domingo, 10 de maio de 2026

Projeto de leitura: Pedro Malasartes, esperteza popular e tradição oral

 

Pedro Malasartes na escola: cultura popular, humor, crítica social e atividades pedagógicas

1. Introdução

Pedro Malasartes e Mazzaropi: a esperteza popular nas histórias e no cinema

Pedro Malasartes é um personagem muito conhecido da tradição oral brasileira. Suas histórias apresentam um homem simples, pobre e astuto, que usa a inteligência para enfrentar situações difíceis, enganar pessoas gananciosas e escapar de problemas.

Essa esperteza popular também aparece em muitos personagens interpretados por Mazzaropi no cinema brasileiro. Assim como Pedro Malasartes, os personagens de Mazzaropi muitas vezes pareciam ingênuos, mas revelavam grande sabedoria diante das injustiças e das dificuldades da vida.

Tanto nas histórias de Pedro Malasartes quanto nos filmes de Mazzaropi, o humor serve para divertir, mas também para criticar comportamentos como a arrogância, a ganância, o preconceito e o abuso de poder. Por isso, esses personagens continuam importantes: eles mostram que a inteligência popular, a criatividade e a coragem também são formas de resistência.

Essa comparação pode ficar ótima antes das atividades da BNCC, porque abre espaço para perguntas como:

  1. Que semelhanças existem entre Pedro Malasartes e os personagens de Mazzaropi?
  2. Por que algumas pessoas confundem simplicidade com falta de inteligência?
  3. Como o humor pode ser usado para fazer crítica social?
  4. Pedro Malasartes é apenas um trapaceiro ou também representa uma forma de resistência?
  5. Que valores da cultura popular aparecem nessas histórias?

2. Quem é Pedro Malasartes?

Pedro Malasartes é um personagem popular conhecido por sua astúcia, criatividade e capacidade de escapar de situações difíceis. Em algumas histórias, ele parece representar o povo simples enfrentando os poderosos. Em outras, suas atitudes levantam dúvidas éticas, pois envolvem trapaças, enganações e vantagens sobre outras pessoas.

3. Pedro Malasartes e a tradição oral

Pedro Malasartes pertence à tradição oral e aparece em diferentes versões no Brasil e em Portugal. Também pode aparecer como Malazarte, Malazartes ou Malasarte.

 4-Pedro Malasartes no cinema: humor, esperteza e fantasia

Além das histórias da tradição oral, Pedro Malasartes também aparece em produções audiovisuais, como o filme “Malasartes e o Duelo com a Morte”. A obra reforça características marcantes do personagem: a esperteza, o humor, a capacidade de improvisar e o jeito popular de enfrentar situações difíceis.

No filme, a figura de Malasartes aproxima-se do universo dos causos, das narrativas fantásticas e da cultura popular brasileira. Essa presença no cinema mostra que o personagem continua vivo, atravessando gerações e ganhando novas formas de ser contado.

Assim como acontece nos contos populares, o cinema também apresenta Malasartes como alguém que usa a inteligência e a astúcia para lidar com desafios. Por isso, o filme pode ser usado como ponto de partida para conversar com os alunos sobre tradição oral, adaptação de histórias, linguagem cinematográfica e permanência dos personagens populares na cultura brasileira.

Perguntas para reflexão

  1. Que características de Pedro Malasartes aparecem no filme?
  2. O personagem é apenas engraçado ou também faz críticas sociais?
  3. Que diferenças existem entre uma história contada oralmente e uma história apresentada no cinema?
  4. Como o filme mistura humor, fantasia e cultura popular?
  5. Por que personagens como Pedro Malasartes continuam despertando interesse?

5. Bloco 1 — Ensino Médio: Malasartes, crítica social e ética

Pedro Malasartes no Ensino Médio: herói popular, anti-herói ou espertalhão?

6. Vídeos Sobre Malasartes

VÍDEO: TRIUNFO DE MALASARTES

 

VÍDEO: DOSSIÊ MALASARTES

Os vídeos descrevem as famosas peripécias de Pedro Malasartes, o personagem mais emblemático do folclore brasileiro, conhecido por sua astúcia e malandragem. O conteúdo reúne transcrições de filmes clássicos e contos populares que ilustram como ele utiliza o engano para sobreviver e punir indivíduos avarentos. Entre as histórias destacam-se o golpe do passarinho no chapéu, a venda de uma panela encantada e a clássica narrativa da sopa de pedra. Além de enfrentar patrões gananciosos e enganar viajantes ingênuos, as fontes exploram o duelo místico entre Malasartes e a Morte. O protagonista é apresentado como um herói popular de bom coração, que, apesar de trapaceiro, busca justiça contra a exploração alheia.

7. Podcast: Pedro Malasartes, cultura popular e formação de leitores

 

Afinal, Pedro Malasartes é um herói popular ou apenas um espertalhão?

Essa questão permite discutir a complexidade do personagem. Em muitas narrativas, Malasartes aparece como alguém pobre, astuto e capaz de enfrentar figuras de poder por meio da inteligência e da esperteza. Nesse sentido, pode ser visto como um herói popular, representante daqueles que não têm força, dinheiro ou prestígio social, mas usam a criatividade para sobreviver.

Por outro lado, suas atitudes também podem ser questionadas, pois muitas vezes envolvem enganação, trapaças e manipulação. Nesse caso, ele pode ser interpretado como um espertalhão, alguém que se aproveita das situações para obter vantagem.

Essa ambiguidade torna Pedro Malasartes uma figura muito rica para o trabalho pedagógico, especialmente no Ensino Médio, pois permite discutir cultura popular, ética, desigualdade social, humor, crítica social e relações de poder.

8-Reflexão para o Ensino Médio

As histórias de Pedro Malasartes provocam o riso, mas também nos fazem pensar sobre os limites entre inteligência, esperteza e enganação. No podcast, surge uma pergunta atual e necessária:

Quem são os “Pedro Malasartes” de hoje, que vivem de aplicar golpes, e quem são suas vítimas?

Essa reflexão ajuda os estudantes a perceberem que a esperteza nem sempre é inofensiva. Em alguns contextos, ela pode ser vista como forma de resistência de quem vive em situação de desigualdade. Em outros, pode se transformar em abuso, manipulação e exploração.

Por isso, é importante perguntar: quando a astúcia é uma forma de sobrevivência? Quando ela se torna injustiça? Quem ganha e quem perde nessas relações?

9-Questões para debate:

  1. Toda esperteza é errada?
  2. Existe diferença entre ser inteligente e ser enganador?
  3. Quando uma brincadeira ou vantagem passa a prejudicar outra pessoa?
  4. Quais golpes são comuns atualmente?
  5. Por que idosos, pessoas com pouca informação ou pessoas em situação de fragilidade podem ser mais vulneráveis?
  6. Como a escola pode ajudar os jovens a reconhecer manipulações e golpes?
  7. Pedro Malasartes, nas histórias tradicionais, se parece mais com uma vítima do sistema ou com alguém que se aproveita dos outros?

10-Questões norteadoras:

  1.   Afinal, Malasartes é um herói popular ou apenas um espertalhão?
  2. Quem são os “Pedro Malasartes” de hoje, que vivem de aplicar golpes, e quem são suas vítimas?
  3. A esperteza de Malasartes representa resistência, sobrevivência ou exploração?
  4. O riso provocado pelas histórias esconde alguma crítica social?
  5. Quando a astúcia ultrapassa o limite da ética?

Possíveis diálogos com disciplinas:

Língua Portuguesa, Sociologia, História, Arte, Filosofia, Projeto de Vida e Educação Midiática

  4. Bloco 2 — Ensino Fundamental: histórias, leitura e atividades

Pedro Malasartes no Ensino Fundamental: histórias populares para ler, imaginar e aprender

11-Sugestões de texto para serem trabalhados:

TEXTO I: A panela mágica



História de Pedro Malasartes — versão recontada

Pedro Malasartes era conhecido por sua esperteza. Andava de um lugar para outro, sempre com uma sacola no ombro, uma panela velha dentro dela e muitas ideias na cabeça.

Certo dia, depois de caminhar bastante por uma estrada comprida, Pedro sentiu uma fome enorme. Olhou para os lados e viu uma casa simples, com fumaça saindo pela chaminé.

— Onde há fumaça, há fogo. E onde há fogo, talvez haja comida — pensou ele.

Pedro se aproximou da casa e bateu palmas.

— Ô de casa!

Uma mulher apareceu na porta, olhando desconfiada.

— O que o senhor deseja?

Pedro tirou o chapéu e respondeu com educação:

— Minha senhora, venho de longe e estou muito cansado. Será que posso descansar um pouco aqui perto do fogão?

A mulher cruzou os braços e disse:

— Descansar pode. Mas comida eu não tenho para dar. Aqui tudo é contado.

Pedro sorriu de leve, como quem já esperava aquela resposta.

— Não se preocupe, minha senhora. Eu não vim pedir comida. Eu mesmo preparo meu almoço. Só preciso de um pouco de água e de um cantinho no fogo.

A mulher estranhou.

— Preparar almoço com o quê?

Pedro abriu sua sacola e tirou de dentro uma panela velha, amassada, mas bem limpa.

— Com esta panela aqui.

A mulher olhou para a panela e riu.

— Essa panela velha faz comida sozinha?

Pedro respondeu, muito sério:

— Faz, sim. Esta é uma panela mágica.

— Panela mágica? — perguntou a mulher, curiosa.

— Mágica de verdade. Com um pouco de água, fogo e paciência, ela prepara uma comida gostosa.

A mulher, querendo ver aquilo de perto, deixou Pedro se aproximar do fogão. Ele colocou água na panela, pôs no fogo e esperou alguns minutos. Depois mexeu a água com uma colher, cheirou o vapor e fez cara de satisfação.

— Hum… Está quase boa. Só falta uma pitadinha de sal para a mágica começar.

A mulher ficou curiosa e foi buscar o sal. Pedro colocou o sal na panela, mexeu devagar e provou.

— Agora melhorou muito. Mas toda panela mágica gosta de uma cebola para dar mais cheiro.

A mulher entrou na cozinha e voltou com uma cebola. Pedro picou a cebola, colocou na panela e continuou mexendo.

Logo começou a sair um cheirinho agradável.

— Ah, agora sim! — disse Pedro. — Mas, para ficar perfeita, essa panela gosta também de um pouquinho de gordura.

A mulher, cada vez mais interessada, trouxe um pouco de gordura. Pedro colocou na panela e mexeu novamente.

O cheiro foi ficando melhor. A mulher se aproximou mais, tentando olhar dentro da panela.

— E ela faz comida mesmo? — perguntou.

— Faz, sim — respondeu Pedro. — Mas, quando recebe um pouquinho de arroz, ela trabalha melhor.

A mulher pensou um pouco. Depois entrou em casa e voltou com uma xícara de arroz.

Pedro colocou o arroz na panela, mexeu com cuidado e tampou outra vez.

Depois de algum tempo, abriu a tampa e falou:

— Está quase pronto. Mas esta panela é muito caprichosa. Quando ganha um pedacinho de carne, faz uma comida de ninguém esquecer.

A mulher, já encantada com aquela história de panela mágica, buscou um pedaço de carne que estava guardado.

Pedro colocou a carne na panela, mexeu, tampou e esperou.

Pouco tempo depois, o cheiro da comida tomou conta da casa. A mulher já estava com água na boca. Pedro tirou a panela do fogo e serviu dois pratos: um para ele e outro para a dona da casa.

A mulher provou e ficou admirada.

— Mas não é que a comida ficou boa mesmo?

Pedro sorriu.

— Eu não disse que a panela era mágica?

A mulher comeu satisfeita e ficou olhando para a panela com vontade de possuí-la.

— Seu Pedro, o senhor vende essa panela?

Pedro balançou a cabeça.

— Vender, eu não vendo. Essa panela me acompanha pelas estradas. Mas a senhora já aprendeu o segredo dela.

— Que segredo?

Pedro respondeu:

— O segredo é simples: um pouco de água, um pouco de sal, uma cebola, um pouco de gordura, arroz, carne… Quando cada um coloca alguma coisa, a comida aparece.

A mulher ficou pensativa. Só então percebeu que a panela não era mágica coisa nenhuma. Mágica mesmo tinha sido a esperteza de Pedro Malasartes.

Pedro lavou sua panela, guardou-a na sacola, agradeceu e seguiu viagem, de barriga cheia e riso escondido.

E assim Pedro Malasartes foi embora, deixando para trás uma boa história e uma lição: quando existe colaboração, até uma panela vazia pode virar refeição.

 TEXTO II: Pedro Malasartes e o conto do passarinho



Certo dia, depois de caminhar muito, Pedro chegou a uma pequena vila. Estava cansado, com fome e sem dinheiro. Sentou-se à sombra de uma árvore para descansar um pouco.

Enquanto pensava no que fazer para conseguir comida, viu um passarinho pousado num galho. O bichinho cantava alegremente, sem se preocupar com nada.

Pedro olhou para o passarinho e teve uma ideia.

— Passarinho, hoje você vai me ajudar — disse ele, sorrindo.

Com muito cuidado, Pedro conseguiu pegar o passarinho e o colocou dentro de sua sacola. Depois seguiu pela estrada até encontrar uma venda movimentada, onde algumas pessoas conversavam.

Pedro entrou na venda, sentou-se num banco e ficou quieto por alguns minutos. De vez em quando, mexia na sacola e fingia escutar alguma coisa.

O dono da venda, curioso, perguntou:

— O que o senhor tem aí dentro dessa sacola?

Pedro respondeu, muito sério:

— Tenho um passarinho muito especial.

— Especial por quê? — perguntou o homem.

Pedro aproximou a sacola do ouvido, fez cara de quem ouvia uma mensagem importante e disse:

— Porque este passarinho adivinha coisas.

As pessoas que estavam ali olharam umas para as outras, desconfiadas e curiosas ao mesmo tempo.

— Adivinha? — perguntou uma mulher. — Que tipo de coisa?

Pedro respondeu:

— Ele sabe quem é generoso e quem é sovina. Sabe quem ajuda os outros e quem fecha a mão quando alguém precisa.

O dono da venda riu.

— Isso eu quero ver.

Pedro colocou a mão na sacola, como se conversasse com o passarinho, e falou:

— Meu passarinho está dizendo que nesta venda tem pão fresco, queijo e um bom pedaço de carne guardado.

O dono da venda arregalou os olhos.

— Ora, isso qualquer um poderia imaginar!

Pedro continuou, sem perder a calma:

— Ele também está dizendo que o dono da venda é um homem de bom coração, mas gosta de testar os viajantes antes de oferecer ajuda.

As pessoas começaram a rir. O dono da venda ficou meio sem graça.

— Esse passarinho é atrevido! — disse ele.

Pedro balançou a cabeça.

— Atrevido, não. Sincero.

A conversa chamou a atenção de mais gente. Todos queriam saber o que o passarinho dizia. Pedro, então, aproximava a sacola do ouvido e inventava respostas.

— Ele está dizendo que aquela senhora ali prepara um bolo muito cheiroso.

A mulher sorriu.

— É verdade! Acabei de fazer um bolo de fubá.

Pedro continuou:

— Agora ele está dizendo que aquele senhor de chapéu tem moedas no bolso, mas está fingindo que não tem.

Todos olharam para o homem de chapéu, que levou a mão ao bolso e ficou vermelho.

— Esse passarinho fala demais! — reclamou o homem.

A venda inteira caiu na risada.

O dono da venda, já entrando na brincadeira, resolveu oferecer comida a Pedro.

— Já que seu passarinho sabe tanta coisa, ele deve saber também que um viajante com fome não consegue andar muito.

Pedro fez cara de surpresa e aproximou a sacola do ouvido.

— É exatamente isso que ele acabou de dizer!

O dono da venda colocou sobre a mesa um prato com pão, queijo e carne. Pedro agradeceu e comeu com gosto. Enquanto comia, as pessoas continuavam pedindo que o passarinho adivinhasse mais coisas.

Depois de se alimentar bem, Pedro se levantou, ajeitou a sacola no ombro e disse:

— Meu passarinho agradece a bondade de todos. Agora precisamos seguir viagem.

Antes de sair, uma criança perguntou:

— Seu Pedro, o passarinho adivinha mesmo?

Pedro sorriu, abriu um pouco a sacola e deixou o passarinho voar. O bichinho bateu asas e subiu para o céu, cantando livre outra vez.

A criança ficou olhando, encantada.

— E agora? O senhor perdeu o passarinho mágico?

Pedro respondeu:

— Não perdi, não. Passarinho nasceu para voar. A mágica não estava nele.

— Estava onde? — perguntou a criança.

Pedro deu uma risadinha e respondeu:

— Estava na curiosidade das pessoas e na vontade de acreditar em uma boa história.

E assim Pedro Malasartes seguiu seu caminho, de barriga cheia e passo leve, deixando na vila muitas risadas, um passarinho livre e mais uma história para o povo contar.

Conversa sobre a história

Nesta narrativa, Pedro Malasartes usa sua esperteza para conseguir comida, mas a história também mostra o poder da imaginação, da curiosidade e da palavra. O passarinho não era mágico de verdade. Quem criava a “mágica” era Pedro, com sua habilidade de observar as pessoas e inventar uma boa conversa

 12. Atividades para os anos iniciais

Atividades mais lúdicas e acessíveis:

  • leitura compartilhada;
  • roda de conversa;
  • desenho da cena favorita;
  • sequência dos acontecimentos;
  • reconto oral;
  • identificação de personagens;
  • criação de novo final;
  • moral da história;
  • dramatização simples.

6. Atividades para os anos finais

Atividades com mais análise:

  • interpretação textual;
  • comparação entre versões;
  • características de Pedro Malasartes;
  • cultura popular e tradição oral;
  • humor nas narrativas;
  • diferença entre esperteza e enganação;
  • produção de reconto;
  • criação de uma nova aventura de Malasartes;
  • debate sobre ética e consequência das ações.

13. Habilidades da BNCC

Anos iniciais do Ensino Fundamental

Habilidades de leitura, escuta, oralidade, reconto, compreensão textual e produção de pequenos textos.

Anos finais do Ensino Fundamental

Habilidades de interpretação, análise de narrativa, comparação de textos, argumentação, oralidade e produção textual.

Ensino Médio

Habilidades ligadas à análise crítica, argumentação, cultura, ética, sociedade, mídias, discursos e relações sociais.

8. Sugestão para o professor

O professor pode escolher apenas uma história para uma aula mais curta ou organizar uma sequência didática. Nos anos iniciais, o foco pode ser a escuta, o reconto e a imaginação. Nos anos finais, a proposta pode avançar para interpretação e produção textual. No Ensino Médio, os vídeos e o podcast podem ser utilizados como ponto de partida para debates sobre cultura popular, ética, desigualdade social, golpes, manipulação e crítica social.

14. Fechamento da postagem

Pedro Malasartes continua vivo porque suas histórias falam de esperteza, riso, sobrevivência e contradições humanas. Ao levar esse personagem para a escola, o professor aproxima os estudantes da cultura popular brasileira e abre espaço para discutir leitura, oralidade, ética, sociedade e imaginação.

 Histórias, aprendizagens e ideias para educar

✍️ Maria Aparecida de Almeida
Pedagoga | Especialista da Educação

Compartilhando práticas pedagógicas significativas, alinhadas à BNCC, para inspirar o trabalho docente e fortalecer a aprendizagem

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