Este blog foi criado com o objetivo de postar a minha experiência como profissional da educação. Professora, pedagoga, psicopedagoga.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
O Pequeno Polegar- Capítulo III
O Pequeno Polegar
Capítulo III
Não tardou muito, e novamente a fome come-
çou a rondar aquela região.Balbino e sua mulher te-
miam voltar à mata, conhecendo de perto, como já
conheciam, seus horrores.
Mas, sem migalha de alimento , o pai levan-
tou-se depois de uma noite de tormentosa vigília e
resolveu naquela hora sair para mata.
-Vamos , mulher!Se não morrermos lá. mor-
remos aqui, pois não temos o que comer.Depois ,
vamos ficando mais fracos e não poderemos aguen-
tar a caminhada, apressemo- nos!
Teresa acordou as crianças e, sem demora, cada um com sua sacola às costas, foi seguindo o
pai e a mãe que levavam: ele um machado, ela um
saco.
Pequeno Polegar ia atrás de todos, custando a pegar o passo apressado dos outros.Ia com as mãos
nos bolsos , a pensar no que poderia fazer para mar-
car o caminho de casa.
Vendo à sua frente uma enorme árvore carre-
gada de bolotas esbranquiçadas, Pequeno Polegar, por que ia atirando- as de espaço a espaço, para
marcar o caminho por onde seguiam, caso aconte-
cesse, como da outra vez, de se perderem na mata.
Ninguém prestou atenção no Pequeno Pole-
gar, por que iam apressados e aflitos.
Chegaram à mata em lugar mais espesso e
mais escuro que da outra vez.
Ali a caça parecia mais fácil, porque um bando de veadinhos assustados se embrenhou mais
além ao ruido dos seus passos.
Pássaros em abundância.
As árvores pendiam de frutos, alguns desco -
nhecidos , outros comuns e saborosos.Enquanto seus
pais perseguiam uma veadinha, a que um deles já havia ferido na perna com uma bodocada, ali juntos, animaram- se e fizeram montes de frutas , que iam comendo , enquanto enchiam os bolsos e
as sacolas.
Embora Pequeno Polegar tivesse marcado
com a vista o lugar por onde seguiram seus pais ,
em vão os procuraram, momentos depois.Mesmo
assim, não desanimaram, e Pequeno Polegar estava
certo de achar o rumo de casa , acompanhando as
bolotas que havia atirado pelo caminho.
Mas ficou muito admirado, não podendo en-
contrar uma só, pois os esquilos haviam catado to-
das.
Aflitos, quando mais caminhavam mais se em-
brenhavam na floresta tenebrosa e se perdiam.
Era lua nova, e a noite estava escura como
breu. O vento soprava e assobiava, fazendo estalar
os ramos secos das árvores , que despencavam, fazendo um ruído rouco.
Os meninos estavam apavorados.Parecia- lhes
ouvir de todo lacodo os uivos de lobos.Agarravam-se
aos outros, tiritando de medo.
De repente, desabou uma grande chuva, acompanhada de raios e trovões.Ficaram gelados
até os ossos, com as roupas ensopadas e coladas ao
corpo.
Serenados os raios, Pequeno Polegar trepou
numa árvore para ver se descobria algum abrigo.
Divisou muito longe uma luz como a de uma can -
deia. Guardou bem a direção da luz, e desceu da
árvore e puseram -se todos a correr.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O pequeno polegar - capítulo II
O Pequeno Polegar
Capítulo II
Sem demora, lá se foram todos a caminho da
mata.
Pequeno Polegar , logo que se distanciou de
casa, parou, jogou uma pedrinha no chão.Logo adiante, fez o mesmo.
O pai , notando as paradas do menino, pen-
sou:
-Sempre esquisito este meu filho!Que será que está fazendo?
Depois perguntou-lhe:
-Pequeno Polegar, por que tanto olha para
trás?
-Ah!meu pai, estou avistando o meu pom-
binho branco lá em cima do telhado.
-Ora, deixe de bobagem , meu filho, é re-
flexo do sol na chaminé.
E continuaram. Pequeno Polegar ia derruban-
do um pedregulho de espaço a espaço, para marcar
o caminho por onde seguiam.
Chegaram, afinal, a uma floresta muito espes-
sa.
-É impossível não se arranjarem frutas e caça
para alguns dias, disseram os pais.
Reunindo os filhos ao redor de si, o pai lhes
disse:
-Meninos, cada um procure encher sua sacola
com frutas.Enquanto isto , eu e sua mãe tentaremos
apanhar aves ou outras caças.Quando for hora de
voltar , baterei na lata e venham sem tardar . A noi-
te não nos pode apanhar na mata!
Os pais distanciaram dos filhos, e estes, cada
um para um lado, tentaram apanhar frutas de algu-
mas árvores para levá-las para casa.
Pequeno Polegar não perdia de vista os irmãos e, quando algum lhe saía de perto , corria e
subia a uma árvore, até saber onde se achava .
O sol começava a descambar para o ocidente,
e o pai, com duas boas lebres às costas e algumas
aves, tocou na lata para reunir os filhos.
O som seco e estridente da lata ressoou várias
vezes pela mata e os meninos não apareceram.
É que os próprios pais, andando à caça, não
prestaram bem atenção no lugar por onde iam.
E , assim, se distanciaram dos filhos sem o
perceber.
A mulher pôs - se a chorar aflita.
O pai insistia em bater na lata, mas o rumor
da folhagem e murmúrio de uma cascata mistura -
vam - se com os sons.
Os meninos vendo o dia cair aplicavam o ouvido , procurando apanhar os sons esperados
ou o chamado dos pais. Mas nada!
Quando perceberam que estavam perdidos na mata , começaram a gritar.
Pequeno polegar , vendo o desespero dos ir-
mãos, lembrou-se de que o seu pai era velho lenhador e de que talvez acertasse o caminho de
casa.
Consolou os irmãos e disse-lhes:
-Não tenham medo!Fiz como Joãozinho que
marcou o caminho da mata com pedrinhas brancas,
e assim, ele e Maria acertaram direitinho com o ca-
minho de casa.Vamos!Eu vou à frente. Sigam-me !
Mas vamos depressa, porque a noite se aproxima.
Seguiram-no todos, e como andassem depressa, antes da noite cair, chegaram a casa que
estava fechada e as escuras.
O coração de Pequeno Polegar batia aflito
enquanto ele perguntava a si mesmo:
-Será que nossos pais estão perdidos na ma-
ta e não acertaram o caminho?
Correu e, chegando antes dos irmãos , encos-
tou o ouvido à porta e ouviu dizer lá dentro:
-Onde estarão meus filhos, meus pobres fi-
lhos!O meu pequenino Polegar,tão fraquinho, onde deve estar?
Pequeno Polegar não se conteve,Bateu na porta e disse:
-Estamos aqui , mamãe!
Teresa correu para abrir-lhes a porta e ,abra-
çando-os , disse:
-Graças a Deus!Como estou satisfeita por es-
tarem todos juntos,meus queridos filhos!
Balbino, que já estava disposto a sair em bus-
ca dos meninos, reuniu- se ao grupo.
Falando quase ao mesmo tempo, contaram aos pais o que sucedera.
Graças ao que tinham colhido no mato, pas-
saram alguns dias tranquilos e felizes.
Capítulo II
Sem demora, lá se foram todos a caminho da
mata.
Pequeno Polegar , logo que se distanciou de
casa, parou, jogou uma pedrinha no chão.Logo adiante, fez o mesmo.
O pai , notando as paradas do menino, pen-
sou:
-Sempre esquisito este meu filho!Que será que está fazendo?
Depois perguntou-lhe:
-Pequeno Polegar, por que tanto olha para
trás?
-Ah!meu pai, estou avistando o meu pom-
binho branco lá em cima do telhado.
-Ora, deixe de bobagem , meu filho, é re-
flexo do sol na chaminé.
E continuaram. Pequeno Polegar ia derruban-
do um pedregulho de espaço a espaço, para marcar
o caminho por onde seguiam.
Chegaram, afinal, a uma floresta muito espes-
sa.
-É impossível não se arranjarem frutas e caça
para alguns dias, disseram os pais.
Reunindo os filhos ao redor de si, o pai lhes
disse:
-Meninos, cada um procure encher sua sacola
com frutas.Enquanto isto , eu e sua mãe tentaremos
apanhar aves ou outras caças.Quando for hora de
voltar , baterei na lata e venham sem tardar . A noi-
te não nos pode apanhar na mata!
Os pais distanciaram dos filhos, e estes, cada
um para um lado, tentaram apanhar frutas de algu-
mas árvores para levá-las para casa.
Pequeno Polegar não perdia de vista os irmãos e, quando algum lhe saía de perto , corria e
subia a uma árvore, até saber onde se achava .
O sol começava a descambar para o ocidente,
e o pai, com duas boas lebres às costas e algumas
aves, tocou na lata para reunir os filhos.
O som seco e estridente da lata ressoou várias
vezes pela mata e os meninos não apareceram.
É que os próprios pais, andando à caça, não
prestaram bem atenção no lugar por onde iam.
E , assim, se distanciaram dos filhos sem o
perceber.
A mulher pôs - se a chorar aflita.
O pai insistia em bater na lata, mas o rumor
da folhagem e murmúrio de uma cascata mistura -
vam - se com os sons.
Os meninos vendo o dia cair aplicavam o ouvido , procurando apanhar os sons esperados
ou o chamado dos pais. Mas nada!
Quando perceberam que estavam perdidos na mata , começaram a gritar.
Pequeno polegar , vendo o desespero dos ir-
mãos, lembrou-se de que o seu pai era velho lenhador e de que talvez acertasse o caminho de
casa.
Consolou os irmãos e disse-lhes:
-Não tenham medo!Fiz como Joãozinho que
marcou o caminho da mata com pedrinhas brancas,
e assim, ele e Maria acertaram direitinho com o ca-
minho de casa.Vamos!Eu vou à frente. Sigam-me !
Mas vamos depressa, porque a noite se aproxima.
Seguiram-no todos, e como andassem depressa, antes da noite cair, chegaram a casa que
estava fechada e as escuras.
O coração de Pequeno Polegar batia aflito
enquanto ele perguntava a si mesmo:
-Será que nossos pais estão perdidos na ma-
ta e não acertaram o caminho?
Correu e, chegando antes dos irmãos , encos-
tou o ouvido à porta e ouviu dizer lá dentro:
-Onde estarão meus filhos, meus pobres fi-
lhos!O meu pequenino Polegar,tão fraquinho, onde deve estar?
Pequeno Polegar não se conteve,Bateu na porta e disse:
-Estamos aqui , mamãe!
Teresa correu para abrir-lhes a porta e ,abra-
çando-os , disse:
-Graças a Deus!Como estou satisfeita por es-
tarem todos juntos,meus queridos filhos!
Balbino, que já estava disposto a sair em bus-
ca dos meninos, reuniu- se ao grupo.
Falando quase ao mesmo tempo, contaram aos pais o que sucedera.
Graças ao que tinham colhido no mato, pas-
saram alguns dias tranquilos e felizes.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
O pequeno polegar- Capítulo I
O pequeno Polegar
Capítulo I
Longe, muito longe daqui, morava um pobre
lenhador ,Balbino , com sua mulher Teresa.
Tinham sete filhos, mas nenhum em idade de
ganhar a vida.
O menor deles fizera sete anos e, porque nas-
cera pequenino ,quase do tamanho de dedo polegar,
deram -lhe o nome de Pequeno Polegar.
Polegar era um menino esquisito . Tinha um
bom coração , era inteligente e ajuizado, e vivia
aflito por não poder ajudar seus pais. Por este mo-
tivo, vivia triste, pensativo e calado, sentado quase
sempre num tamborete ao lado do fogão.
Aconteceu que um dia a fome ameaçou toda
aquela região.
Os campos secaram , os animais pesteados
morriam, e a desgraça da fome começou a rondar
as casas.
Certa vez, o lenhador, voltando a casa, com
as mãos vazias, indagou:
-Como é Teresa,não se tem nada para comer?
E os filhos?
Teresa mostrou as latas de mantimentos vazi-
as como vazios também os armários.
O lenhador, andando de um para o outro la-
do , perguntava:
-Que fazer?Nossos filhos morrerão à míngua.
Vamos, mulher!Vamos à mata!Arranjaremos raízes,
frutas ou algum animal que nos mate a fome e a dos
nossos filhos. Amanhã cedo, partiremos todos. os
meninos nos hão de ajudar , subindo nas árvores
mais altas ou correndo atrás de alguma caça.
Pequeno Polegar, triste no seu cantinho, ou-
via tudo , calado.
A mulher dizia ao marido:
-Tenho medo de levar os meninos à mata.Os
lobos andam famintos , e, se uma alcateia nos alcan-
ça, morremos de uma vez.
-Sim, mulher, mas vê-los morrer à mingua,de
braços cruzados, é impossível.Vamos amanhã de madrugada, de qualquer jeito.
Pequeno Polegar que já ouvira tantas histó-
rias de meninos perdidos na mata, ora por se distan-
ciarem uns dos outros ,pensou que devia arranjar um jeito de livrar de perigos.
Que fez? Quando todos dormiam profunda-
mente , Pequeno Polegar levantou-se,foi à beira de
um regato onde as pedrinhas brancas apontavam,
encheu seus bolsos com elas e foi deitar-se nova -
mente.
Pela madrugada, o pai chamou a mulher e
os filhos e disse- lhes:
- Partamos! Cada um com sua sacola às cos-
tas.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
A leitura na visão de Nora Ephron
Ler é tudo.
Ler me faz sentir que realizei alguma coisa, aprendi alguma coisa, me tornei uma pessoa melhor. Ler me faz mais inteligente. Ler me dá assunto para conversar depois. Ler é o modo inacreditavelmente saudável com o qual o déficit de atenção se medica. Ler é uma fuga e o oposto da fuga; é um modo de fazer contato com a realidade depois de passar o dia inventando, e é um modo de fazer contato com a imaginação de outro alguém depois de um dia em que tudo foi demasiado real. Ler é proveitoso. Ler é felicidade. (Nora Ephron) |
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Músicas de carnaval de salão
Músicas de Carnaval de Salão
Resultados da pesquisa
"Marchinhas de Carnaval de salão"com Bethy Carvalho - YouTube
01/02/2010 - Vídeo enviado por leiareisbertaglia"Marchinhas de Carnaval de salão"com Bethy Carvalho video sem finalidade lucrativa imagens da ...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Carnaval no Brasil
O que é
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
História do Carnaval
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
Bonecos gigantes em Recife
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais no Rio de Janeiro :
1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinese
2000 - Imperatriz Leopoldinese
2001 - Imperatriz Leopoldinese
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
2011 - Beija-Flor
2012 - Unidos da Tijuca
2013- Vila Isabel
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:
1998 - Vai-Vai
1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinese
2000 - Imperatriz Leopoldinese
2001 - Imperatriz Leopoldinese
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
2011 - Beija-Flor
2012 - Unidos da Tijuca
2013- Vila Isabel
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:
1998 - Vai-Vai
1999 - Vai-Vai, Gaviões da Fiel
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde
2002 - Gaviões da Fiel
2003 - Gaviões da Fiel
2004 - Mocidade Alegre
2005 - Império de Casa Verde
2006 - Império de Casa Verde
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro
2011 - Vai-Vai
2012 - Mocidade Alegre
2013- Mocidade Alegre
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde
2002 - Gaviões da Fiel
2003 - Gaviões da Fiel
2004 - Mocidade Alegre
2005 - Império de Casa Verde
2006 - Império de Casa Verde
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro
2011 - Vai-Vai
2012 - Mocidade Alegre
2013- Mocidade Alegre
domingo, 10 de fevereiro de 2013
A origem do carnaval
O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
Equipe Brasil Escola
sábado, 9 de fevereiro de 2013
A Gata Borralheira-Capítulo IV-Final
A Gata Borralheira
Capítulo IV-Final
O príncipe Fernando , a quem foram avisar
de que acabava de chegar uma princesa desconheci-
da, muito formosa, correu para recebê-la.Conduziu-
a ao salão de baile.Fez-se um grande silêncio na ho-
ra em que entraram no salão, pois todos ficaram ad-
mirados com a beleza e a graça da princesa desco -
nhecida.Só se ouvia um murmúrio confuso.
-Que beleza!O príncipe Fernando, durante to-
do o baile, não procurou mais ninguém.
Entretida, Gata Borralheira esqueceu-se do
tempo.
De repente, olhou o relógio grande da sala
que marcava 15 minutos para meia - noite.
Escapou e, descendo rapidamente as escadas,
alcançou a porta.Tomou a carruagem e partiu.
O príncipe procurou a fugitiva , sem perceber
a maneira como escapara.
Gata Borralheira, ao chegar à casa , antes mesmo de abrir a porta, ouviu as badaladas da meia- noite e, por encanto, tudo voltou ao que era
antes e cada coisa ao seu lugar.A carruagem virou
abóbora que foi para junto da aboboreira.Lacaios,
cavalos e cocheiros voltaram a sua primeira forma,
cada um em seu lugar, como antes.Ela própria se
viu com seus trapos.
Sentou-se, então, no borralho e começou a recordar- se do que se passara.
De repente , bateram na porta.
Borralheira correu para abri-la.Eram as duas
irmãs e Ricardina, que chegavam . Uma delas, foi
logo dizendo:
-Ah! Borralheira! Apareceu no baile uma
princesa , linda, riquíssima vestida.Parecia mais
uma fada do que uma princesa.O príncipe Fernando
ficou de tal maneira impressionado, que não dançou
mais, depois que ela partiu.
Borralheira mal se continha de alegria, mas
calou-se , com medo que desconfiassem de alguma
coisa.
Dias após , houve outro baile, e, logo que as
duas moças partiram com sua mãe, Borralheira , sentada no canto do fogão ,esperava a madrinha .
Eis que ela aparece e transforma os vestidos de Borralheira em outros ainda mais lindo do que os
do primeiro baile.
Carruagens, lacaios, cocheiros e cavalos, a
uma palavra da fada e a um golpe da varinha de condão, puseram-se à porta, prontos para conduzi-
rem ao palácio.
Embora prometesse à madrinha que estaria de volta antes da meia- noite, ao entrar na carrua-
gem , ouviu ainda a recomendação:
-Cuidado,Maria!Preste atenção no relógio.
Olhe que poderá ter uma decepção!
Maria prometeu tudo e partiu, atirando -
lhe beijos da porta da carruagem.
Durante o baile, Gata Borralheira encantava
a todos pela beleza , pela graça e pela riqueza de
seu vestido.
Num certo momento , sentou-se entre duas
irmãs que se admiraram de que a princesa as cha-
masse pelo nome .Mas estavam longe de desconfiar
que pudesse ser Gata Borralheira a lindíssima jovem.
O príncipe não se afastava dela um minuto,
com medo de que escapasse , como no baile ante-
rior.
Gata Borralheira distraiu-se, e por isso,levou
um grande susto ao ouvir a primeira badalada da
meia- noite.Correndo mais depressa do que uma
corça, atravessou o salão. Desceu as escadarias e,
na pressa, deixou cair um pé de sapato na escada.
O príncipe , que corria atrás, abaixou- se
para apanhar o sapatinho.
Foi a sorte de Gata Borralheira! Enquanto
isso chegou a porta do palácio e,aí que decepção!
-carruagem, lacaios, cocheiros e cavalos, tudo
havia desaparecido.Suas vestes, na mesma hora se
transformaram nas mesmas rotas e velhas que usa-
va antes do toque da varinha mágica.
Resfolegante de susto e pressa, saiu Gata Borralheira pelos caminhos desertos e escuros,
até sua casa.
O príncipe , que corria atrás dela, indagou
aos guardas se não haviam visto sair uma princesa.
-Uma princesa , não. - responderam-lhe. Vi-
mos uma pobre menina de tamancos e de vestidos
rotos que não sabemos como conseguir entrar.
O príncipe Fernando não conseguiu dormir
a noite e, cedo, despertou seus cortesãos para que
fossem de casa em casa experimentar o sapatinho
de cristal em todas as moças do lugar , porque
resolvera casar-se com aquela a quem o sapatinho
servisse.
De porta em porta, desde a manhã até a tarde, os cortesãos experimentavam o sapato em
todas as moças dignas de ser esposa do príncipe,
Voltaram desanimados, à noite, mas o prín-
cipe pediu-lhes que experimentassem o sapatinho
também nas camponesas e nas criadas, porque era
certo que havia de servir em algum pé.Ele próprio
saiu acompanhando os cortesãos que experimenta-
vam o sapatinho em todas moças , fossem pobres,
fossem ricas.
Bateram à porta da casa de Gata Borralheira,
pedindo que chamassem a criada.Deram uma risa-
da, achando absurda a idéia de vir Gata Borralhei-
ra a experimentar o sapatinho de cristal.Porque o
príncipe insistisse , chamaram-na, então. Mas ,que
admiração!Gata Borralheira surgiu à porta tão linda
como nunca se apresentara antes.
O príncipe olhou - a encantado. Gata Borra-
lheira nem precisou experimentar o sapatinho de
cristal, porque já estava com o outro pé.
Assim vestida, belíssima, Gata Borralheira
partiu para o palácio com o príncipe Fernando, pa-
ra ser apresentada aos soberanos, seus pais, como a
escolhida para sua esposa.
As filhas de Ricardina compreenderam que a
felicidade de Gata Borralheira era o prêmio da sua
grande bondade.
Resolveram ser boas e dizem que mais tarde,
também se casaram com ricos príncipes, casamentos
arranjados por Gata Borralheira.
E foram muito felizes.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
A gata Borralheira-Capítulo III
A Gata Borralheira
Capítulo III
Gata Borralheira voltou para o seu cantinho
no borralho e pôs - se a chorar.
De repente ouviu um ruído e - oh!surpresa!-
a Fada Belmira, na sua frente, dizia-lhe:
- Eu sei porque você chora.Maria.Quer ir ao
baile, não é? Olhe!vá depressa ao quintal e traga-me uma abóbora .
Gata Borralheira correu e
foi diretamente à aboboreira.Apa-
nhou uma abóbora e levou-a à sua
madrinha, sem saber o que teria ela com o baile.
Num instante,Gata Borralheira levantava as
pedras e apanhava as lagartixas inquietas numa gar-
rafa que levou à sua madrinha.
A fada Belmira tirou as pevides da abóbora e
foi marcando nela a boléia, as janelas e as portas.
-Falta-me ainda uma coisa,Maria!Veja se ar-
ranja alguns ratos.
Maria foi a dispensa onde apanhou dois, ain-
da vivos, da ratoeira em que acabavam de cair.
Levando a abóbora e a garrafa com as lagartixas, desceu até os portões de entrada.
Aí, ao toque mágico da varinha - oh! mara -
vilha!- a abóbora se transformou numa carruagem
dourada, belíssima.As lagartixas, em belos cavalos
brancos de narinas vermelhas e crinas longas; os ratos eram elegantes cocheiros, vestidos com uni-
formes pretos de frisos e botões dourados.
-Agora, Maria, traga-me três sapos que estão
cochilando à beira do repuxo.
Gata Borralheira correu e voltou com os sapos que piscavam dentro de uma cestinha de ara-
me.Tocados pela varinha da Fada Belmira, transfor-
maram - se em lacaios de roupas de veludo e sapa -
tos pretos de fivelas douradas que se puseram junto
da porta da carruagem tão corretos, como se nunca
houvessem feito outra coisa na vida.
Gata Borralheira estava tão confusa com to-
das aquelas coisas maravilhosas que acabavam de
acontecer, quando viu seus vestidos se transforma-
rem em outros belíssimos , do mais rico tecido , se-
meandos de pedrarias que brilhavam de mil cores.
Seus tamancos transformaram - se em sapatinhos
de Cristal, riquíssimos.Toda ela se transformara
na mais bela moça que se pode imaginar.
Antes de tomar a carruagem, a fada lhe reco-
mendou:
-Menina, antes da última pancada da meia -
noite , corra para carruagem.Senão, os seus vestidos
bonitos se tornarão nos seus trapos de todo dia e a
carruagem se transformará em abóbora, os cochei -
ros em ratos , os lacaios em sapos, os cavalos bran-
cos em sapos, os cavalos brancos em lagartixas.
Gata Borralheira prometeu à madrinha tudo,
tudo, e , sorrindo de felicidade, partiu para o palá-
cio.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A Gata Borralheira-Capítulo II
A Gata Borralheira
Capítulo II
Maria continuava sua triste vida, quando , um
dia, chegou ao palácio um emissário do rei Fernan-
do, convidando-a e às filhas de Ricardina para uma
festa em que seria escolhida a esposa para seu filho,
o príncipe Fernando.
As duas moças ficaram contentíssimas com o
convite, esperançosas de que uma delas seria a es-
colhida.
Puseram a arrumar-se.Abriram baús de onde
tiraram riquíssimos vestidos de seda. Despejavam
seus cofres sobre a mesa para escolher a joia que
assentasse bem com os vestidos.
Os melhores cabelereiraos e manicures foram
chamados, e , o dia inteirinho, as moças passaram preparando- se.
Gata Borralheira ajudava-as em tudo.Passava os vestidos e as fitas, escovava-lhes os sapatos , aju-
dava -as a pentear- se e enfeitava - as o mais que podia.
Vendo lágrimas nos olhos de Maria, Ricardi-
na disse- lhe:
Ah! Também você queria ir ao baile?Ora es-
sa!Era o que faltava!O príncipe formoso dançar com a Gata Borralheira !
Deram todos uma risada!
Mas Ricardina disse:
-Está bem! Se conseguir separar os grãos de
feijão , que estão misturado com as lentilhas na des-
pensa, poderá ir.
Gata Borralheira, mais do que depressa, cor-
reu para a despensa, e que viu? Um saco de feijão
misturado com outro de lentilhas!
Não desanimou , porém, Chegou a janela e gritou:
-Passarinhos! Passarinhos!Pombinhas!
Andorinhas, minhas amigas!Venham todos!
Venham ajudar-me a separar o feijão das len-
tilhas.
Duas pombinhas brancas apareceram na janela da cozinha, chegaram depois as andorinhas
e todos os passarinhos.Num instante, fizeram a se-
paração dos grãos.
Muito contente, Gata Borralheira chamou Ri-
cardina para mostrar que tudo estava pronto, certa
de obter licença para ir ao baile.
Ricardina admirou- se da rapidez cpm que a
Gata Borralheira fizera o trabalho e , sem desconfi-
ar de coisa alguma, disse:
-De qualquer maneira, você não poserá ir ao
baile Maria.Não há tempo!As meninas levaram dias
em arranjos.Seria uma vergonha, levar você mal
arrumada.
Virando-lhe as costas.Ricardina e suas filhas
saíram para tomar a carruagem que esperava à por-
ta, para levar ao palácio rei Fernando.
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