014 Nenhum comentário:
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    quarta-feira, 8 de outubro de 2014

    Sherazade

             
              Conta a lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobre que foi traído pela esposa, que tinha um servo por amante, o Rei despeitado e enfurecido matou os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ía com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede ao longo de três anos, causando medo e lamentações em todo o Reino.
              Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do Rei. Todavia, para aplicá-lo, necessita casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da ideia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterrorizava a cidade.
    E assim acontece, Sherazade casa-se com o Rei.
              Terminada a breve cerimônia nupcial, o rei conduziu a esposa a seus aposentos, mas, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!”
              Sem esperar resposta, a jovem abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou ao máximo para impedir a narrativa; resmungou, bufou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava sua estratégia, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato de Sherazade, meio distraído no início, profundamente interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando mentalmente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. De repente, no momento mais empolgante, Sherazade silenciou. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!” “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar se deitou e logo dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse o relato, mas não se deu por satisfeito. “Conte-me outra!”

              Sherazade com sua voz melodiosa começou a contar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.
               Sem que Sheramin percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse:
    - Já é de manhã, meu senhor!
              O rei interessado na história, deixou Sherazade no palácio para mais uma noite.
              E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última por terminar. Sempre alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real.
              Dessa forma se passaram dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei tampouco lhe perguntou nada.
              Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um ruído lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”.
              Quem entrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que ao longo daqueles anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela.
              Assim, escreveu a seu irmão e lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar esposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias.
              Podemos concluir por essa história contada por Sherazade que, "A liberdade se conquista com o exercício da criatividade."
    Observação: Entre as histórias contadas por Sherazade ao Rei estavam "Aladim e a Lâmpada Maravilhosa", "Simbad, o Marujo" ,"Ali Babá e os Quarenta Ladrões" e muitas outras.
    às outubro 08, 2014 Nenhum comentário:
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    Sou Maria Aparecida de Almeida, professora aposentada e especialista da educação, apaixonada por aprender, ensinar e compartilhar experiências. Ao longo da minha trajetória na educação, descobri que o conhecimento transforma vidas — seja por meio da leitura, da escrita, das histórias ou até dos pequenos momentos do dia a dia. Este espaço reúne um pouco de tudo aquilo que faz parte de mim: educação, cultura, criatividade e saberes que encantam e inspiram.
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