Este blog foi criado com o objetivo de postar a minha experiência como profissional da educação. Professora, pedagoga, psicopedagoga.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O afilhado do diabo ou os três cavalos encantados-Capítulo I
O afilhado do diabo ou os três cavalos encantados
Capítulo I
Reginaldo Afonso era chefe de uma numero-
sa família . Trabalhava de sol a sol, plantando legu-
mes e frutas que vendia no mercado aos domingos.
Sua mulher, Maria , fazia todo o serviço do-
méstico, e, ajudada pelos filhos mais velhos, ia ao
mato apanhar lenha.Sábado, á noite, descascava
feijão , debulhava e empacotava o milho , amarra-
va os molhos de verduras e acomodava tudo nos
balaios , que seu marido levava às costas , para o
mercado.
Embora trabalhassem muito , viviam na ma-
ior miséria, havendo dias em que nem pão tinham
para os filhos.
O menorzinho, já com dois meses, deitado
em um balaio ao canto, dormia serenamente, sem dar maiores trabalhos à mãe.
Eis que, numa noite , quando arrumava os balaios de verduras e legumes, Maria disse:
-Olhe , marido , o tempo vai passando , e o
nosso pequenino não foi ainda batizado.Veja se es-
colhe o padrinho entre os seus companheiros do mercado.
-Amanhã, mulher, eu arranjo o padrinho para
o menino, ainda que seja o diabo.
Mal acabara de falar ,parava à porta da chou-
pana de Reginaldo Afonso uma carruagem riquíssi-
ma.
Um senhor magro, alto e bem vestido, desceu
e bateu na porta.
Reginaldo Afonso pegou a lamparina e foi
atender. Um vento forte apagou a luz, ficando todos
às escuras.
Enquanto isso, o tal senhor tirou do bolso um
isqueiro e acendeu de novo a lamparina.
-É o sr.Reginaldo Afonso?Soube que procura
um padrinho para seu filho e quero saber se me quer dar como afilhado. Sou riquíssimo, não tenho
filhos e cuidarei dele como se fosse meu próprio
filho.Desejo levá-lo agora comigo.Em recompensa,
deixo esta bolsa de dinheiro, para remediar as suas
dificuldades do momento.A mãe , olhando o cava-
lheiro, embora triste, entregou-lhe o filho, na espe-
rança de que o menino viesse educado da melhor
maneira.
Tomando o menino nos braços, o desconhe-
cido entrou na carruagem que partiu veloz.
Maria levantou as mãos e disse:
-Que Deus o proteja e o traga sempre em seus
caminhos!
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Lembro da história qd criança lia muito, mas gostaria de ler ela completa
ResponderExcluircapitulo 2
ExcluirTambém li!
ExcluirLinda história!!
eu queria ler a história completa
ResponderExcluirFaltou o restante da história
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