quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O Dia Do Halloween


O  Dia Do  Halloween

     No dia do Halloween,zumbis,bruxas,lobisomens,
vampiros e todos os tipos de monstros saem de seus  
esconderijos e vão assombrar a cidade próxima a Pensilvânia, cidade onde dizem já nasceram vários
monstros.Os moradores dessa cidade não acredita-
vam nessa história de monstros , então os meninos se fantasiavam de monstros nesta data e saíam pela
rua  batendo  de   porta   em   porta   dizendo :
-Doces  ou   travesssuras ! 
   E sempre ganhavam muitos doces  dos moradores.
Naquela noite, uma criança foi a uma casa desco-
nhecida  pedir   doces   e   a casa começou a mexer.
A criança levou um baita susto e de repente ouviu 
um uivado:  - AUUUUUUUUUU,AUUUUUU!
O menino espiou pelo buraco da chave e viu uma
múmia , um zumbi , um  lobisomem, um vampiro e 
uma bruxa. Eles estavam fazendo um plano para pe-
gar todos os doces só para eles voltar ao seu mundo
chamado Mzlvb .Porém, o plano teria que ser reali-
zado rápido , porque senão o buraco para o mundo 
Mzlvbv iria se fechar. Esse buraco só dura durante a noite de Halloween. Os monstros se dividiram em
duplas, e o plano era o seguinte : um monstro as-
sustava  as  pessoas  e o outro   roubava  os  doces.
  O menino , ouvindo o plano maléfico dos mons-
tros , chamou  seus  amigos que com martelos e pre-
gos trancaram toda a casa pelo lado de fora os mons
tros não conseguiram sequer um buraquinho pela fe-
chadura das portas.O tempo se passou, o dia ama-
nheceu e os monstros foram sugados pelo buraco de
volta para o seu mundo. 

(extraído do livro-e+ educação-Contos- Raphael Pereira Mendonça-2010. Raphael irá completar 10 anos no dia 6/11/2012  e este foi o segundo livro do
autor. Os desenhos deste livro é de sua irmã )






  

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Procure amar o que faz


Procure amar o que faz.
Santos, Maria Madalena dos.

Não brinques com tua vida,
Por que isso é perigoso.
Ame a tudo que fazes,
E terás um fim honroso.

Na escola, cuide de teus deveres,
Em casa, ajude a teus pais.
Na igreja , respeite o local,
E serás um cidadão de paz.

Aproveite tua juventude,
E adquiras responsabilidade.
Ame a tudo que fazes,
Faça-o bem, de verdade.

Orgulhe-te do que fazes,
Por sempre fazê-lo bem,
E receberá elogios do outros,
E serás valorizado também.

Os grandes homens de hoje,
Começaram como tu, na escola.
Estude, valorize este momento, 
Garanta teu futuro, registrando tua história.

Dizem que o mundo é dos expertos,
Mas experto é quem estuda.
Quem sempre ama o que fazes,
Sempre estudarão e serão capazes.

Garanta desde já o teu futuro,
Estude sem vacilar.
Tenha por fim um bom nome e bom emprego,
Seja feliz no que fizer e em teu lar.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Menino Maluquinho


Image by Ziraldo.  All rights reserved. Todos os direitos reservados.
Bem-vindos � vers�o online de O Menino Maluquinho! Aproveite a hist�ria com imagens em tamanho natural para ler, imprimir e colorir. Foram todas adaptadas para Internet, permitindo uma navega��o r�pida.
Para virar as p�ginas, aponte o mouse para o foguete maluquinho e aperte. Voc� pode ler o livro de frente pra tr�s ou de tr�s pra frente... Agora chega de enrolar, que a nossa hist�ria j� vai come�ar!

Clique no foguete maluquinho para mudar a p�gina!

domingo, 28 de outubro de 2012

O PEQUENO ENGRAXATE



                                             O PEQUENO ENGRAXATE

                                                                                    Gerusa Martins

                                        O pequeno engraxate
                                         no lixo mexeu
                                        e por uma enxurrada de sonhos roxos,amarelos e azuis
                                        se deixou apaixonar.

                                        Peixinhos coloridos enxergou
                                        num claro rio a brincar.

                                        Caixas de abacaxi e doces mexericas,
                                        em sua direção vinham pelo mar,e
                                        até trouxas de luxuoso enxoval
                                        para sua casa enfeitar.      

                                        De repente...

                                        Com um feixe de bexigas
                                        começou a subir...subir...
   
                                        Porém quando para baixo olhou,
                                        dos seus sonhos acordou...

                                        E todo esse luxo
                                        outra vez em lixo se tornou.

                                        As lágrimas, então,
                                         o pequeno engraxate enxugou.


( POEMA EXTRAÍDO DA REVISTA NOSSO AMIGUINHO-Junho de 2006)                        

sábado, 27 de outubro de 2012


POEMA CONTRA EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL


                                                 (extraído do blog Garotas ONLINE_)


Menino, mas não criança
De sonhos já derrotado
À escravidão condenado

Fructus ventris da miséria
Vendido a troco de um pão
Não é gente é só matéria
É vergonha, é exploração

Não sabe o que é um brinquedo
Nem o que é instrução
No peito carrega o medo
No lugar do coração

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil
Poema dedicado às crianças vítimas de exploração infantil

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

5 dicas para despertar o desejo de ler nas crianças


5 dicas para despertar o desejo de ler nas crianças

Matéria publicada em 23/04/2012
Hoje, 2 de Abril, é comemorado o "Dia Mundial do Livro Infantil". Esta data foi escolhida como forma de homenagear um dos maiores ícones deste categoria, o autor dinamarquês, Hans Christian Andersen, que nasceu neste dia no ano de 1805. Andersen, dentre outros clássicos, escreveu "O Patinho Feio", "A Pequena Sereia" e "O Pequeno Soldadinho de Chumbo". Aproveitando a data e atendendo ao pedido da leitora da nossa Fan Page, Fátima Carvalho, vamos dar 5 dicas para lhe ajudar a despertar o desejo de ler no seu filho e nas crianças em geral.
"Antes de continuar lendo a postagem, siga O Vendedor de Livros no Twitter e curta nossa Fan Page no Facebook, e mantenha-se informado e atualizado sobre o que de melhor acontece no Mundo Literário". 
Não sei se sabem, mas os livros destinados a crianças e adolescentes, em volume de vendas, era o segundo nicho editorial mais vendido no Brasil, só perdia para as obras didáticas adquiridas pelo governo. Hoje, segundo pesquisas, caiu para terceiro, pois também foi ultrapassado pelos livros de auto-ajuda.

Independente da posição, os livros infantis sempre foram muito bem vendidos, muitas editoras aproveitaram o momento e criaram selos e equipes específicas para atenderem esta demanda que cresce ano-a-ano.

Mesmo vendendo milhões de livros por ano, os livros infantis ainda estão longe de fazerem parte da realidade de muitas crianças Brasil a fora. Os principais responsáveis (tirando o governo, que não investe em políticas para propagar e divulgar os benefícios da leitura no Brasil) são os pais e educadores, que por negligência, falta de interesse e preparo ou talvez por não acharem importante o ato de ler, podam seus filhos e alunos deste prazer e oportunidade de terem acesso a um Universo, até então, desconhecido. 

Mas tem o outro lado da moeda, existem aqueles pais e professores que gostariam que suas crianças lessem, mas não sabem como fazerem isso. Se você se enquadra nesta categoria, leia abaixo estas 5 dicas, tenho certeza que vão lhe ajudar:

1 - Ler histórias: na minha opinião, esta é a dica principal, pois você começa pelo exemplo (a criança ver você lendo) e interação que o ato de ler gera nas outras pessoas, pois possibilita, além da leitura, a dramatização da história com mímicas, diferentes entonações na voz, desenhos, ilustrações, e tudo isso, com a participação da criança;

2 - Criar um ambiente: compre livros, pode ser até aqueles de pintar, e espalhe pelo quarto dela ou no espaço onde ela costuma brincar, faça com que os livros comecem a fazer parte do dia-a-dia do seu filho;

3 - Respeite o gosto dela: não force nada, deixe as coisas acontecerem naturalmente e com o tempo. Tente perceber aqueles livros, histórias e personagens que mais chamam a atenção deles, e a partir daí, direcione o interesse dos seus filhos ou alunos para estes livros, a chance deles gostarem é bem maior;

4 - Frequente livrarias e bibliotecas: como você quer que seu filho se torne um leitor, se você não o chama para ir a uma livraria ou biblioteca contigo. Crie este hábito, se ele disser não, que não está afim, insista um pouco, porém sem ser agressivo. Fale que lá tem um espaço só para "gente da idade dele" (a maioria das livrarias o possuem), repleto de brinquedos, livros e outras crianças para ele brincar e ler junto;


5 - Associe a leitura com brincadeiras: sempre que for ler para seus filhos, pegue também bonecos, carrinhos, bichos de pelúcia e outros materiais, e crie encenações das histórias. Escolha um personagem e faça-o escolher outro (caso ele já saiba ler), e juntos, encenem a drama, criando assim um pequeno teatro da narrativa. Existem outras ideias, tais como: promover jogos, leituras em voz alta, rodas de leitura, e aquilo que a sua imaginação quiser fazer, para brincar e aprender, não há limites. Lembre-se que os brinquedos e as atividades lúdicas fazem parte da vida e mundo das crianças.

Creio que com estas 5 iniciativas, já será possível conseguirmos plantar a "semente" do desejo e interesse nos livros e leitura dentro do coraçãozinho dos nossos pequenos. Tudo vai depender de como estas dicas serão aplicadas, e principalmente da proatividade dos pais em monitorar, acompanhar e encorajarem seus filhos conforme a evolução e desenvolvimento de cada um. Só lembrando que, dica não é regra e muito menos lei, portanto, adapte-as de acordo com a sua necessidade, condição e ambiente.  Você, e principalmente seu filho, só tem a ganhar.
Ah, e se você quiser algumas indicações, estou às ordens.

Amigo leitor, o que você achou destas ideias, já pratica alguma delas com seu filho, tem alguma outra que você tentou e deu certo? 

Deixe um comentário e compartilhe as suas experiências e opiniões conosco, elas são muito importantes para mim.

Um abraço e boas leituras!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Poemas e quadrinhas que falam do trabalho infantil.


Quadrinhas feitas pela aluna de Ana Celina que participou do Projeto Peteca
QUADRINHAS

AS MÃOZINHAS CALEJADAS
DO MARTELO SEGURAR
BATE, BATE, NOITE E DIA
MUITA PEDRA VAI QUEBRAR

O MENINO ESQUECEU
ESQUECEU O QUE É BRINCAR
PASSA SEMPRE O DIA TODO
COM O MARTELO A MARTELAR

PINGO DE ESPERANÇA
SEMPRE VALE ESPERANÇAR
DO MARTELO FEITO MÁGICA
NUMA BOLA SE TORNAR

UM BRINQUEDO, A ALEGRIA
O DIREITO A RETOMAR
CRIANÇA NÃO TRABALHA
CRIANÇA TEM QUE BRINCAR!

CRIANÇA TEM QUE LER!
CRIANÇA TEM QUE SONHAR!
CRIANÇA TEM QUE APRENDER!
CRIANÇA TEM QUE ESTUDAR!


Poema
      Francisco de Souza Oliveira

Fiquem espertos
E tenham nova visão
O trabalho infantil é crime
E precisa de punição
É lei que está escrita
Na nossa constituição.



Crianças do meu Brasil
Sofrem grande exploração
Trabalhando noite e dia
Deixando os sonhos no chão
Perdendo a beleza da infância
Sofrendo humilhação.


No brilho do Ceará
Do litoral ao sertão
Existe criança sofrendo
Sem conhecer a razão
Trabalhando pesado
Nas industrias e plantação.



O direito da criança - Ruth Rocha 

Toda criança no mundo 
Deve ser bem protegida 
Contra os rigores do tempo 
Contra os rigores da vida 

Criança tem que ter nome 
Criança tem que ter lar 
Ter saúde e não ter fome 
Ter segurança e estudar. 

Não é questão de querer 
Nem questão de concordar 
Os diretos da criança 
Todos têm de respeitar. 

Tem direito à atenção 
Direito de não ter medos 
Direito a livros e a pão 
Direito de ter brinquedos. 

Mas criança também tem 
O direito de sorrir. 
Correr na beira do mar, 
Ter lápis de colorir... 

Ver uma estrela cadente, 
Filme que tenha robô, 
Ganhar um lindo presente, 
Ouvir histórias do avô. 

Descer do escorregador, 
Fazer bolha de sabão, 
Sorvete, se faz calor, 
Brincar de adivinhação. 

Morango com chantilly, 
Ver mágico de cartola, 
O canto do bem-te-vi, 
Bola, bola, bola, bola! 

Lamber o fundo da panela 
Ser tratada com afeição 
Ser alegre e tagarela 
Poder também dizer não! 

Carrinhos, jogos, bonecas, 
Montar um jogo de armar, 
Amarelinha, petecas, 
E uma corda de pular. 

Um passeio de canoa, 
Pão lambuzado de mel, 
Ficar um pouquinho à toa... 
Contar estrelas no céu... 

Ficar lendo revistinha, 
Um amigo inteligente, 
Pipa na ponta da linha, 
Um bom dum cachorro quente. 

Festejar o aniversário, 
Com bala, bolo e balão! 
Brincar com muitos amigos, 
Dar pulos no colchão. 

Livros com muita figura, 
Fazer viagem de trem, 
Um pouquinho de aventura... 
Alguém para querer bem... 

Festinha de São João, 
Com fogueira e com bombinha, 
Pé-de-moleque e rojão, 
Com quadrilha e bandeirinha. 

Andar debaixo da chuva, 
Ouvir música e dançar. 
Ver carreira de saúva, 
Sentir o cheiro do mar. 

Pisar descalça no barro, 
Comer frutas no pomar, 
Ver casa de joão-de-barro, 
Noite de muito luar. 

Ter tempo pra fazer nada, 
Ter quem penteie os cabelos, 
Ficar um tempo calada... 
Falar pelos cotovelos. 

E quando a noite chegar, 
Um bom banho, bem quentinha, 
Sensação de bem-estar... 
De preferência um celinho. 

Uma caminha macia, 
Uma canção de ninar, 
Uma história bem bonita, 
Então, dormir e sonhar... 

Embora eu não seja rei, 
Decreto, neste país, 
Que toda, toda criança 
Tem direito a ser feliz!!!

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A LENDA DAS ESMERALDAS



                   A   LENDA DAS ESMERALDAS
          
          Dizia-se que numa paragem longínqua do Brasil havia uma serra diferente de outras serras.
          Dizia-se que essa tal serra era toda verde por ser de esmeralda toda ela.
          Os rios próximos, os lagos, a areia , os pássaros , as nuvens, até o próprio luar tinham tons verdes pelo reflexo verde da serra.
          Esta serra maravilhosa ficava à margem da lagoa de Vapabuçu, longe , muito  a muito longe.
          Diziam os índios que as pedras verdes eram os cabelos da Uiara, a mãe - d' água.
          Mãe - d' água ,contavam os índios, era uma linda sereia de longos cabelos verdes e olhos azuis profundos.
          Possuía um palácio encantado e atraía , com sua beleza,todos que a viam , arrastando-os para as profundezas das águas.
          Os índios não queriam que a Uiara-como também chamavam a mãe-d'água- acordasse.Acredi-
tava que ela estava a dormir e que sua vida estava em seus cabelos.
          Por isso, os índios se alarmaram quando um intrépido bandeirante, Fernão Dias , não dando crédito à lenda, arrancou , impiedosamente um punhado de pedras verdes.
          Aquele gesto ia trazer a desgraça para a região .Mas a desgraça veio para o próprio bandeirante .Poucos dias depois , vitimado pela fe-
bre, Fernão Dias agonizava.
          -Castigo, diziam os índios.Castigo para quem quis roubar sono e a vida da Uiara.A Uiara não perdoou.
          Fernão Dias morreu.Os índios se alegraram.A 
Uiara vencerá!


          ATIVIDADES SOBRE O TEXTO

1-Assinale com um X as alternativas certas:
a) O título da história é:
(  )O castigo do bandeirante.
(  )A serra verde.
(  )Os cabelos da Uiara.
(  )Lenda das esmeraldas.

b)O texto lido é:
(  )Um fato histórico.
(  )Um fato verdadeiro.
(  )Uma história falsa.
(  )Uma lenda.

c)Aquela era uma serra diferente de outras serras,porque:
(  )era alta.
(  )era coberta de grama verde.
(  )tinha muitas árvores.
(  )era de esmeraldas.

d) A expressão: "longe, muito longe,muito longe e muito longe" dá ideia de:
(  )lugar desconhecido.
(  )lugar próximo.
(  )lugar difícil de se alcançar.
(  )lugar distante.

e)A expressão " dizia-se " no início do texto, mos-
tra que:
(  )o fato era conhecido de todos.
(  )alguém conhecia o fato.
(  )quem conta, conhecia o fato.
(  )ninguém conhecia o fato ao certo.

f)" Reflexo verde  da serra" significa que:
(  ) a serra de pedras verdes.
(  )a serra brilhava claramente.
(  )a serra refletia o brilho verde das pedras.

2- Responda as questões abaixo:
a)O que fazia tudo próximo da serra adquirir tons verde?

b)Por que os índios não tocavam nas pedras verdes?

c)Qual foi o gesto que fez os índios se alarmarem?

d)Por que eles se alarmaram?

3-Marque , no texto, com uma + , o parágrafo que conta onde ficava a serra. Agora segundo o parágrafo que você marcou:
(  ) A serra era muito conhecida.
(  ) Só os índios conheciam a serra.
(  ) A serra não era conhecida de ninguém.
(  ) A serra era pouco conhecida, pois ficava muito 
longe.

4- Numere de acordo :
            A
(1) A Uiara não perdoou
(2) A Uiara vencera

(  )O bandeirante arrancou as pedras verdes.
(  )O bandeirante morreu.
(  )O bandeirante sofreu um castigo.        

             B
(1) Os índios        
(2) A Uiara           
(3) O bandeirante   

(  )incredulidade
(  )susto
(  )beleza
(  ) coragem
(  ) alegria
(  ) vingança

5- Sobre a Uiara responda:
a) Outro nome:_______________________
b)Quem era:__________________________
c)Como era:__________________________
d)O que fazia:_________________________
e)de que eram seus cabelos_______________

6-Interprete , com suas palavras, as partes deste pe-
ríodo:
Todas as manhãs , ao nascer do sol, os rios próxi-
mos , os lagos e os pássaros refletiam tons verdes,
porque a serra era de esmeralda, toda ela.
Todas as manhãs:_____________________
ao nascer do sol:______________________
os rios próximos,os lagos e os pássaros:
_________________________________
refletiam tons verdes:____________________

7-Dê adjetivos para os substantivos abaixo:
a serra- ________________________
a Uiara-________________________
o palácio-_______________________
o bandeirante-___________________
os índios- ____________________

8- Continue:
profundeza:profundo
beleza:_________________________
riqueza:________________________
pobreza:______________________

9-Pontue o texto abaixo:
Longe  muito e muito longe  morava Uiara
Quem era Uiara  quem era
Uiara contavam os índios era uma linda  sereia
Sua vida estava em seus cabelos
Quem teria coragem de acordá- la 
Ninguém Por isso os índios não arrancavam as pedras-os cabelos da Uiara

10-Você acabou de ler uma lenda.Lendas são histórias inventadas para explicar os alguma coisa.
     Invente uma lenda para explicar porque as águas do mar são azuis.

  

  

domingo, 21 de outubro de 2012

Monteiro Lobato-Biografia


Monteiro Lobato

Escritor brasileiro

Biografia de Monteiro Lobato:

Adicionar legenda
Monteiro Lobato (1882-1948) foi um escritor brasileiro. "O Sitio do Picapau Amarelo" é uma de suas obras de maior destaque na literatura infantil. Foi um dos primeiros autores de literatura infantil em nosso país e em toda América Latina. Tornou-se editor, criando a "Editora Monteiro Lobato" e mais tarde a "Companhia Editora Nacional". Metade de suas obras é formada de literatura infantil.
Monteiro Lobato (1882-1948) nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô o Visconde de Tremembé. Desde menino já mostrava seu temperamento irrequieto, escandalizou a sociedade quando se recusou fazer a primeira comunhão. Fez o curso secundário em Taubaté. Estudou no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo.
Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na capital, em 1904. Na festa de formatura fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté. Prestou concurso para a Promotoria Pública, assumindo o cargo na cidade de Areias, no Vale do Parnaíba, no ano de 1907.
Monteiro Lobato casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Com ela teve quatro filhos, Marta (1909), Edgar (1910), Guilherme (1912) e Rute (1916). Paralelamente ao cargo de Promotor, escrevia para vários jornais e revistas, fazia desenhos e caricaturas. Ficou em Areias até 1911, quando muda-se para Taubaté, para a fazenda Buquira, deixada como herança pelo seu avô.
No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo publicou uma carta sua enviada à redação, intitulada "Velha Praga", onde destaca a ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo "Urupês", onde aparece pela primeira vez o personagem "Jeca Tatu".
Em 1917 vende a fazenda e vai morar em Caçapava, onde funda a revista "Paraíba". Nos 12 números publicados, teve como colaboradores Coelho Neto, Olavo Bilac, Cassiano Ricardo entre outras importantes figuras da literatura. Muda-se para São Paulo, onde colabora para a "Revista do Brasil". Em seguida compra a revista e a transforma em editora. Publica em 1917, seu primeiro livro "Urupês", que esgota sucessivas tiragens. Transforma a Revista em centro de cultura e a editora numa rede de distribuição com mais de mil representantes.
No dia 20 de dezembro de 1917, publica no jornal O Estado de São Paulo, um artigo intitulado "Paranoia ou Mistificação?", onde critica a exposição de Anita Malfatti, pintora paulista recém chegada da Europa. Estava criada uma polêmica, que acabou se transformando em estopim do movimento modernista.
Monteiro Lobato, em sociedade com Octalles Marcondes Ferreira, funda a "Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato". Com o racionamento de energia, a editora vai à falência. Vendem tudo e fundam a "Companhia Editora Nacional". Lobato muda-se para o Rio de Janeiro e começa a publicar livros para crianças. Em 1921 publica "Narizinho Arrebitado", livro de leitura para as escolas. A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras de seu personagem em outros livros girando todos ao redor do "Sítio do Picapau Amarelo". Em 1927 é nomeado, por Washington Luís, adido comercial nos Estados Unidos, onde permanece até 1931.
Como escritor literário, Lobato destacou-se no gênero "conto". O universo retratado, em geral são os vilarejos decadentes e as populações do Vale do Parnaíba, quando da crise do plantio do café. Em seu livro "Urupês", que foi sua estreia na literatura, Lobato criou a figura do "Jeca Tatu", símbolo do caipira brasileiro. As histórias do "Sítio do Picapau Amarelo", e seus habitantes, Emília, Dona Benta, Pedrinho, Tia Anastácia, Narizinho, Rabicó e tantos outros, misturam a realidade e a fantasia usando uma linguagem coloquial e acessível.
O livro "Caçadas de Pedrinho", publicado em 1933, que faz parte do Programa Nacional Biblioteca na Escola, do Ministério da Educação, está sendo questionado pelo movimento negro, por conter "elementos racistas". O livro relata a caçada a uma onça que está rondando o sítio. "É guerra e das boas, não vai escapar ninguém, nem tia Anastácia, que tem cara preta".
José Renato Monteiro Lobato morreu no dia 5 de julho de 1948, de problemas cardíacos.

Obras de Monteiro Lobato


Idéias de Jeca Tatu, conto, 1918
Urupês, conto, 1918
Cidades Mortas, conto, 1920
Negrinha, conto, 1920
O Saci, literatura infantil, 1921
Fábulas de Narizinho, literatura infantil, 1921
Narizinho Arribitado, literatura infantil, 1921
O Marquês de Rabicó, literatura infantil, 1922
O Macaco que se fez Homem, romance, 1923
Mundo da Lua, romance, 1923
Caçadas de Hans Staden, literatura infantil, 1927
Peter Pan, literatura infantil, 1930
Reinações de Narizinho, literatura infantil, 1931
Viagem ao Céu, literatura infantil, 1931
Caçadas de Pedrinho, 1933
Emília no País da Gramática, literatura infantil, 1934
História das Invenções, literatura infantil, 1935
Memórias da Emília, literatura infantil, 1936
Histórias de Tia Nastácia, literatura infantil, 1937
Serões de Dona Benta, literatura infantil, 1937
O Picapau Amarelo, literatura infantil, 1939

Fábulas de Monteiro Lobato


O Cavalo e o Burro
A Coruja e a Águia
O Lobo e o Cordeiro
O Corvo e o Pavão
A Formiga Má
A Garça Velha
As Duas Cachorras
O Jaboti e a Peúva
O Macaco e o Coelho
O Rabo do Macaco
Os Dois Burrinhos
Os Dois Ladrões
A caçada da Onça

Jeca Tatu


É no livro "Urupês", que Monteiro Lobato retrata a imagem do caipira brasileiro, onde destaca a pobreza e a ignorância do caboclo, que o tornava incapaz de auxiliar na agricultura. O Jeca Tatu é um flagrante do homem e da paisagem do interior. O personagem se tornou um símbolo nacionalista utilizado por Rui Barbosa em sua campanha presidencial de 1918. Na 4a edição do livro, Lobato pede desculpas ao homem do interior.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Reportagem da Revista Nova Escola sobre os contos de fada


Desvendando os contos de fada

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Apresente a origem dos contos de fada aos alunos e, por meio de uma comparação com as versões mais conhecidas, mostre como as histórias originais eram mais crueis no seu foco moralizante


O Rei Sapo. Imagem: J. Borges
Objetivos
- Compreender os contos de fada como um gênero literário popular na literatura mundial
- Comparar versões originais com outras mais atuais
- Analisar a fábula como um conto educativo e moralizador
- Produzir adaptações de contos clássicos a situações contemporâneas

Conteúdos
- A fábula como gênero literário
- Leitura e produção de textos narrativos

Anos
Ensino Médio

Tempo estipulado
Duas aulas

Materiais necessários
- Cópias da reportagem "Infância apimentada"(Bravo!, edição 182, outubro de 2012)
- Cópias das fábulas "O rei sapo ou o Henrique de Ferro" (dos irmãos Grim), "A gata e Afrodite", "A novilha e o boi" e "Hermes e o escultor" ( de Esopo), "O lobo e o cordeiro" (de La Fontaine) e as adaptações de Millôr Fernandes e Juó Bananére
- Computadores com acesso à internet e projetor de imagens

Introdução
A reportagem "Infância apimentada" publicada na revista BRAVO! de outubro comenta a publicação integral, pela primeira vez no Brasil, dos contos originais dos Irmãos Grimm. Com o tempo, essas histórias foram popularizadas com foco no público infantil e por isso não apresentam a violência e o erotismo presentes nas primeiras versões. A reportagem é um excelente ponto de partida para refletir por que as fábulas clássicas - também conhecidas como contos de fada - são tão populares e analisar, junto da turma, esse gênero narrativo.

Antes das aulas leia algumas histórias escritas por Esopo, La Fontaine e os Irmãos Grimm. Observe que o gênero sempre esteve ligado à análise de comportamentos sociais e individuais, apresentando-se como narrativa moralizante que faz uso de exemplos alegóricos para criticar ou expor comportamentos sociais considerados inadequados e propor modelos de retidão de caráter. Note que, ao longo da História, as fábulas mantiveram suas principais características: o antropomorfismo, a prosopopeia, a alegoria e a relação entre acontecimentos reais e o enredo da narrativa. Vale a pena também relembrar as características do texto narrativo, que tem nos contos de fada um de seus principais e mais criativos exemplos.

Leia também autores contemporâneos que utilizaram o mesmo modelo narrativo. Algumas sugestões: Italo Calvino ( "O visconde partido ao meio", "O cavaleiro inexistente" e "O barão nas árvores"), Millôr Fernandes ( "Fábulas fabulosas"), Juó Bananére ( "La divina encrenca") ou Monteiro Lobato, que produziu obras compilando histórias e personagens do folclore brasileiro adaptadas à linguagem infantil.

Desenvolvimento
1º etapa
Pergunte aos adolescentes se liam contos de fada na infância e se podem contar, brevemente, algumas dessas histórias. Questione se pensam que as narrativas são destinadas apenas ao público infantil ou se, por trás da alegoria e da fantasia, podemos encontrar valores destinados à reflexão de toda a sociedade. Peça também que comentem se conhecem os autores das histórias mais marcantes. Anote no quadro os títulos e os autores citados. Pergunte como os alunos conheceram os contos de fada - se por meio da leitura na escola ou se foram contadas por parentes.
Explique que essas histórias são muito antigas, surgiram a partir da tradição oral e foram transmitidas de geração a geração, o que as tornou um dos gêneros literários mais populares do mundo. O registro escrito das fábulas está ligado à necessidade de fixar os textos de maneira definitiva, mas isso não impede que os temas abordados sejam adaptados conforme o tempo e o contexto da publicação.

Esses textos são repletos de alegorias, em que animais ou seres fantásticos assumem características humanas para transmitir mensagens reflexivas ou com fundo moralizante. Para isso há uma aproximação entre características físicas ou sentimentais dos seres humanos, geralmente com o objetivo de evidenciar as vantagens dos bons sentimentos e comportamentos considerados corretos. Destaque que manifestações antropozoomórficas sempre estiveram presentes nas civilizações: os egípcios e mesopotâmicos tinham religiões politeístas, cujos deuses eram associados a animais e seres naturais. E os gregos e romanos veneravam deuses e heróis metamorfoseados em animais e seres do mundo mineral e vegetal.

2º etapa
Distribua cópias da reportagem "Infância apimentada" e promova uma leitura coletiva. Antes de ler o conto publicado junto da reportagem observe que o tema principal é a publicação integral e sem cortes das obras dos irmãos Jacob e Wilhem Grimm, que viveram na Alemanha e estão associados ao período Romântico. Os contos dos irmãos Grimm originalmente eram recheados de referências eróticas, críticas agudas à sociedade do seu tempo e à violência explícita - características que foram sendo atenuadas e adaptadas para versões mais "leves", destinadas ao público infantil e difundidas ao longo do século 20.

Evidencie a presença de elementos das fábulas em filmes como "O labirinto do Fauno", "Shrek" ou "O senhor dos anéis". Além, é claro, das clássicas versões da Disney para os contos de fada. Faça uma seleção de cenas e trailers destes ou de outros filmes que contenham relações com a narrativa fabular - como a intenção moralizante - para apresentar à turma.

A seguir, leia o conto "O Rei Sapo ou o Henrique de Ferro" publicado na revista Bravo! e faça observações sobre as atitudes dos personagens. Note a violência e a atitude pouco nobre, até mesmo mentirosa, da princesa. Aponte a violência e o erotismo velado presente no conto original dos Irmãos Grimm - que pouco têm a ver com a versão mais difundida, que fala sobre a maldição do príncipe encantado, transformado em um sapo, e que só pode ser quebrada pelo beijo de uma princesa. Por fim, o príncipe é salvo e ele e a princesa vivem "felizes para sempre".

Faça uma comparação com o filme "O labirinto do Fauno", do diretor mexicano Guillermo del Toro, em que estão presentes elementos da narrativa fantástica, ladeados com acontecimentos históricos (a Guerra Civil Espanhola), violência, erotismo e até mesmo um certo clima sombrio, que em muito aproxima o filme do conto dos irmãos Grimm.

A presença de personagens com características nobres e burlescas é bastante comum nos contos de fada, isso está associado a uma maneira de realizar a crítica social por meio de sátira, ironia e humor.

Oriente os alunos, após a leitura do conto, a anotarem as principais características encontradas no texto. Peça que pesquisem versões mais leves do conto, e que apresentem as principais diferenças e semelhanças encontradas. Indique também que, em grupos, pesquisem e tragam para a sala de aula outras fábulas famosas, destacando qual é o fundo moral presente em cada uma das narrativas.

3º etapa
Peça aos alunos que digam quais foram os contos de fada encontrados e qual a proposta moral de cada uma. Anote no quadro as conclusões. A seguir distribua cópias das fábulas "O lobo e o cordeiro", de Millôr Fernandes; "A gata e Afrodite", "A novilha e o boi" e "Hermes e o escultor", de Esopo; "O lobo e o cordeiro", de La Fontaine e "O lobo i o gordeirigno", de Juó Bananére.
Faça uma leitura de cada um dos textos e peça aos estudantes que observem o intuito educativo e moralizante de cada um dos textos. Peça também que analisem os recursos de estilo de cada autor: Millôr e Juó Bananére usam a ironia e o humor, enquanto Esopo e La Fontaine, por exemplo, são mais "sérios". Deixe claro que essas características somente comprovam que as fábulas são textos sempre populares, presentes em várias épocas da literatura com objetivos muito parecidos - ainda que sua forma, o tema e os objetivos correspondam ao contexto de sua publicação.

Neste sentido, é pertinente a comparação entre as três maneiras de narrar a fábula "O lobo e o cordeiro", por La Fontaine, Juó Bananére e sua adaptação "macarrônica" e o conto satírico-filosófico de Millôr Fernandes.

Para finalizar, indique aos alunos que, tendo como base as características dos contos de fada e suas adaptações ao longo da história, produzam suas próprias narrativas a partir de situações contemporâneas. Podem ser utilizados como modelo textos clássicos adaptados para a situação. Sugira que utilizem como temática o contexto político, cultural e social do Brasil contemporâneo como ponto de partida para a criação de narrativas curtas. Lembre-os de fazer uso da prosopopéia, da ironia, da sátira, do humor e do fundo moral, conforme pede a tradição. Os alunos podem fazer uso de desenhos e figuras para ilustrar as histórias e na aula seguinte devem narrar suas criações para os demais colegas.

Avaliação
A partir dos textos produzidos e das discussões em sala note se os alunos conseguiram compreender as fábulas como um gênero literário popular e de grande difusão ao longo da História. A turma deverá também conseguir comparar os contos de fada clássicos e contemporâneos e compreender o aspecto moral presente nessas histórias.
André Rosa
Professor de Literatura e Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Uma pescaria inesperada


                                          UMA  PESCARIA INESPERADA

                              MONTEIRO LOBATO

          Narizinho jogou a vara em cima do leitão,
que fez coin!e foi correndo para o rio,com a Emília de cabeça para baixo no bolso do avental.
          Lá teve uma ideia:deixar a boneca pescando enquanto ela ajudava tia Anastácia.
          -Tia Anastácia,faça um anzolzinho de alfinete
para Emília.A coitada tem tanta vontade de pescar.
Alfinete ,tenho aqui um.Linha, há no alinhavo de minha saia.Vara não falta.Faz?
          -Como hei de fazer, demoninho?Faço, sim...
Mas,se ficar atrasada no serviço, a culpa não é minha.
          E fez.Dobrou o alfinete em forma de gancho, 
amarrou -o na ponta duma linha de alinhavo e descobriu-uma varinha de dois palmos, imaginem!
Narizinho completou a obra, atando a vara ao braço da boneca.
          -E isca?indagou depois.
          -Isca é o menos.Qualquer gafanhotinho serve.
          Salta aqui ,salta dali,Narizinho conseguiu logo um gafanhoto verde.Espetou-o no anzol.
Depois arrumou a boneca à beira d'água , muito
tesa ,com uma pedra ao colo para não cair.
          -Agora,Emília, bico calado!Nem um pio,
senão espanta os peixes.Logo que um deles beliscar,
zuct!dê um puxão na linha.
          Palavras não eram ditas e-tchibum!...   a   
pescadora de pano revirava dentro da água com pedra e tudo.
          -Acuda,tia Anastácia!    Emília está se afogando!... gritou a menina aflita.
          De fato.Um peixe engolira a isca e, lutando
para safar-se do anzol,arrastara com a pescadora para o meio do rio.
          Tia Anastácia arranjou uma vara de gancho e
com muito jeito foi puxando para a beira do córre-
go a infeliz pescadora, até onde a menina a pudesse
agarrar.
          Assim aconteceu-e qual não foi o assombro de Narizinho vendo sair da água,presa ao anzol da
Emília,uma trairinha que rabeava como louca.
          -Credo! Até parece feitiçaria! resmungou tia
Anastácia.
          Muito contente da aventura,Narizinho dispa-
rou para casa com o peixe na mão.


               ATIVIDADES    DO     TEXTO  
1-Responda as questões abaixo:
a)Qual foi a ordem que Narizinho deu à boneca?
b)Por que a Narizinho ficou tão assombrada?
c)Qual é o título da história?

2-Marque sim ou não:
a) Um peixe engoliu a isca.
(  )Sim      (  )Não
b)A pescadora se afogou.
(  )Sim     (  )Não
c)Narizinho caiu dentro d'água.
(  )Sim     (  )Não
d)Tia Anastácia não soube o que fazer.
(  )Sim     (  )Não

3-Numere de acordo;
(1)Uma boneca de pano que tinha vontade de pescar.
(2)Uma tia velha.
(3)Uma menina muito levada.
(4)Uma trairinha que rabeava como louca.

(  )Narizinho
(  )Emília
(  )Anastácia

4-Marque no texto,de acordo com a legenda:
X- O parágrafo que descreve o plano de Narizinho.
+ - O parágrafo que descreve como tia Anastácia
arranjou a varinha de pescar.
**- O parágrafo que descreve como Narizinho conseguiu a isca e arrumou a pescaria à beira do rio.

5-Assinale as altenativas que completam as frases 
abaixo:
a)Narizinho ficou contente:
(  )com a pescaria
(  )com a Emília
(  )com a aventura

b)Tia Anastácia pensou que a pescaria foi:
(  )brincadeira
(  )feitiçaria
(  )aventura

6-O que tia Anastácia pensou,quando disse:Credo!
(  )que acreditava na Emília.
(  )que que estava assombrada.
(  )que estava feliz.

7-Assinale com um X  expressão que significa a mesma coisa:
a)Completou a obra :
(  )começou o serviço.
(  )terminou o anzol.
(  )acabou o serviço.

b)safar-se do anzol:
(  )ficar preso.
(  )agarrar-se à isca.
(  )livrar-se do anzol.
c)trairinha que rabeava:
(  )nadava como louca.
(  )debati-se furiosa.
(  )deslizava tranquila.:

8-Passe para o plural
a)bolso de avental_____________________
b)anzol de alfinete_____________________
c)linha de alinhavo_____________________
d)gafanhoto verde______________________
e)puxão na linha______________________



   

O coala sujo- autor desconhecido

Tudo é uma questão de costume, mas tomar banho era algo superior às forças daquele coala. A água e o sabão aterrorizavam-no e ninguém cons...