Fábulas recitadas e cantadas
Alunos: “Sinhá Olivia quem é Você?
Sinhá Olivia quem é
você?
Conte para gente
saber.
Conte pra gente
saber “
Sinhá Olivia: Não sou daqui, eu vim de lá
Não sou daqui eu
vim de lá
Só para
histórias contar
Sinhá Olivia:A raposa e as uvas
Com as pernas já cansadas
E a barriga tão vazia
A Raposa viu uns cachos
E deu pulos de alegria
Tentava apanhar as uvas
Mas cansava-se em vão
E a alegria que tivera
Tornou-se desilusão
Enganando-se a si mesma
Por não conseguir tê-las
Disse então que eram verdes
Só cães podiam comê- lãs.
Mas quando ao ir-se embora,
Ouviu um leve ruído
Voltou-se com a esperança
De ter caído um cacho.
Alunos: “
Sinhá Olivia quem é você...
Sinhá
Olivia: A cigarra e a formiga
Durante todo o verão
Que bem cantou a cigarra
De dia estava na praia
À noite, ia para farra
Ficou no campo a formiga
Pensando no seu celeiro
O esforço do seu trabalho
Rendeu-lhe um bom dinheiro.
O inverno só trouxe frio e nada para
comer
À porta do formigueiro foi a cigarra
bater
Durante todo verão
Cantei pra te alegrar
Dá- me um pouco de comida.
Pra eu poder jantar
Enquanto te divertias
Eu estava a trabalhar
Cantavas
todos os dias
Agora vai lá
dançar.
Alunos: Sinhá Olivia quem é você...
Sinhá Olivia: O pavão
Lamentava-se
o pavão
De não cantar
nada bem
De não ter
voz bonita
Que o
rouxinol sempre tem
Não reclames
disse Deus
Pavãozinho
despeitado
Não vez que
pelas tuas cores
És famoso em
todo lado.
Cada um tem
seu encanto
A águia tem a
coragem
O melro tem o
seu canto
O pavão rica
plumagem
A ave
compreendeu
Não se podia queixar
Ninguém é
perfeito em tudo
Em tudo há que
se alegrar.
Alunos: Sinhá Olivia quem é você...
Sinhá Olívia: O corvo e a Raposa
No ramo de um
arbusto
O corvo
mostrava um queijo
A raposa
aproximou-se
Atraída pelo desejo
Muita
esperta, a raposa
Passou a
elogiar o corvo
As suas penas
e o canto
E até a forma
de andar.
Cego pelo seu
orgulho
O corvo
pôs-se a cantar
O queijo caiu
do bico
E a raposa
foi parar.
Alunos: Sinhá Olívia quem é você...
Sinhá Olivia: O leão , o rei da selva
O leão, o rei
da selva perdeu as forças e poder
Tornou-se
apenas um velho
Preparado pra
morrer
Os burros
davam-lhe coice
E os lobos
dentadas
Gazelas
faziam troça
E os bois
davam chifradas
Mal
conseguia rugir
O cansado rei
leão
Chegara a
hora de os fracos
Lhe poderem dizer não.
Sinhá Olivia: agora para terminar um conto vou- lhes contar.
Chapeuzinho
Vermelho
Um dia o
senhor lobo que andava a passear
Avistou a
Chapeuzinho e foi logo perguntar:
-Aonde vais, ó
menina com essa linda cestinha?
-Vou levar bolo e mel à minha avozinha.
Mais depressa
foi o lobo à casa da vovozinha
Enquanto ia
praticando falar com voz de netinha.
Alguém bate a
porta
Quem está a
bater?
É a tua
querida netinha
-Ai meu Deus é o lobo mau.
Não te como
avozinha.
Que grande
são os teus olhos!
-São
para te observar.
-Que grande é o teu nariz !
-É
para te cheirar.
-Que
grandes são tuas mãos!
- São
para te tocar.
-Que
grande é a tua boca!
É pra
melhor te beijar.
Sinhá Olivia: Estas histórias meninos vocês podem
encontrar na biblioteca do NEEC , é só ir lá pra
Procurar.Um beijo pra vocês todos, eu agora vou
deixar.
Sai Cantando: “ Entrou por uma porta saiu pela outra,
quem quiser que conte outra...”
( Poesias de Antônio José Ferreira- adaptação das
fábulas La Fontaine.Peça de Maria Aparecida de Almeida.)





Nenhum comentário:
Postar um comentário