Este blog foi criado com o objetivo de postar a minha experiência como profissional da educação. Professora, pedagoga, psicopedagoga.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
O coala sujo- autor desconhecido
Tudo é uma questão de costume, mas tomar banho era algo superior às forças daquele coala. A água e o sabão aterrorizavam-no e ninguém conseguia convencê-lo da necessidade de andar por aí limpo. Era tanta a sujeira, que em casa e na escola, todos o evitavam, com um gesto de nojo. Na verdade, o coala tinha um cheiro muito desagradável.
Desiludido, o pequeno coala subia às árvores mais altas, desejoso de encontrar um cantinho tranqüilo. Mas nem assim! De vez em quando, encontrava algum pássaro muito asseado que, horrorizado, o expulsava de seus domínios a bicadas.
A vida tornou-se insuportável para o coala. Até que finalmente, ele resolveu enfrentar o problema.
- Vejamos, disse para si mesmo. Não seria preferível passar um mal bocado todas as manhãs e depois poder usufruir de uma vida normal durante todo o resto do dia, em vez de continuar nessas tristes condições o dia inteiro?
Assim pensando, o coala chegou à conclusão correta. Enchendo-se de coragem entrou numa banheira bem cheia de água e sabão. Bem limpo e perfumado, o coala surpreendeu agradavelmente a toda gente. Os parentes, amigos e colegas receberam-no na comunidade de braços abertos.
Ao fim de algumas semanas, o coala até já achava agradável tomar seu banho. Quando o sapato aperta, amigo, o jeito é encolher os dedos.
O leão e o esquilo- autor desconhecido
Fazia muito calor e o leão decidiu procurar um lugar fresco onde pudesse descansar. Ali, esticou e agitou sua cauda preguiçosamente, enquanto o tempo passava. De repente, um esquilo saiu de uma moita próxima e, imprudentemente, passou por debaixo das barbas do rei das selvas. O leão sentiu vontade de brincar com o esquilo e começou a persegui-lo. O pobre animalzinho pensou que o leão quisesse comê-lo. Tremendo da cabeça ao rabo, suplicou que lhe poupasse a vida.
- Se me soltar, bom leão, prometo ajudá-lo a lutar contra seus inimigos, disse o esquilo morto de medo.
- Ah! ah! ah! Que ajuda você pode me dar, bichinho insignificante? Vá embora depressa antes que eu perca a paciência! respondeu o leão menosprezando-o.
O tempo passou. Um dia, o orgulhoso rei das selvas caiu numa armadilha feita por caçadores. Debateu-se muito, tentando corajosamente livrar-se da rede, mas nada conseguiu. Então apareceu o esquilo que, pacientemente, começou a roer a rede com seus dentinhos afiados. Dessa maneira conseguiu libertar o leão.
Arrependido pelo desprezo com que tratava o animalzinho, desculpou-se com ele.
- Perdoe-me, esquilo. Agora compreendo que todos os animais, por menores que sejam, merecem o maior respeito. Prometo que nunca mais voltarei a rir de você, disse o leão.
- Não se preocupe, bom amigo. Sábio é aquele que reconhece a tempo os seus erros, respondeu o esquilo.
Daquele momento em diante, os dois tornaram-se amigos inseparáveis e puderam, juntos, enfrentar os perigos da selva
O professor Golfinho- autor desconhecido
O professor golfinho era sábio e tolerante. Achava que os castigos não davam resultado e preferia sempre convencer os alunos da necessidade de estudar a sério. Mas os alunos não lhe prestavam a menor atenção, habituados como estavam aos castigos e ameaças. O professor golfinho sofria com isso mas não dizia nada. Nunca se chateava nem se queixava.
As travessuras durante a aula aumentavam cada vez mais. Uma tarde, o ursinho quis pregar um belo susto à esquilinha. Levantou-se de sua carteira sem pedir autorização ao professor e, quando já estava se aproximando de sua colega, tropeçou em um armário, fazendo com que este caísse em cima da cabeça do professor golfinho. O professor teve de ficar ausente da classe por vários dias, e foi contratado para substituí-lo o professor atum, que era conhecido em todo o oceano por sua severidade. Castigava a turma inteira pelo menor deslize de qualquer aluno. Eles chegavam à casa, todos os dias, com atraso de duas horas.
- O primeiro que ousar fazer patifaria, leva quarenta reguadas e é expulso do colégio! costumava dizer o professor atum.
Como era de se esperar, todos os alunos da turma tinham saudades do professor golfinho. Mal podiam esperar que retornasse às aulas. Chegaram a se comprometer com ele que iriam portar-se muito bem e que estudariam muito.
Quando se restabeleceu, o professor golfinho voltou para sua turma, que chegou a ser a mais brilhante e estudiosa de toda a escola. O professor tinha demonstrado que a tolerância e a persuasão são sempre preferíveis aos castigos. Todos reconheceram, afinal, que seu método de ensino, baseado no amor e na tolerância davam muito bons resultados.
terça-feira, 7 de abril de 2026
Trilha com as casas coloridas
Trilha com as casas coloridas.
Um dado.
Cartas com operações a serem resolvidas. Serão três conjuntos de cartas. A cor da carta define o nível de dificuldade da operação. Exemplo:
Nível fácil - COR VERDE
Nível médio - COR VERMELHO
Nível difícil- COR AMARELO
04 marcadores coloridos.
Regras do jogo
Cada jogador escolherá um marcador, que deverá ser colocado na linha de SAÍDA
Decide-se quem começará o jogo;
Em seguida devem jogar o dado e andar quantas casas for tirado no dado;
O aluno deverá pegar uma carta da cor da casa onde parou e resolver a operação;
Se acertar a operação, permanece na casa;
Se errar volta duas casas;
Será o vencedor aquele que mais rápido chegar ao término da trilha.
objetivos
trabalhar a adição.
estimular o questionamentos sobre o jogo.
Um dado.
Cartas com operações a serem resolvidas. Serão três conjuntos de cartas. A cor da carta define o nível de dificuldade da operação. Exemplo:
Nível fácil - COR VERDE
Nível médio - COR VERMELHO
Nível difícil- COR AMARELO
04 marcadores coloridos.
Regras do jogo
Cada jogador escolherá um marcador, que deverá ser colocado na linha de SAÍDA
Decide-se quem começará o jogo;
Em seguida devem jogar o dado e andar quantas casas for tirado no dado;
O aluno deverá pegar uma carta da cor da casa onde parou e resolver a operação;
Se acertar a operação, permanece na casa;
Se errar volta duas casas;
Será o vencedor aquele que mais rápido chegar ao término da trilha.
objetivos
trabalhar a adição.
estimular o questionamentos sobre o jogo.
Jogos de Matemática
Jogos de
Matemática
1-Dominó da multiplicação
Material: pequenos
pedaços de madeira, nele contido operações de adição, subtração, multiplicação
e divisão, composto por 28 peças, cada peça possui de um lado a pergunta e do
outro a resposta. Por exemplo: 48 | 3x5 Desenvolvimento: A partir da primeira
peça que é colocada na mesa por um dos componentes desenvolve-se o jogo. Esta
atividade expande a capacidade de concentração o raciocínio a interação e
cálculos. Resultado alcançado com esse jogo: Os alunos trabalharam com tabuada
e concentração, foram motivados e entusiasmados a encontrar a resposta. Eles
gostaram e divertiram muito.
2- Bingo das multiplicações
Material: cartelas de bingo, cartolina com as
multiplicações, giz, milho. Desenvolvimento: cada aluno recebe uma cartela de
bingo, enquanto a professora retira de uma caixa um pedaço de cartolina, com a
multiplicação e a escreve com giz no quadro, o aluno faz a multiplicação, se
necessário a escreve, se em sua cartela tiver o resultado da multiplicação ele
marca com um grão de milho. O vencedor recebe um prêmio. Resultados alcançados
com esse jogo: Rapidez de raciocínio, raciocínio lógico, socialização. 2.3 Jogo
Caça à Resposta Certa Material: Perguntas anexadas no mural da sala de aula
(tabuada) Desenvolvimento: Os alunos em duas equipes, cada componente da equipe
recebe uma pergunta e caça uma resposta correta e anexa ao lado, ganha a equipe
que fizer mais pontos.
3- Twister matemático
Material: Tabuleiro colorido com respostas das
multiplicações matemáticas envolvendo a tabuada; Desenvolvimento: Em duplas,
onde um componente irá participar no tabuleiro e outro irá ajudar o colega,
auxiliando na resposta. As perguntas serão da seguinte forma: → mão direita no
6x9 → mão esquerda no 4x5 → pé direito no 3x9 → pé esquerdo no 2x7 O aluno irá
girar o corpo em direção às respostas e dessa forma, irá aprender a tabuada de
uma forma lúdica. Tem por objetivo trabalhar a tabuada de uma forma lúdica, e
indiretamente noções de lateralidade, coordenação motora, espírito competitivo
e trabalho em equipe respectivamente nas atividades propostas. Resultados
alcançados: Os objetivos foram alcançados, os alunos gostaram da atividade como
tudo o que envolve atividades variadas e mais agitadas. 2.4 Twister matemático
Material: Tabuleiro colorido com respostas das multiplicações matemáticas
envolvendo a tabuada; Desenvolvimento: Em duplas, onde um componente irá
participar no tabuleiro e outro irá ajudar o colega, auxiliando na resposta. As
perguntas serão da seguinte forma: → mão direita no 6x9 → mão esquerda no 4x5 →
pé direito no 3x9 → pé esquerdo no 2x7 O aluno irá girar o corpo em direção às
respostas e dessa forma, irá aprender a tabuada de uma forma lúdica. Tem por
objetivo trabalhar a tabuada de uma forma lúdica, e indiretamente noções de
lateralidade, coordenação motora, espírito competitivo e trabalho em equipe
respectivamente nas atividades propostas. Resultados alcançados: Os objetivos
foram alcançados, os alunos gostaram da atividade como tudo o que envolve
atividades variadas e mais agitadas.
4- Jogo Trilha do resto
Material: Trilhas
xerocadas, peões para movimentação, dado. Desenvolvimento: Os alunos em duplas
ou trios, distribui-se o material aos alunos, cada jogador coloca seu peão na primeira
casa da trilha. O primeiro jogador lança o dado e divide o número da casa em
que se encontra pelo valor tirado no dado. O resto dessa divisão será o número
de casas que o jogador terá de avançar na trilha. Se a divisão for exata, isto
é, não tiver resto, o jogador não andará nenhuma casa. Se errar a divisão,
perderá a vez. Ganha o jogo quem primeiro chegar ao final da trilha.
Os bandidos- autor desconhecido
Miau, Quac, Muu e Béé eram quatro amigos que gostavam de brincar de bandido e mocinho. Passavam horas brincando. Parecia que estavam interpretando cenas de um filme de "Far West".
No entanto, Muu e Béé tinham motivos para se queixar pois faziam sempre papel de vítimas e passavam o tempo todo amarrados a postes cravados no chão, enquanto Miau e Quac se divertiam muito, correndo de um lado para o outro.
- Não acham que devíamos trocar os papéis, amigos? Uma vez, assaltantes; outra assaltados. Está bem? Queixava-se Muu, apoiado por Béé.
Mas os dois aproveitadores. Miau e Quac, faziam-se de surdos. Tanto insistiram as "vítimas", que Miau, cansado lhes respondeu.
- Se não estiverem contentes, podem ir-se embora. Bastamos nós dois.
Assim fizeram, enquanto Miau e Quac continuavam a brincar. Desta vez, foi Quac que teve de fazer a pior parte da história. Ele protestou, Miau fartou-se e o convidou para ir embora. Quac seguiu o conselho: não perdeu tempo a juntar-se a Muue Béé.
Miau ficou sozinho. Quem seria a "vítima" agora? Não tardou a compreender que tinha sido egoísta. Procurou os três amigos, pedindo-lhes desculpas pela sua conduta. Eles o aceitaram de volta nas brincadeiras. Mas deixaram claro que seria preciso mudar de papéis por turnos.
Todos compreenderam que esta é a única maneira de brincar sem problemas.
Jogo Matemática humana
Matemática humana:
Ideal para fazer adição e subtração.
Não é bom para divisão e multiplicação, por motivos óbvios:
O procedimento é parecido com este primeiro, mas serão usados os próprios alunos para as operações, por isso, deve-se organizar bem para não virar bagunça. Pode-se numerar as crianças de zero a nove, obviamente, os números se repetirão se a classe for superior a este número mas é bom que haja números repetidos para
facilitar as operações.
Pode-se também, ao invés de numerar os alunos, separá-los em grupos de acordo com a operação a ser realizada. Desta forma o procedimento será parecido com o realizado com palitos, somente usando alunos.
Um exemplo: 2 + 1 = ?
Ideal para fazer adição e subtração.
Não é bom para divisão e multiplicação, por motivos óbvios:
O procedimento é parecido com este primeiro, mas serão usados os próprios alunos para as operações, por isso, deve-se organizar bem para não virar bagunça. Pode-se numerar as crianças de zero a nove, obviamente, os números se repetirão se a classe for superior a este número mas é bom que haja números repetidos para
facilitar as operações.
Pode-se também, ao invés de numerar os alunos, separá-los em grupos de acordo com a operação a ser realizada. Desta forma o procedimento será parecido com o realizado com palitos, somente usando alunos.
Um exemplo: 2 + 1 = ?
Brinquedos com materiais descartáveis
Cãozinho (poodle):
Material:
Material:
1 garrafa de refrigerante (ou suco) de 250 ml, lã grossa, cola, um pedaço de feltro (ou outro tecido) vermelho e três botões, sendo dois médios para os olhos e um menor para o nariz.
Passar cola em volta da garrafa toda, (se preferir, vá passando aos poucos a medida em que vai enrolando a lã), enrolar a lã começando do fundo para o gargalo, tomando o cuidado de cobrir toda a extensão. Fazer três chumaços de lã, amarrando-os ao meio, cortando as extremidades e formando assim, três pompons, colá-los um em cada lado do gargalo formando duas orelhas e o terceiro formando o rabo do cãozinho. Colar os botões médios no lugar dos olhos e o botão menor no lugar do nariz. Recortar um pequeno pedaço de feltro (pano) vermelho e colar no lugar da boca como boca mesmo ou como uma língua, como preferir.
Esperar secar e terá um cachorrinho de lã.
Querendo variar, basta fazer orelhas de cartolina recobertas de algodão para fazer um coelho ou de lã para fazer um gato. Irá variar somente o formato e tamanho das orelhas, lembrando que tanto gato quanto coelho têm “bigodinhos” que poderão se feitos com pedaços de palitos de dentes ou fios de vassoura de piaçava.
Com cartolina ou papel cartão é possível confeccionar diversos brinquedos como carros, cubos, dados, barcos, e tudo o que a imaginação trouxer. Basta desenhar os moldes, recortar, dobrar e colar.
Alguns moldes são:
Ainda com cartolina pode-se confeccionar uma cara de cavalo e encaixá-la em um cabo de vassoura. Com papel cartão e uma bela paisagem ou foto de revista é possível criar um quebra-cabeças.
Basta colar a figura na cartolina ou papel cartão, esperar secar bem e, depois, recortar as peças em tamanhos e formas diferentes.
Pode-se desenhar as formas e tamanhos antes de recortar ou, se tiver uma boa coordenação motora, pode ir diretamente ao recorte sem desenhar.
Esta técnica pode ser adaptada para se produzir letras e números para serem usados em alfabetização.
Porém, estes jogos de letras e números costumam ser bem baratos se comprados já prontos então, a menos que a intenção seja integrar a classe e desenvolver uma atividade a mais, o mais viável é comprar os jogos prontos.
Ainda é possível desenhar-se e confeccionar-se marionetes, fantoches e muitos outros brinquedos.
Ainda é possível desenhar-se e confeccionar-se marionetes, fantoches e muitos outros brinquedos.
O feijão, a palha e a brasa- autor desconhecido
Em uma pequena casa, morava uma velhinha muito caprichosa, e, por isso, seu fogão de lenha era bem cuidado.
Um dia a velhinha não percebeu a falta de uma palha, um grão de feijão e uma brasinha que antes estavam no fogão.
Os três tinham escapado e conversavam em um cantinho da cozinha.
A palhinha disse:
- Se eu não fugisse, a água fervente cairia em cima de mim quando a panela virou.
Disse a brasinha:
- Se eu não fosse esperta, já teria morrido e virado cinzas.
Por último, falou o feijão:
- Eu, como vocês, também fugi a tempo, senão já teria sido cozido.
Conversa vai, conversa vem, os três resolveram dar um passeio e logo encontraram um riacho.
Como nenhum deles sabia nadar, pensavam em um modo de atravessá-lo. Muito ativa, a palhinha disse:
- Vou ficar esticada, servindo de ponte, e vocês passam um de cada vez, e logo depois eu também irei para o outro lado.
A palha se esticou e a brasa passou primeiro, queimou a palha, caiu na água e se apagou.
A palhinha, sentindo a dor em sua barriga, soltou a mão da beira do riacho e também caiu na água.
O feijão, que não pôde passar, achou tanta graça, que riu até estourar. Porém, logo ficou triste, pois não sabia como se arranjar.
Teve muita sorte pois um alfaiate passou por ali e o costurou com linha preta.
É por isso que hoje ele tem um olhinho branco em sua barriga.
O ursinho desavergonhado- Autor desconhecido
O ursinho sempre se gabava de sua inteligência e senso de oportunidade. Nunca se esforçava para nada, mas a verdade é que vivia com muita facilidade. Tudo parecia cair do céu em suas mãos. Malicioso e sem vergonha, divertia-se fazendo inveja a seus amigos e vizinhos.
- Quando vejo vocês suando para se alimentar e vestir, tenho vontade de rir. Não posso evitar! Como é simples viver! Você precisa comer? Então, estique a sua pata e pegue a coisa mais apetitosa que encontrar. E assim deve ser com tudo.
Sempre à procura de novas facilidades, o ursinho descobriu com sua boa sorte, uma belo colmeia repleta de mel. Centenas de lindas abelhas trabalhavam incansavelmente para fabricar esse manjar. Mas o ursinho nem pensou nisso. Sem nenhum peso na consciência, muito feliz consigo mesmo por ser tão esperto, aproveitava cada descuido das abelhas para se banquetear.
- Ah! Ah! Ah! Que idiotas são estas abelhas! Fartam-se de trabalhar para depois deixarem seu mel seja roubado! Hum! Como está delicioso! Exclamava o glutão entre uma lambida e outra.
As abelhas, admiradas a princípio, vendo o mel desaparecer como que por encanto, decidiram vigiar a colmeia. Não tardaram a descobrir o travesso ursinho, dando o golpe de costume. Então, elas combinaram de lhe dar uma lição. Na manhã seguinte, escondidas, esperaram pela chegada do ursinho.
Pensando que a colmeia estava novamente deserta, o ursinho atirou-se sobre ela, pronto para colher o saboroso mel. De repente, todas as abelhas se atiraram sobre ele ao mesmo tempo, furiosas. Deram-lhe tantas ferroadas que ele, cheio de calombos e negro pelo inchaço saiu aos berros correndo através do bosque.
A lição deu bons resultados. O ursinho nunca mais voltou a apoderar-se dos bens alheios.
O ursinho e o mel- autor desconhecido
O ursinho era louco por mel. Se dependesse dele, comeria todo o mel que existe no mundo. Passava o dia inteiro a meter o focinho em colméias, onde o mel estava armazenado pelas abelhas. Sua mãe não parava de avisá-lo:
- Ursinho, não se meta onde não é chamado, se não um belo dia você vai levar um ferroada.
O ursinho não dava importância às sábias palavras de sua mãe. Sua vontade de comer mel era maior que tudo. Assim, ele continuava a farejar de colméia em colméia. As abelhas eram bondosas, e até compreendiam o bom gosto do ursinho. Mas, na verdade, o travesso já estava abusando, pois comia num instante grande quantidade de mel, que as abelhas levavam tempo para fazer com esforço.
Finalmente, quando elas perceberam que com bons modos não conseguiam dissuadi-lo da sua gula, decidiram dar-lhe uma lição. Uma forte ferroada no nariz... e o ursinho cheio de dores desatou a correr pelo prado, em direção à casa.
O ursinho guloso passou dois dias de cama, sofrendo dores no nariz.
- Bem que eu havia avisado, ursinho! Mas você não me obedeceu... dizia a mãe, pesarosa pela teimosia do filho.
Onde as palavras não chegam, uma forte ferroada resolve. Não é verdade, amiguinho?
Jogo A galinha do vizinho
Título: A galinha do vizinho
Tema: Construção dos números por meio de parlenda.
Objetivos: - Relacionar o numeral pelo símbolo numérico, escrita por extenso e por desenho; - Desenvolver o conceito de número e o raciocínio lógico-matemático por meio do lúdico; - Saber a relação entre o número e a quantidade; - Reconhecer a presença dos números em várias situações do dia-a-dia.
Encaminhamento metodológico: Nessa atividade para se ensinar os números de 1 a 10 a estratégia utilizada foi por meio da parlenda “A galinha do vizinho”. Na introdução houve a explicação e definição da palavra parlenda. No desenvolvimento do conteúdo foi feita a contextualização procurando relacionar ao contexto social que o aluno vive e de suas ações na vida cotidiana. As atividades tiveram como objetivo proporcionar a construção do conhecimento dos números por meio da parlenda “A galinha do vizinho”. Foi explorada a leitura, linguagem oral, escrita e visual. No coletivo foi construído um portfólio da parlenda trabalhada com a ilustração dos números de 1 a 10. Na ilustração, o numeral foi representado pelo símbolo numérico, pela escrita por extenso e por desenho representando a quantidade de ovos. Espera-se que o aluno ao deparar com a sequência bota um, bota dois, bota três e assim por diante observe uma ordem crescente dos números, saiba enumerar e atribuir um número a cada objeto, estabelecendo uma relação entre eles. Essa atividade propicia diversos momentos de aprendizagem e pode favorecer a construção do conceito de número. A avaliação se deu na participação do aluno durante a realização das atividades e na interação dele no coletivo. Sugestão: Se possível proporcionar um momento para eles assistirem o vídeo da “galinha do vizinho”.
Tema: Construção dos números por meio de parlenda.
Objetivos: - Relacionar o numeral pelo símbolo numérico, escrita por extenso e por desenho; - Desenvolver o conceito de número e o raciocínio lógico-matemático por meio do lúdico; - Saber a relação entre o número e a quantidade; - Reconhecer a presença dos números em várias situações do dia-a-dia.
Encaminhamento metodológico: Nessa atividade para se ensinar os números de 1 a 10 a estratégia utilizada foi por meio da parlenda “A galinha do vizinho”. Na introdução houve a explicação e definição da palavra parlenda. No desenvolvimento do conteúdo foi feita a contextualização procurando relacionar ao contexto social que o aluno vive e de suas ações na vida cotidiana. As atividades tiveram como objetivo proporcionar a construção do conhecimento dos números por meio da parlenda “A galinha do vizinho”. Foi explorada a leitura, linguagem oral, escrita e visual. No coletivo foi construído um portfólio da parlenda trabalhada com a ilustração dos números de 1 a 10. Na ilustração, o numeral foi representado pelo símbolo numérico, pela escrita por extenso e por desenho representando a quantidade de ovos. Espera-se que o aluno ao deparar com a sequência bota um, bota dois, bota três e assim por diante observe uma ordem crescente dos números, saiba enumerar e atribuir um número a cada objeto, estabelecendo uma relação entre eles. Essa atividade propicia diversos momentos de aprendizagem e pode favorecer a construção do conceito de número. A avaliação se deu na participação do aluno durante a realização das atividades e na interação dele no coletivo. Sugestão: Se possível proporcionar um momento para eles assistirem o vídeo da “galinha do vizinho”.
segunda-feira, 6 de abril de 2026
A Periquita tagarela-autor desconhecido
Os periquitos têm fama de tagarelas. Mas Periquitita deixava as outras mudas, com o seu falatório incessante. Era capaz de ficar vinte e quatro horas falando sem parar. Quem tivesse a desgraça de ser escolhido como vítima ouvinte, não escapava dela tão cedo. Ao fim de algum tempo, o pobre infeliz estava zonzo de tanta conversa fiada em seus ouvidos.
- Temos de fazer alguma coisa para nos livrar-nos do tormento que a Periquitita nos causa, propôs a zebra.
- Bah! Isso é muito fácil! Exclamou Lemurito, que por alguma razão era considerado o melhor de sua turma. Vamos oferecer-lhe um espelho. Assim ela poderá falar consigo mesma a toda hora. Ela fica tão empolgada com a conversa, que nem vai perceber que está falando sozinha!
O truque deu resultado. Lá ficou a Periquitita, no meio de uma clareira do bosque, falando... falando... com a sua própria imagem refletida no espelho.
Já estava assim havia três dias. Não há nada que a deixe mais entusiasmada do que um ouvinte que nunca responda nada. Se continuasse assim mais uma semana, correria o risco de ficar esgotada.
Mas, que se há de fazer?
O leão e o ratinho- adaptação Milton Berger
O ratinho viu- se de repente sob as patas de um leão.
Mas como por milagre não devorou o ratinho.
Na verdade levou um susto com o tamanho daquele pobre animal.
Como não sentia fome, preferiu deixar o rato ir embora.
Sem perceber , o leão causou um grande bem ao libertar o ratinho.
Muitos meses se passaram e o calor na floresta andava insuportável.
O leão já procurava há algum tempo um riacho para matar a sede.
Procurou, procurou e procurou até que um riacho no fundo de uma clareira achou.
-Club, glub, glub! Bebeu água até se fartar.
De repente, cai da árvore uma enorme rede de caçador, era uma ramadilha!
O leão ficou desesperado, debateu-se até cansar.
Mas de nada adiantou, não conseguia se livrar.
Mas para a surpresa de todos, olhe lá o ratinho que um dia foi libertado pelo leão.
A rede de caçar ele começou a roer até que o leão dela conseguiu escapar.
Correram então par bem longe dos caçadores,o rato e o leão.
Qual lição você acha que o leão aprendeu com isso?
Moral da história: Alguém que a gente ajude pode um dia nos dar a mão.
Causa e efeito: O bem que causamos para outro, amanhã poderá ser feito para nos ajudar, vamos praticar o bem!
O canguruzinho que saltava para trás
Num país muito longínquo, nasceu um dia um canguruzinho que tinha uma qualidade muito curiosa. Saltava para trás, ao contrário de todos os outros animais de sua espécie. Isso fazia dele alvo da zombaria dos outros. O canguruzinho, que era muito sensível, sofria muito e todas as noites chorava desconsolado, sem que ninguém visse. Um dia, o môcho, sábio e compreensivo, aproximou-se dele, dizendo: - De nada adianta ficar chorando pelos cantos. Se você se esforçar e treinar um pouco será capaz de saltar para frente como os outros cangurus. É uma questão de perseverança. O canguruzinho compreendeu que o macho tinha razão. Nessa mesma noite, começou a praticar no seu cantinho. Progredia rapidamente e, num belo dia, no meio da admiração geral, o canguruzinho deu uma autêntica exibição de saltos para a frente. Satisfeito e orgulhoso, o canguruzinho passou a considerar-se igual aos demais. Mas, na realidade, ele era mais capaz que os outros, porque era o único que sabia também saltar para trás!
A lebre mexeriqueira- autor desconhecido.
Vivia numa linda floresta, cheia de árvores frondosas e regatos de águas cristalinas, uma formosa lebre chamada Pitanga. Os bichinhos da mata lhe puseram esse nome porque seus olhos eram vermelhos como pitangas e ela gostava muito de comer essas deliciosas frutinhas... Ela era, realmente, uma gracinha! Possuía um focinho cor-de-rosa, orelhas pequeninas e mimosas, pelos brilhantes, sedosos e a cauda branquinha, tão delicada, tão macia que mais parecia um punhado de algodão. Pitanga tinha, no entanto, um terrível defeito: era muito mexeriqueira!
Se encontrava um corvo palestrando com um pombo, escondia-se sorrateiramente, atrás de uma árvore e ficava tão quietinha ouvindo a conversa. Depois ia espalhar pela mata inteira tudo o que tinha ouvido e também o que não tinha.
Aconteceu que, ao fim de certo tempo, a mata ficou em grande polvorosa, ninguém mais se entendia. Não havia mais harmonia entre os animais.
A lebre morria de rir da confusão que provocava entre a bicharada. Então o rei da floresta, vendo que aquela lebrinha era a causa de tantas discórdias, chamou-a à sua presença e repreendeu-a com energia.
A lebrinha, morrendo de medo, arregalava os olhinhos vermelhos e tremia da cabeça aos pés, prometendo emendar-se e nunca mais fazer intrigas.
Quando o rei a mandou de volta, segurou-a pelas orelhas e foi soltando devagarinho. À medida que as orelhas iam escorregando entre as mãos do rei, elas iam se esticando.
Quando ele viu que estavam bem longas, soltou-as de uma vez. Desde esse dia, a lebrinha muito tímida, vive a sua vida sem se preocupar com a vida dos outros e é muito querida por todos, apesar do tamanho de suas orelhas.
O pinguim Glutão- autor desconhecido
Existia, numa certa ilha, um pinguim que só sabia comer. Passava o dia pescando e banqueteando-se com as suas presas. Não se importava com os outros pingüins, que ficavam uma boa parte do tempo brincando uns com os outros e fazendo excursões pela ilha. Ele não gostava de fazer essas coisas; dedicava todo o seu tempo e energia a satisfazer o seu enorme apetite devorador.
Os seus pais chamavam-lhe a atenção com freqüência.
- Meu filho, dizia a mãe, por que não vai passear com seus amigos?
- Não, mamãe, estou muito ocupado pescando minha comida, respondia ele.
- Mas, filho, na vida há tempo para tudo, argumentou ela, surpresa.
- Não pense nisso, mamãe. Eu sei o que faço; não se preocupe, disse o pingüim.
Como era inútil discutir com ele, os pais acabaram desistindo.
Numa tarde de primavera, o pingüim encontrou um grupo de amigos seus que faziam acrobacias na neve. Que belos saltos e que graça tinham! Na verdade, possuíam uma invejável agilidade. Então, atraído pela beleza dos exercícios, quis participar deles, sem se lembrar que estava gordo. Por mais que se esforçasse, não conseguiu acompanhar os amigos.
Sem vírgula, sentiu-se infeliz por não poder brincar com os demais. Resolveu mudar de atitude. Procurou um recanto mais afastado da ilha, e ali permaneceu vários dias, comendo com moderação.
Quando regressou a casa, já tinha recuperado o seu peso. E também tinha aprendido uma grande lição: nunca mais voltaria a comer em excesso. Queria ser um pingüim como os outros.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
sábado, 28 de março de 2026
quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
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