Pedro Malasartes na escola: cultura popular, humor,
crítica social e atividades pedagógicas
1. Introdução
Pedro Malasartes e Mazzaropi: a esperteza popular nas
histórias e no cinema
Pedro Malasartes é um personagem muito conhecido da tradição
oral brasileira. Suas histórias apresentam um homem simples, pobre e astuto,
que usa a inteligência para enfrentar situações difíceis, enganar pessoas
gananciosas e escapar de problemas.
Essa esperteza popular também aparece em muitos personagens
interpretados por Mazzaropi no cinema brasileiro. Assim como Pedro Malasartes,
os personagens de Mazzaropi muitas vezes pareciam ingênuos, mas revelavam
grande sabedoria diante das injustiças e das dificuldades da vida.
Tanto nas histórias de Pedro Malasartes quanto nos filmes de
Mazzaropi, o humor serve para divertir, mas também para criticar comportamentos
como a arrogância, a ganância, o preconceito e o abuso de poder. Por isso,
esses personagens continuam importantes: eles mostram que a inteligência
popular, a criatividade e a coragem também são formas de resistência.
Essa comparação pode ficar ótima antes das atividades da
BNCC, porque abre espaço para perguntas como:
- Que
semelhanças existem entre Pedro Malasartes e os personagens de Mazzaropi?
- Por
que algumas pessoas confundem simplicidade com falta de inteligência?
- Como
o humor pode ser usado para fazer crítica social?
- Pedro
Malasartes é apenas um trapaceiro ou também representa uma forma de
resistência?
- Que
valores da cultura popular aparecem nessas histórias?
2. Quem é Pedro Malasartes?
Pedro Malasartes é um personagem popular conhecido por sua
astúcia, criatividade e capacidade de escapar de situações difíceis. Em algumas
histórias, ele parece representar o povo simples enfrentando os poderosos. Em
outras, suas atitudes levantam dúvidas éticas, pois envolvem trapaças,
enganações e vantagens sobre outras pessoas.
3. Pedro Malasartes e a tradição oral
Pedro Malasartes pertence à tradição oral e aparece em
diferentes versões no Brasil e em Portugal. Também pode aparecer como Malazarte, Malazartes ou Malasarte.
Além das histórias da tradição oral, Pedro Malasartes também
aparece em produções audiovisuais, como o filme “Malasartes e o Duelo
com a Morte”. A obra reforça características marcantes do personagem: a
esperteza, o humor, a capacidade de improvisar e o jeito popular de enfrentar
situações difíceis.
No filme, a figura de Malasartes aproxima-se do universo dos
causos, das narrativas fantásticas e da cultura popular brasileira. Essa
presença no cinema mostra que o personagem continua vivo, atravessando gerações
e ganhando novas formas de ser contado.
Assim como acontece nos contos populares, o cinema também
apresenta Malasartes como alguém que usa a inteligência e a astúcia para lidar
com desafios. Por isso, o filme pode ser usado como ponto de partida para
conversar com os alunos sobre tradição oral, adaptação de histórias, linguagem
cinematográfica e permanência dos personagens populares na cultura brasileira.
Perguntas para reflexão
- Que
características de Pedro Malasartes aparecem no filme?
- O
personagem é apenas engraçado ou também faz críticas sociais?
- Que
diferenças existem entre uma história contada oralmente e uma história
apresentada no cinema?
- Como
o filme mistura humor, fantasia e cultura popular?
- Por
que personagens como Pedro Malasartes continuam despertando interesse?
5. Bloco 1 — Ensino Médio: Malasartes, crítica social e
ética
Pedro Malasartes no Ensino Médio: herói popular, anti-herói
ou espertalhão?
6. Vídeos Sobre Malasartes
VÍDEO: TRIUNFO DE MALASARTES
VÍDEO: DOSSIÊ MALASARTES
Os vídeos descrevem as famosas peripécias de Pedro Malasartes, o personagem mais emblemático do folclore brasileiro, conhecido por sua astúcia e malandragem. O conteúdo reúne transcrições de filmes clássicos e contos populares que ilustram como ele utiliza o engano para sobreviver e punir indivíduos avarentos. Entre as histórias destacam-se o golpe do passarinho no chapéu, a venda de uma panela encantada e a clássica narrativa da sopa de pedra. Além de enfrentar patrões gananciosos e enganar viajantes ingênuos, as fontes exploram o duelo místico entre Malasartes e a Morte. O protagonista é apresentado como um herói popular de bom coração, que, apesar de trapaceiro, busca justiça contra a exploração alheia.
7. Podcast: Pedro Malasartes, cultura popular e formação
de leitores
Afinal, Pedro Malasartes é um herói popular ou apenas um
espertalhão?
Essa questão permite discutir a complexidade do personagem.
Em muitas narrativas, Malasartes aparece como alguém pobre, astuto e capaz de
enfrentar figuras de poder por meio da inteligência e da esperteza. Nesse
sentido, pode ser visto como um herói popular, representante
daqueles que não têm força, dinheiro ou prestígio social, mas usam a
criatividade para sobreviver.
Por outro lado, suas atitudes também podem ser questionadas,
pois muitas vezes envolvem enganação, trapaças e manipulação. Nesse caso, ele
pode ser interpretado como um espertalhão, alguém que se aproveita
das situações para obter vantagem.
Essa ambiguidade torna Pedro Malasartes uma figura muito
rica para o trabalho pedagógico, especialmente no Ensino Médio, pois permite
discutir cultura popular, ética, desigualdade social, humor, crítica social e
relações de poder.
8-Reflexão para o Ensino Médio
As histórias de Pedro Malasartes provocam o riso, mas também
nos fazem pensar sobre os limites entre inteligência, esperteza e enganação. No
podcast, surge uma pergunta atual e necessária:
Quem são os “Pedro Malasartes” de hoje, que vivem de aplicar
golpes, e quem são suas vítimas?
Essa reflexão ajuda os estudantes a perceberem que a
esperteza nem sempre é inofensiva. Em alguns contextos, ela pode ser vista como
forma de resistência de quem vive em situação de desigualdade. Em outros, pode
se transformar em abuso, manipulação e exploração.
Por isso, é importante perguntar: quando a astúcia é uma
forma de sobrevivência? Quando ela se torna injustiça? Quem ganha e quem perde
nessas relações?
9-Questões para debate:
- Toda
esperteza é errada?
- Existe
diferença entre ser inteligente e ser enganador?
- Quando
uma brincadeira ou vantagem passa a prejudicar outra pessoa?
- Quais
golpes são comuns atualmente?
- Por
que idosos, pessoas com pouca informação ou pessoas em situação de
fragilidade podem ser mais vulneráveis?
- Como
a escola pode ajudar os jovens a reconhecer manipulações e golpes?
- Pedro
Malasartes, nas histórias tradicionais, se parece mais com uma vítima do
sistema ou com alguém que se aproveita dos outros?
10-Questões norteadoras:
- Afinal, Malasartes é um herói popular ou
apenas um espertalhão?
- Quem
são os “Pedro Malasartes” de hoje, que vivem de aplicar golpes, e quem são
suas vítimas?
- A
esperteza de Malasartes representa resistência, sobrevivência ou
exploração?
- O
riso provocado pelas histórias esconde alguma crítica social?
- Quando
a astúcia ultrapassa o limite da ética?
Possíveis diálogos com disciplinas:
Língua Portuguesa, Sociologia, História, Arte, Filosofia,
Projeto de Vida e Educação Midiática
4. Bloco 2 —
Ensino Fundamental: histórias, leitura e atividades
Pedro Malasartes no Ensino Fundamental: histórias
populares para ler, imaginar e aprender
11-Sugestões de texto para serem trabalhados:
TEXTO I: A panela mágica
História de Pedro Malasartes — versão recontada
Pedro Malasartes era conhecido por sua esperteza. Andava
de um lugar para outro, sempre com uma sacola no ombro, uma panela velha dentro
dela e muitas ideias na cabeça.
Certo dia, depois de caminhar bastante por uma estrada
comprida, Pedro sentiu uma fome enorme. Olhou para os lados e viu uma casa
simples, com fumaça saindo pela chaminé.
— Onde há fumaça, há fogo. E onde há fogo, talvez haja
comida — pensou ele.
Pedro se aproximou da casa e bateu palmas.
— Ô de casa!
Uma mulher apareceu na porta, olhando desconfiada.
— O que o senhor deseja?
Pedro tirou o chapéu e respondeu com educação:
— Minha senhora, venho de longe e estou muito cansado.
Será que posso descansar um pouco aqui perto do fogão?
A mulher cruzou os braços e disse:
— Descansar pode. Mas comida eu não tenho para dar. Aqui
tudo é contado.
Pedro sorriu de leve, como quem já esperava aquela
resposta.
— Não se preocupe, minha senhora. Eu não vim pedir
comida. Eu mesmo preparo meu almoço. Só preciso de um pouco de água e de um
cantinho no fogo.
A mulher estranhou.
— Preparar almoço com o quê?
Pedro abriu sua sacola e tirou de dentro uma panela
velha, amassada, mas bem limpa.
— Com esta panela aqui.
A mulher olhou para a panela e riu.
— Essa panela velha faz comida sozinha?
Pedro respondeu, muito sério:
— Faz, sim. Esta é uma panela mágica.
— Panela mágica? — perguntou a mulher, curiosa.
— Mágica de verdade. Com um pouco de água, fogo e
paciência, ela prepara uma comida gostosa.
A mulher, querendo ver aquilo de perto, deixou Pedro se
aproximar do fogão. Ele colocou água na panela, pôs no fogo e esperou alguns
minutos. Depois mexeu a água com uma colher, cheirou o vapor e fez cara de
satisfação.
— Hum… Está quase boa. Só falta uma pitadinha de sal para
a mágica começar.
A mulher ficou curiosa e foi buscar o sal. Pedro colocou
o sal na panela, mexeu devagar e provou.
— Agora melhorou muito. Mas toda panela mágica gosta de
uma cebola para dar mais cheiro.
A mulher entrou na cozinha e voltou com uma cebola. Pedro
picou a cebola, colocou na panela e continuou mexendo.
Logo começou a sair um cheirinho agradável.
— Ah, agora sim! — disse Pedro. — Mas, para ficar
perfeita, essa panela gosta também de um pouquinho de gordura.
A mulher, cada vez mais interessada, trouxe um pouco de
gordura. Pedro colocou na panela e mexeu novamente.
O cheiro foi ficando melhor. A mulher se aproximou mais,
tentando olhar dentro da panela.
— E ela faz comida mesmo? — perguntou.
— Faz, sim — respondeu Pedro. — Mas, quando recebe um
pouquinho de arroz, ela trabalha melhor.
A mulher pensou um pouco. Depois entrou em casa e voltou
com uma xícara de arroz.
Pedro colocou o arroz na panela, mexeu com cuidado e
tampou outra vez.
Depois de algum tempo, abriu a tampa e falou:
— Está quase pronto. Mas esta panela é muito caprichosa.
Quando ganha um pedacinho de carne, faz uma comida de ninguém esquecer.
A mulher, já encantada com aquela história de panela
mágica, buscou um pedaço de carne que estava guardado.
Pedro colocou a carne na panela, mexeu, tampou e esperou.
Pouco tempo depois, o cheiro da comida tomou conta da
casa. A mulher já estava com água na boca. Pedro tirou a panela do fogo e
serviu dois pratos: um para ele e outro para a dona da casa.
A mulher provou e ficou admirada.
— Mas não é que a comida ficou boa mesmo?
Pedro sorriu.
— Eu não disse que a panela era mágica?
A mulher comeu satisfeita e ficou olhando para a panela
com vontade de possuí-la.
— Seu Pedro, o senhor vende essa panela?
Pedro balançou a cabeça.
— Vender, eu não vendo. Essa panela me acompanha pelas
estradas. Mas a senhora já aprendeu o segredo dela.
— Que segredo?
Pedro respondeu:
— O segredo é simples: um pouco de água, um pouco de sal,
uma cebola, um pouco de gordura, arroz, carne… Quando cada um coloca alguma
coisa, a comida aparece.
A mulher ficou pensativa. Só então percebeu que a panela
não era mágica coisa nenhuma. Mágica mesmo tinha sido a esperteza de Pedro
Malasartes.
Pedro lavou sua panela, guardou-a na sacola, agradeceu e
seguiu viagem, de barriga cheia e riso escondido.
E assim Pedro Malasartes foi embora, deixando para trás
uma boa história e uma lição: quando existe colaboração, até uma panela vazia
pode virar refeição.
TEXTO II: Pedro Malasartes e o conto do passarinho
Certo dia, depois de caminhar muito, Pedro chegou a uma
pequena vila. Estava cansado, com fome e sem dinheiro. Sentou-se à sombra de
uma árvore para descansar um pouco.
Enquanto pensava no que fazer para conseguir comida, viu um
passarinho pousado num galho. O bichinho cantava alegremente, sem se preocupar
com nada.
Pedro olhou para o passarinho e teve uma ideia.
— Passarinho, hoje você vai me ajudar — disse ele, sorrindo.
Com muito cuidado, Pedro conseguiu pegar o passarinho e o
colocou dentro de sua sacola. Depois seguiu pela estrada até encontrar uma
venda movimentada, onde algumas pessoas conversavam.
Pedro entrou na venda, sentou-se num banco e ficou quieto
por alguns minutos. De vez em quando, mexia na sacola e fingia escutar alguma
coisa.
O dono da venda, curioso, perguntou:
— O que o senhor tem aí dentro dessa sacola?
Pedro respondeu, muito sério:
— Tenho um passarinho muito especial.
— Especial por quê? — perguntou o homem.
Pedro aproximou a sacola do ouvido, fez cara de quem ouvia
uma mensagem importante e disse:
— Porque este passarinho adivinha coisas.
As pessoas que estavam ali olharam umas para as outras,
desconfiadas e curiosas ao mesmo tempo.
— Adivinha? — perguntou uma mulher. — Que tipo de coisa?
Pedro respondeu:
— Ele sabe quem é generoso e quem é sovina. Sabe quem ajuda
os outros e quem fecha a mão quando alguém precisa.
O dono da venda riu.
— Isso eu quero ver.
Pedro colocou a mão na sacola, como se conversasse com o
passarinho, e falou:
— Meu passarinho está dizendo que nesta venda tem pão
fresco, queijo e um bom pedaço de carne guardado.
O dono da venda arregalou os olhos.
— Ora, isso qualquer um poderia imaginar!
Pedro continuou, sem perder a calma:
— Ele também está dizendo que o dono da venda é um homem de
bom coração, mas gosta de testar os viajantes antes de oferecer ajuda.
As pessoas começaram a rir. O dono da venda ficou meio sem
graça.
— Esse passarinho é atrevido! — disse ele.
Pedro balançou a cabeça.
— Atrevido, não. Sincero.
A conversa chamou a atenção de mais gente. Todos queriam
saber o que o passarinho dizia. Pedro, então, aproximava a sacola do ouvido e
inventava respostas.
— Ele está dizendo que aquela senhora ali prepara um bolo
muito cheiroso.
A mulher sorriu.
— É verdade! Acabei de fazer um bolo de fubá.
Pedro continuou:
— Agora ele está dizendo que aquele senhor de chapéu tem
moedas no bolso, mas está fingindo que não tem.
Todos olharam para o homem de chapéu, que levou a mão ao
bolso e ficou vermelho.
— Esse passarinho fala demais! — reclamou o homem.
A venda inteira caiu na risada.
O dono da venda, já entrando na brincadeira, resolveu
oferecer comida a Pedro.
— Já que seu passarinho sabe tanta coisa, ele deve saber
também que um viajante com fome não consegue andar muito.
Pedro fez cara de surpresa e aproximou a sacola do ouvido.
— É exatamente isso que ele acabou de dizer!
O dono da venda colocou sobre a mesa um prato com pão,
queijo e carne. Pedro agradeceu e comeu com gosto. Enquanto comia, as pessoas
continuavam pedindo que o passarinho adivinhasse mais coisas.
Depois de se alimentar bem, Pedro se levantou, ajeitou a
sacola no ombro e disse:
— Meu passarinho agradece a bondade de todos. Agora
precisamos seguir viagem.
Antes de sair, uma criança perguntou:
— Seu Pedro, o passarinho adivinha mesmo?
Pedro sorriu, abriu um pouco a sacola e deixou o passarinho
voar. O bichinho bateu asas e subiu para o céu, cantando livre outra vez.
A criança ficou olhando, encantada.
— E agora? O senhor perdeu o passarinho mágico?
Pedro respondeu:
— Não perdi, não. Passarinho nasceu para voar. A mágica não
estava nele.
— Estava onde? — perguntou a criança.
Pedro deu uma risadinha e respondeu:
— Estava na curiosidade das pessoas e na vontade de
acreditar em uma boa história.
E assim Pedro Malasartes seguiu seu caminho, de barriga
cheia e passo leve, deixando na vila muitas risadas, um passarinho livre e mais
uma história para o povo contar.
Conversa sobre a história
Nesta narrativa, Pedro Malasartes usa sua esperteza para
conseguir comida, mas a história também mostra o poder da imaginação, da
curiosidade e da palavra. O passarinho não era mágico de verdade. Quem criava a
“mágica” era Pedro, com sua habilidade de observar as pessoas e inventar uma
boa conversa
Atividades mais lúdicas e acessíveis:
- leitura
compartilhada;
- roda
de conversa;
- desenho
da cena favorita;
- sequência
dos acontecimentos;
- reconto
oral;
- identificação
de personagens;
- criação
de novo final;
- moral
da história;
- dramatização
simples.
6. Atividades para os anos finais
Atividades com mais análise:
- interpretação
textual;
- comparação
entre versões;
- características
de Pedro Malasartes;
- cultura
popular e tradição oral;
- humor
nas narrativas;
- diferença
entre esperteza e enganação;
- produção
de reconto;
- criação
de uma nova aventura de Malasartes;
- debate
sobre ética e consequência das ações.
13. Habilidades da BNCC
Anos iniciais do Ensino Fundamental
Habilidades de leitura, escuta, oralidade, reconto,
compreensão textual e produção de pequenos textos.
Anos finais do Ensino Fundamental
Habilidades de interpretação, análise de narrativa,
comparação de textos, argumentação, oralidade e produção textual.
Ensino Médio
Habilidades ligadas à análise crítica, argumentação,
cultura, ética, sociedade, mídias, discursos e relações sociais.
8. Sugestão para o professor
O professor pode escolher apenas uma história para uma aula mais curta ou organizar uma sequência didática. Nos anos iniciais, o foco pode ser a escuta, o reconto e a imaginação. Nos anos finais, a proposta pode avançar para interpretação e produção textual. No Ensino Médio, os vídeos e o podcast podem ser utilizados como ponto de partida para debates sobre cultura popular, ética, desigualdade social, golpes, manipulação e crítica social.
14. Fechamento da postagem
Pedro Malasartes continua vivo porque suas histórias falam de esperteza, riso, sobrevivência e contradições humanas. Ao levar esse personagem para a escola, o professor aproxima os estudantes da cultura popular brasileira e abre espaço para discutir leitura, oralidade, ética, sociedade e imaginação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário