1. Apresentação
O projeto “Lendas, Contos e Fábulas — Sementes da Sabedoria” propõe uma viagem literária por narrativas curtas, simbólicas e reflexivas, que atravessam diferentes tempos, culturas e modos de ensinar.
Por meio da leitura de lendas, contos e fábulas, os estudantes serão convidados a refletir sobre valores humanos, escolhas, liberdade, gentileza, sabedoria, convivência, justiça, responsabilidade e imaginação.
A proposta articula leitura, interpretação textual, oralidade, produção escrita, música, podcast, vídeo e livro digital, tornando o estudo dos gêneros narrativos mais dinâmico, sensível e significativo para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.
2. Justificativa
Lendas, contos e fábulas fazem parte da tradição oral e escrita da humanidade. Esses textos, embora muitas vezes breves, carregam ensinamentos profundos sobre a vida, o comportamento humano, a natureza, os sentimentos e as relações sociais.
Nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, esses gêneros podem ser trabalhados não apenas como textos infantis, mas como narrativas simbólicas capazes de provocar reflexão crítica, análise literária e debate sobre valores éticos e sociais.
O projeto valoriza a leitura como experiência estética, cultural e formativa, utilizando recursos digitais e audiovisuais para aproximar os estudantes das narrativas e ampliar as possibilidades de aprendizagem.
3. Público-alvo
4. Objetivo geral
Promover o estudo de lendas, contos e fábulas como gêneros narrativos capazes de desenvolver a leitura crítica, a interpretação, a oralidade, a produção textual, a criatividade e a reflexão sobre valores humanos e sociais.
5. Objetivos específicos
Identificar características de lendas, contos e fábulas.
Compreender a estrutura narrativa: personagens, espaço, tempo, conflito, desfecho e mensagem.
Analisar a presença de ensinamentos, moralidades e valores nos textos.
Relacionar as narrativas estudadas com situações da vida cotidiana.
Desenvolver habilidades de leitura, escuta, interpretação e argumentação.
Produzir textos inspirados nos gêneros trabalhados.
Utilizar recursos digitais, musicais e audiovisuais como apoio à aprendizagem.
Estimular a criatividade por meio de recontos, dramatizações, podcasts, vídeos e produções escritas.
6. Gêneros textuais trabalhados
7. Textos e temas do projeto
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Texto |
Gênero |
Tema principal |
Reflexão |
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Lenda dos
Beija-Flores |
Lenda |
Origem do voo
apressado dos beija-flores |
Consequência
das ações |
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Lenda das
Esmeraldas |
Lenda |
Uiara,
natureza e encantamento |
Respeito à
natureza e às crenças |
|
O Lobo e o
Cão |
Fábula |
Liberdade e
conforto |
A liberdade
não tem preço |
|
O Urso e as
Abelhas |
Fábula |
Provocação e
consequência |
Nem todo
conflito merece resposta |
|
A Raposa e as
Uvas |
Fábula |
Frustração e
orgulho |
Desprezar o
que não se alcança |
|
Os Animais e
a Peste |
Fábula |
Poder e
injustiça |
Crítica
social |
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O Fechador de
Olhos |
Conto |
Sono, sonho e
bondade |
Ter bom
coração também é sabedoria |
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O Livro
Mágico das Horas |
Texto
musical/narrativo |
Viagem pelas
narrativas |
A literatura
ensina por meio da imaginação |
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8. Textos bases:
Parte 1 — Textos com atividades pedagógicas
Texto 2: A lenda das Esmeraldas
A Lenda das Esmeraldas
Dizia-se que, numa paragem longínqua do Brasil, havia uma serra diferente de todas as outras serras.
Dizia-se que essa tal serra era toda verde, por ser feita inteiramente de esmeraldas.
Os rios próximos, os lagos, a areia, os pássaros, as nuvens e até o próprio luar tinham tons verdes, pelo reflexo verde da serra.
Essa serra maravilhosa ficava à margem da lagoa de Vapabuçu, longe, muito longe.
Diziam os índios que as pedras verdes eram os cabelos da Uiara, a mãe-d’água.
Mãe-d’água, contavam os índios, era uma linda sereia de longos cabelos verdes e olhos azuis profundos.
Possuía um palácio encantado e atraía, com sua beleza, todos que a viam, arrastando-os para as profundezas das águas.
Os índios não queriam que a Uiara — como também chamavam a mãe-d’água — acordasse. Acreditavam que ela estava a dormir e que sua vida estava em seus cabelos.
Por isso, os índios se alarmaram quando um intrépido bandeirante, Fernão Dias, não dando crédito à lenda, arrancou impiedosamente um punhado de pedras verdes.
Aquele gesto ia trazer a desgraça para a região. Mas a desgraça veio para o próprio bandeirante. Poucos dias depois, vitimado pela febre, Fernão Dias agonizava.
— Castigo! — diziam os índios. — Castigo para quem quis roubar o sono e a vida da Uiara. A Uiara não perdoou.
Fernão Dias morreu. Os índios se alegraram.
A Uiara vencera!
Atividades sobre o texto
1. Assinale com um X as alternativas corretas:
a) O título da história é:
b) O texto lido é:
c) Aquela era uma serra diferente de outras serras porque:
d) A expressão “longe, muito longe” dá ideia de:
e) A expressão “dizia-se”, no início do texto, mostra que:
f) “Reflexo verde da serra” significa que:
2. Responda às questões abaixo:
a) O que fazia tudo próximo da serra adquirir tons verdes?
b) Por que os índios não tocavam nas pedras verdes?
c) Qual foi o gesto que fez os índios se alarmarem?
d) Por que eles se alarmaram?
3. Localização da serra
Marque, no texto, com um sinal de +, o parágrafo que conta onde ficava a serra.
Agora, de acordo com o parágrafo que você marcou, assinale a alternativa correta:
4. Numere de acordo:
A
A Uiara não perdoou.
A Uiara vencera.
B
Os índios
A Uiara
O bandeirante
5. Sobre a Uiara, responda:
a) Outro nome: ______________________________________
b) Quem era: ________________________________________
c) Como era: ________________________________________
d) O que fazia: ______________________________________
e) De que eram seus cabelos? __________________________
6. Interprete, com suas palavras, as partes deste período:
“Todas as manhãs, ao nascer do sol, os rios próximos, os lagos e os pássaros refletiam tons verdes, porque a serra era de esmeralda, toda ela.”
Todas as manhãs: ___________________________________
Ao nascer do sol: ___________________________________
Os rios próximos, os lagos e os pássaros: _______________
Refletiam tons verdes: _______________________________
7. Dê adjetivos para os substantivos abaixo:
a serra: ____________________________________________
a Uiara: ____________________________________________
o palácio: __________________________________________
o bandeirante: ______________________________________
os índios: __________________________________________
8. Continue:
profundeza: profundo
beleza: ____________________________________________
riqueza: ___________________________________________
pobreza: ___________________________________________
9. Pontue o texto abaixo:
10. Produção de texto
Você acabou de ler uma lenda. Lendas são histórias inventadas para explicar alguma coisa.
Agora, invente uma lenda para explicar por que as águas do mar são azuis.
Texto 3: A Cerejeira
Dayse Bréscia
Em tempos distantes, existiu uma cerejeira cujos frutos eram vermelhos como rubi e doces como mel.
Todos os anos, quando estavam bem maduros, os camponeses, rindo e cantando, vinham saboreá-los. Com isso, a cerejeira sentia-se feliz.
Houve um ano, porém, em que uma grande enchente os impediu de ir. Com os galhos ao peso das frutas amadurecidas, a cerejeira cismava:
— Que pena! Logo agora que elas são tantas e tão lindas!
Cansada de esperar, perguntou ao vento que perpassava por suas folhas:
— Que notícias me traz dos camponeses?
— Ah, cerejeira, eles estão tristes, já não cantam mais. Só se preocupam com a reconstrução de suas casas...
Desolada, a árvore indagou:
— E minhas sementes ficarão perdidas? Quer ajudar-me a semeá-las?
— Mas como, se elas estão bem dentro das cerejas? Tudo o que posso fazer é derrubar as frutas no chão...
— É preciso que as sementes sejam espalhadas pela redondeza, pois só assim brotarão novas cerejeiras.
— Vou refletir sobre o melhor meio de ajudá-la. Amanhã voltarei.
E o vento partiu, deixando a cerejeira mergulhada em profunda tristeza.
Mas, no dia seguinte, estava de volta. Trazia com ele um bando de pássaros de asas pretas e bicos amarelos: os melros.
Vendo a cerejeira, pousaram alegres em seus galhos e comeram todos os seus frutos. Depois, em voos e revoadas, espalharam as sementes por toda parte.
Agradecida ao vento e encantada com a melodia dos pássaros, a velha árvore sentiu-se de novo feliz, por saber que suas sementes se transformariam em outras tantas árvores, com frutos vermelhos como rubi e doces como mel.
Atividades
1. Assinale a alternativa correta:
a) A cerejeira sentia-se feliz:
b) Houve um ano em que os camponeses não vieram. Por quê?
c) A cerejeira preocupou-se com a ausência dos camponeses porque:
d) O que o vento fez para ajudar a cerejeira?
e) A velha árvore sentiu-se novamente feliz:
f) Esta história se passa:
g) A expressão “voos e revoadas” significa:
2. Complete de acordo com a legenda abaixo:
Agora, volte ao texto e marque os trechos correspondentes.
3. Responda às questões abaixo:
a) Por que o vento não podia ajudar, ele mesmo, a semear as cerejas?
b) Como a autora explica quem são “os melros”?
c) A autora compara as cerejas com:
4. Dê o derivado das palavras abaixo:
Cerejeira dá: ________________________________________
Pereira dá: __________________________________________
Macieira dá: _________________________________________
Oliveira dá: _________________________________________
Parreira dá: _________________________________________
Nogueira dá: ________________________________________
5. Complete com o sufixo -eza ou -esa:
Triste: _____________________________________________
Camponês: __________________________________________
Redondo: ___________________________________________
Macio: _____________________________________________
Holandês: __________________________________________
Belo: ______________________________________________
Fraco: _____________________________________________
Português: __________________________________________
Puro: ______________________________________________
6. Troque a palavra destacada por uma palavra do texto:
a) Com os galhos pendidos ao peso das frutas, a cerejeira pensava.
pendidos: ___________________________________________
pensava: ____________________________________________
b) A cerejeira perguntou ao vento que passava entre suas folhas.
passava: ____________________________________________
c) Triste, a árvore perguntou.
triste: ______________________________________________
perguntou: __________________________________________
7. Passe para o plural:
a) Ao nascer do sol, a cereja brilhava como um rubi.
b) O melro de asa preta e bico amarelo espalhava a semente por toda parte.
8. Produção de texto
Crie um diálogo entre uma árvore nova e uma árvore velha.
9. Competências da BNCC
Língua Portuguesa
Leitura, escuta e interpretação de textos literários e multissemióticos.
Análise de narrativas ficcionais, considerando enredo, personagens, tempo, espaço, conflito e desfecho.
Reconhecimento dos efeitos de sentido produzidos pela linguagem literária.
Produção de textos narrativos, recontos, resenhas, comentários e roteiros.
Participação em rodas de conversa, debates e apresentações orais.
Arte
Apreciação de produções artísticas, musicais e audiovisuais.
Criação de representações visuais, dramatizações, vídeos e performances inspiradas nos textos.
Ensino Religioso / Projeto de Vida / Formação Humana
Reflexão sobre convivência, respeito, escolhas, empatia, liberdade, responsabilidade e justiça.
Texto 4: O cipreste que voltou a ser feliz
O Velho Cipreste e a Quaresmeira
Extraído de: Cenas Infantis — Isa Ramos
Um velho cipreste vivia feliz no meio da mata, até que uma quaresmeira brotou ali perto e, crescendo, floresceu pela primeira vez.
A velha árvore enlevou-se com a beleza e o colorido das flores e não se cansava de olhar a graça com que a quaresmeira balançava seus ramos floridos.
Acabou exclamando, entristecido:
— Eu sou sempre igual, e nenhuma flor colorida alegra meu verdor.
Assim pensando, sentiu o peso dos anos vividos. Seus galhos, até então erguidos orgulhosos para o céu, decaíram sem vigor.
As árvores vizinhas logo perceberam o que se passava com o cipreste e comentavam entre si a tristeza da velha árvore.
Um pintassilgo andava à procura de um bom lugar para edificar o seu ninho e, sabendo da tristeza do cipreste, meditou:
— Vou fazer meu ninho entre seus ramos e, quem sabe, com os meus gorjeios, conseguirei trazer-lhe um pouco de alegria.
Outras aves fizeram o mesmo: construíram seus ninhos nos ramos ainda verdes do cipreste.
O velho arbusto, assim, viu-se todo enfeitado de ninhos e avezinhas multicolores. Embevecido, ouvia seus doces trinados do nascer ao pôr do sol.
Quando a quaresmeira voltou a florir, o cipreste nem teve tempo de notar sua beleza, tão ocupado estava em fortalecer seus ramos para melhor proteger os ninhos de seus delicados inquilinos.
ATIVIDADES
1 -Em relação ao texto responda:
a) Quantos parágrafos tem o texto?
b)Faça uma + no parágrafo que descreve o cenário onde se passa a
história.
c)Faça um círculo à frente do parágrafo que descreve a tristeza do cipreste.
d) Leia o parágrafo que se segue e assinale com uma + o melhor título para ele:
"Vou fazer meu ninho entre seus ramos e
quem sabe se com meus gorjeios,conseguirei
trazer-lhe um pouco de alegria."
( )O pintassilgo esperto
( ) A bondade do pintassilgo
( ) O pintassilgo corajoso
2-Marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) O cipreste sentia-se infeliz porque não florescia.
( )Só o pintassilgo construiu ali seu ninho.
( )O cipreste deixou cair seu galhos sem vigor.
( )Quando a quaresmeira voltou a florir , o cipreste continuou triste e
desanimado.
( ) o velho cipreste fortaleceu seus ramos para abrigar os ninhos.
3- Em relação aos sentimentos do cipreste responda:
a) Quais sentimentos que o cipreste teve?
* Antes da quaresmeira Crescer:____________________________________________
*Quando viu a quaresmeira florida:__________________________________________
*Quando os pássaros cantavam em seus galhos:_________________________________
*Quando a quaresmeira voltou a florir:_______________________________________
4-Quais as características que o texto dá para:
- O Cipreste:____________________________________________________________
-a quaresmeira:__________________________________________________________
5- Por que o cipreste não teve tempo de notar a beleza da quaresmeira?
________________________________________________________________________
6-Pesquise em livros ou Internet informações sobre a planta quaresmeira:
7-Assinale a resposta certa:
a)O que fez o cipreste sentir de novo a alegria de viver foi:
( ) s beleza da quaresmeira.
( ) O verdor dos seus galhos.
( )O canto dos pássaros que se abrigavam em sua ramagem.
( )a preocupação com os filhotes dos passarinhos.
b) O sentido da palavra decair é:
( ) JOGAR ( ) pender ( ) baixar (
) suspender
c) Significado da palavra inquilino:
( ) Colegas ( )companheiros ( ) moradores
f)Significado da expressão sem vigor:
( ) Com força ( )
desanimado
g)Significado de edificar o ninho:
( ) enfraquecer ( ) quebrar
( ) fortificar
h)A expressão "todo seu vergor" significa que:
( ) o cipreste era florido
( ) o cipreste só tinha flores
( ) o cipreste estava novo e viçoso.
8- Complete com a concordância certa:
a) As aves _________________________ seus ninhos nos galhos do
cipreste.
(Construiu- construíram- construir)
b)A passarada________________________o velho arbusto de penas coloridas .
(enfeitou - enfeitaram- enfeita )
c) O cipreste e a quaresmeira________________duas belas árvores.
( era- é- eram)
9- Faça um círculo ,a sílaba tônica das palavras proparoxítonas:
árvore - até - pássaros - cipreste - água-
multicores - pálida
10- Leia as frases abaixo e faça um desenho de quem pratica a ação:
a) A quaresmeira florescia na mata.
b) Os pássaros fizeram seus ninhos nos galhos do velho cipreste.
c) O velho cipreste cresceu, orgulhoso ,no coração da mata.
Texto 5: A FLOR E O COLIBRI
Texto 6: A primavera chegou nas cidades
dos anões
1- Assinale o certo:
o melhor título para esta estória é;
( ) Os anões se divertiam
( ) A Chegada da Primavera
( ) Um passeio
( ) A cidade dos anões
2- Como ficou a cidade dos anões com a chegada da Primavera?
3-Numere as fichas de acordo com as ocupações:
( ) crianças
1-Tecia um
par de meias com fios de teia de aranha
( )Tom
2- Preparava deliciosos petiscos
( )D, Grã-Fina
3- brincavam .
( ) Cozinheiro
4- Fazia uma sela nova
4- Por que era perigoso para os anões saírem de casa,com
aquela chuva?
5-Faça um Parentese ( ) no diálogo de Peralta
e D.Grã-Fina.
6-Complete de acordo:
-Ocasião escolhida para o piquenique:
-Lugar onde esconderam a cesta:
-Tipos de flores encontradas no campo:
7- O que aconteceu quando Peralta foi apanhar bolinhos na
cesta?
8-Assinale o certo:
Ao ver o esquilo Peralta:
( )Ficou bravo e o expulsou.
( )Contou-lhe de quem era a merenda e convidou para
almoçar.
( ) Ficou triste porque perdeu a merenda.
9-Você acha que o esquilo gostou da idéia de Peralta?
-O que ele fez para agradecer-lhe?
10- Escreva uma palavra que significa o mesmo que:
a) petiscos
b) ansiosos
c) despontou
11- Complete de acordo:
a) Cravos,rosas e lírios...............................
o campo
(enfeitar-enfeitavam- enfeitava)
b) A passarada
............................................. anunciando a volta do sol.
(cantavam -cantava)
c) Todos ..........................................ao
piquenique.
(ir-foram-ia)
12-Continue:
a)anão
divertido-anões...........................................
b) esquilo brincalhão-esquilos
...............................
c)cidade encantada-
cidades..................................
d)campo
florido-campos........................................
e) violeta
multicolor-Violetas..............................
f) piquenique agradável-
piquenique.......................
Morta de fome a raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva.A safra tinha sido excelente.Ao ver a parreira carregada de cachos enormes , a raposa lambeu os beiços.Só que sua alegria durou pouco.Por mais tentasse ,não conseguia alcançar as uvas.
Por fim,cansada de tantos esforços inúteis ,resolveu ir embora dizendo:
_Por mim,quem quiser essas uvas pode levar.Estão verdes ,estão
azedas ,não me servem para nada.Se alguém me desse essas uvas eu não comeria.
MORAL DA HISTÓRIA:DESPREZAR O QUE NÃO CONSEGUE É FÁCIL.
Atividades sugeridas:
1-Qual foi o motivo que levou a raposa até o vinhedo?
2-Descreva o que aconteceu quando a raposa chegou ao vinhedo.
3-Ao fazer o comentário final ,qual foi a intenção da raposa?
4-Qual sentimento humano o autor tenta retratar nessa fábula?
5-Você seria capaz de descrever com suas palavras ,o significado da moral da fábula?
Um Asno, conduzido por seu dono, descia por uma estreita
trilha na encosta de uma montanha, quando de repente, cismou que deveria
escolher seu próprio caminho.
xxxx
xxxxEle acabara de ver seu estábulo no sopé da montanha, e para ele, a descida
mais rápida e sensata, seria pela encosta do precipício. Decidido, se joga no
abismo, quando seu dono o segura com toda sua força pela cauda, tentando
puxá-lo de volta. Mas o teimoso animal, faz birra e puxa com mais força
ainda.
xxxx
xxxx"Muito bem," disse-lhe o condutor, "siga
seu próprio caminho animal cabeça dura, e veja por si mesmo aonde este irá te
conduzir."
xxxx
xxxxDito isso, soltou sua cauda, e o tolo Asno se precipitou montanha
abaixo.
Autor: Esopo
Moral da História:
Aqueles que não dão ouvidos aos gentis conselhos dos mais sábios, logo se
encontrarão na estrada do infortúnio.
O Dia do Halloween
Raphael Pereira Mendonça
No dia do Halloween, zumbis, bruxas, lobisomens, vampiros e todos os tipos de monstros saem de seus esconderijos e vão assombrar a cidade próxima à Pensilvânia, lugar onde dizem que já nasceram vários monstros.
Os moradores dessa cidade não acreditavam nessa história de monstros. Então, nessa data, os meninos se fantasiavam de monstros e saíam pela rua, batendo de porta em porta, dizendo:
— Doces ou travessuras!
E sempre ganhavam muitos doces dos moradores.
Naquela noite, uma criança foi a uma casa desconhecida pedir doces, e a casa começou a se mexer. A criança levou um baita susto e, de repente, ouviu um uivado:
— Auuuuuuuuu! Auuuuuu!
O menino espiou pelo buraco da chave e viu uma múmia, um zumbi, um lobisomem, um vampiro e uma bruxa.
Eles estavam fazendo um plano para pegar todos os doces só para eles e voltar ao seu mundo, chamado Mzlvb. Porém, o plano teria que ser realizado rápido, porque, se demorassem, o buraco para o mundo Mzlvb iria se fechar. Esse buraco só durava durante a noite de Halloween.
Os monstros se dividiram em duplas, e o plano era o seguinte: um monstro assustava as pessoas, enquanto o outro roubava os doces.
O menino, ouvindo o plano maléfico dos monstros, chamou seus amigos. Com martelos e pregos, eles trancaram toda a casa pelo lado de fora. Os monstros não conseguiram escapar, nem mesmo por um buraquinho pela fechadura das portas.
O tempo passou, o dia amanheceu, e os monstros foram sugados pelo buraco de volta para o seu mundo.
Fonte e memória afetiva
Raphael completou 10 anos no dia 6 de novembro de 2012, e este foi o segundo livro do autor. Os desenhos deste livro são de sua irmã, Letícia Pereira Mendonça.
Este texto tem um valor afetivo especial, pois pertencia ao livrinho do meu sobrinho Raphael. Hoje, Raphael concluiu o curso de Medicina e seguirá residência em Pediatria. Letícia também é médica e casou-se no dia 6 de junho de 2026 com o médico Vitor Couto.
Texto 3: O lobo e o Cão
Texto 4: O urso e as abelhas
Um urso procurava, por entre as árvores, pequenos frutos silvestres para sua refeição matinal, quando deu de cara com uma árvore caída. Dentro dela, um enxame de abelhas guardava seu precioso favo de mel.
O urso, com bastante cuidado, começou a farejar em volta do tronco, tentando descobrir se as abelhas estavam em casa.
Nesse exato momento, uma das abelhas voltava do campo, onde fora coletar néctar das flores para levar à colmeia, e deu de cara com o matreiro e curioso visitante.
Receosa do que o urso pretendia fazer em seguida, ela voou até ele, deu-lhe uma ferroada e desapareceu no oco da árvore caída.
O urso, tomado de dor pela ferroada, ficou furioso e incontrolável. Pulou em cima do tronco com unhas e dentes, disposto a destruir o ninho das abelhas.
Mas isso apenas provocou uma reação de toda a colmeia.
Assim, ao pobre urso só restou fugir o mais depressa que pôde em direção a um pequeno lago, onde, depois de mergulhar e permanecer imerso, finalmente ficou a salvo.
Moral da história
É mais sábio suportar uma simples provocação em silêncio do que despertar a fúria incontrolável de um inimigo mais poderoso.
Texto 5: O milho grande
Essa é a história de um fazendeiro bem-sucedido. Ano após ano, ele ganhava o troféu “Milho Gigante” na Feira de Agricultura de seu município.
Chegava à feira com sua amostra de milho e saía vencedor, com uma faixa azul colorindo o seu peito.
O milho que produzia era melhor a cada ano.
Numa dessas ocasiões, um repórter do jornal, ao abordá-lo após a já tradicional colocação da faixa, ficou intrigado com a informação dada pelo entrevistado sobre como costumava cultivar o seu qualificado e valioso produto.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho gigante com os vizinhos.
Indagou o repórter:
— Como você pode dispor e compartilhar a sua melhor semente com seus vizinhos, quando eles estão competindo com você a cada ano?
O fazendeiro pensou por um instante e respondeu:
— Você não sabe? O vento carrega o pó do milho maduro de um campo para o outro. Se meus vizinhos cultivarem um milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade da minha plantação. Se eu quiser cultivar um milho bom, tenho que ajudar os meus vizinhos a também cultivarem um milho bom.
Moral da história
A produção de milho do fazendeiro não poderia melhorar se a do vizinho também não tivesse sua qualidade melhorada.
Isso vale para qualquer dimensão de nossas vidas. Os que escolhem estar em paz, os que querem viver bem, têm que ajudar os outros a encontrarem a felicidade, pois é também no relacionamento com os outros que depende a construção de nossas vidas.
Mensagem extraída de uma sacola de padaria.
Texto 6: O coelho,o hortelão e a Raposa
O coelho gostava muito das couves da horta de seu vizinho.
Todos os dias ia lá e comia até fartar-se.
Um dia, o hortelão chegou e armou um laço pendurado num pau.
O ladrãozinho caiu e ficou preso.
O hortelão chegou, viu o coelho e disse:
— Então era você que comia as minhas couves, seu malandro? Espere aí, eu já volto.
O hortelão foi ao mato e cortou um pau bem fininho.
Nisto, a raposa passou e perguntou ao coelho:
— Que está você fazendo dependurado aí?
O coelho não respondeu e, fingindo-se muito alegre, começou a balançar-se de um lado para o outro, como se estivesse gangorrando.
— Ah! — disse o coelho. — Cada minuto que fico aqui ganho um cruzeiro.
— Deveras? — perguntou a raposa.
— Deveras! Eu estou aqui espantando os pardais, não vê? Eu me balanço de um lado para o outro e eles nem chegam perto. Mas eu ganho dinheiro noutras coisas também. Tenho outros negócios. Se a senhora quiser, pode ficar no meu lugar, comadre raposa.
A raposa, muito ambiciosa, aceitou logo a proposta e tirou o laço da cabeça do coelho.
O coelho, espertíssimo, mais que depressa, meteu o laço na cabeça da raposa e foi-se embora.
A raposa, na mesma hora, pôs-se a balançar de um lado para o outro, do mesmo jeito que vira o coelho fazer.
Logo chegou o hortelão com o pau.
Olhou espantado para a raposa e disse:
— Cruz! Credo! Nunca vi coelho virar raposa.
Mas, assim mesmo, o hortelão deu uma sova na raposa até que o pau se quebrou. Depois, voltou para o mato, para buscar outro pau.
A raposa, então, lembrou-se de que, tempos atrás, havia judiado do coelho e que, decerto, ele se vingara agora de suas maldades. E começou a gritar:
— Pelo amor de Deus, senhor coelho! Eu estou muito arrependida e peço perdão de todas as ruindades que lhe fiz! Tire-me daqui! Tire-me daqui!
O coelho tinha bom coração, isto tinha, e perdoou à raposa.
Foi lá e desamarrou o laço.
Dali a pouco, o hortelão voltou com outro pau, bem mais grosso do que o primeiro, mas não encontrou nem sinal da raposa.
E o hortelão disse:
— Cruz! Credo! Agora, nem coelho, nem raposa!
Texto 7: O vento canta ...
Certa vez, uma indústria de calçados aqui no Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
“Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.”
Sem saber desse fax, alguns dias depois, o segundo consultor mandou o seu:
“Senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos... ainda.”
Moral da história
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
“Os tristes acham que o vento geme; os alegres, que ele canta.”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.
A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.
História extraída de uma sacola de padaria.
Texto 8: Os animais e a peste
A situação era desesperadora. Surgiu uma peste que estava matando todos os animais da floresta.
Para encontrar uma solução, eles resolveram fazer uma assembleia extraordinária.
O primeiro a falar foi o rei leão, que disse:
— Os deuses estão revoltados conosco. Um de nós deverá ser sacrificado para aplacar sua ira. Como sou o mais forte e já fiz muitas vítimas para me alimentar, ofereço-me para morrer por todos.
A plateia protestou:
— Nada disso! Vossa Majestade não deve morrer por nós.
— Então morro eu — disse o tigre —, que também já matei tantos animais quanto há estrelas no céu.
— Não! — protestou a plateia. — Um tigre tão valente como o senhor não pode morrer por nós.
Diante disso, o urso também se ofereceu:
— Já vivi bastante, sou o mais velho de todos e não farei falta a ninguém.
— Jamais permitiremos isso! Um urso com sua idade e sua força não pode morrer por nós.
Foi então que um burro, que estava no canto da sala, pediu a palavra:
— Acho que quem deve morrer por vocês sou eu, que comi a couve do quintal do padre.
E a plateia bradou a uma só voz:
— Perfeitamente! É você que deve morrer.
Dessa forma, o burro morreu por todos, para acalmar os ânimos dos deuses e trazer de volta a tranquilidade aos habitantes da floresta.
Moral da história
Aos poderosos tudo se desculpa; aos miseráveis nada se perdoa.
Texto 9: O fechador de olhos
Todas as noites, quando as crianças já estão cansadas de
brincar, estudar e conversar, chega devagarinho um personagem muito especial: o
Fechador de Olhos.
Ele não faz barulho. Anda de mansinho, pisa leve como se
seus pés fossem feitos de algodão. Ninguém o vê chegar, mas todas as crianças
sentem quando ele se aproxima. Primeiro vem o sono, depois os olhos começam a
pesar, e logo o mundo vai ficando calmo, silencioso e distante.
O Fechador de Olhos é amigo das crianças obedientes,
bondosas e tranquilas. Ele se aproxima da cama, ajeita o travesseiro, passa a
mão de leve sobre os cabelos e sopra suavemente sobre os olhinhos. Então, as
pálpebras se fecham devagar, como duas cortinas pequeninas.
Mas o seu trabalho não termina aí. Depois que fecha os olhos
das crianças, ele abre para elas as portas dos sonhos.
Para as crianças boas, ele traz sonhos bonitos. De dentro de
sua capa encantada, saem jardins floridos, pássaros coloridos, rios de águas
claras, brinquedos maravilhosos, castelos, estrelas e caminhos cheios de luz. A
criança dorme sorrindo, passeia por lugares lindos e acorda no dia seguinte
alegre e descansada.
Às vezes, o Fechador de Olhos mostra uma escola encantada,
onde os livros conversam, os lápis dançam sobre o papel e as letras formam
palavras como se fossem mágicas. Outras vezes, ele leva a criança para um campo
verde, cheio de borboletas, onde tudo parece feito de paz.
Mas o Fechador de Olhos também conhece as crianças
desobedientes, aquelas que passam o dia fazendo malcriação, brigando, mentindo
ou se recusando a ouvir bons conselhos. Para essas, ele não leva sonhos tão
bonitos. Quando se aproxima, fecha seus olhos do mesmo jeito, mas os sonhos que
aparecem são confusos e sem alegria.
Nesses sonhos, os brinquedos desaparecem, os caminhos ficam
escuros, as flores murcham e tudo parece estranho. A criança se mexe na cama,
vira de um lado para o outro e, às vezes, acorda assustada. Então percebe que é
muito melhor passar o dia fazendo o bem, tratando todos com carinho e guardando
no coração pensamentos bons.
O Fechador de Olhos gosta de crianças sinceras, educadas e
generosas. Ele não exige riqueza, nem presentes, nem grandes feitos. Para
receber bons sonhos, basta ter um coração limpo, respeitar as pessoas, ajudar
quando puder e procurar corrigir os próprios erros.
Todas as noites ele visita muitas casas. Entra nos quartos
iluminados pela lua, passa pelas janelas entreabertas e se aproxima dos berços
e das camas. Ele vê os pequenos dormindo abraçados aos travesseiros, aos
bonecos, aos cobertores e aos seus pensamentos.
Quando encontra uma criança que chorou durante o dia, ele
enxuga suas lágrimas com cuidado e lhe oferece um sonho doce. Quando encontra
uma criança triste, ele coloca em seu sonho uma paisagem bonita. Quando
encontra uma criança preocupada, ele sopra calma sobre seu coração.
Assim, noite após noite, o Fechador de Olhos continua sua
missão. Ele fecha os olhos das crianças para que possam descansar, mas abre a
imaginação para que possam sonhar.
E quando chega a manhã, ele vai embora sem se despedir. O
sol entra pela janela, os pássaros começam a cantar e as crianças despertam
para um novo dia.
Mas, antes de partir, o Fechador de Olhos deixa uma pequena
lição:
Quem guarda bondade no coração durante o dia encontra beleza
nos sonhos durante a noite.
Texto 10
AS DUAS CACHORRAS
10. Metodologia
O projeto poderá ser desenvolvido em etapas, combinando leitura, análise, escuta, audiovisual e produção criativa.
Etapa 1 — Sensibilização
Apresentação do tema: “O que as lendas, contos e fábulas ainda ensinam hoje?”
Exibição do vídeo ou apresentação do livro digital.
Conversa inicial sobre narrativas conhecidas pelos alunos.
Levantamento de conhecimentos prévios sobre lendas, contos e fábulas.
Etapa 2 — Leitura dos textos
Leitura individual, compartilhada ou dramatizada.
Organização dos textos por gênero.
Identificação dos elementos narrativos.
Discussão sobre a mensagem central de cada narrativa.
Etapa 3 — Escuta e apreciação
Audição do podcast.
Audição das duas versões musicais.
Comparação entre texto escrito, música e podcast.
Discussão: como a mesma mensagem muda quando aparece em diferentes linguagens?
Etapa 4 — Interpretação e análise
Atividades de compreensão textual.
Questões sobre personagens, conflito, moral, valores e linguagem.
Comparação entre lendas, contos e fábulas.
Análise das mensagens presentes nas narrativas.
Etapa 5 — Produção dos alunos
Os estudantes poderão produzir:
uma nova fábula com moral;
uma lenda para explicar algum fenômeno da natureza;
um conto curto com mensagem reflexiva;
um roteiro de podcast;
uma ilustração comentada;
uma dramatização;
um vídeo curto;
um mural com as “sementes da sabedoria” aprendidas.
Etapa 6 — Culminância
Apresentação dos trabalhos produzidos.
Exibição do vídeo.
Audição da música.
Socialização do livro digital.
Roda final com o tema:
“Que sementes de sabedoria esses textos deixaram em nós?”
11. Material para Download
Texto em Word: Projeto Contos, Lendas e fábulas.docx
12. Outros Recursos
13. Vídeo de apresentação do Projeto
Cada aluno escolhe uma frase ensinada pelos textos e escreve em uma “semente” de papel.
Exemplos:
As sementes podem formar um mural coletivo.
Atividade 3 — Reconto criativo
Os alunos escolhem uma narrativa e fazem um reconto em outro formato:
Atividade 4 — Debate
Tema:
As fábulas ainda servem para ensinar adolescentes e jovens?
Os alunos devem argumentar com exemplos dos textos lidos.
Atividade 5 — Produção textual
Proposta:
Escreva uma lenda, conto ou fábula que traga uma “semente de sabedoria” para os dias de hoje.
A produção deve conter:
12. Avaliação
A avaliação poderá ser processual, considerando:
participação nas leituras e discussões;
compreensão dos gêneros estudados;
capacidade de interpretar mensagens explícitas e implícitas;
produção oral e escrita;
criatividade nas atividades;
envolvimento com os recursos digitais e audiovisuais;
respeito às ideias dos colegas;
clareza na apresentação final.
13. Produto final
O projeto poderá ter como produto final:
mural “Sementes da Sabedoria”;
livro digital apresentado aos estudantes;
podcast educativo;
vídeo do projeto;
música-tema;
coletânea de textos produzidos pelos alunos;
apresentação oral ou artística.
14. Culminância
A culminância poderá acontecer com uma mostra literária em sala ou na escola, reunindo leitura de trechos, apresentação das músicas, exibição do vídeo
, escuta do podcast e exposição das produções dos alunos.
Sugestão de título para a culminância:
Mostra Literária: Sementes da Sabedoria nas Lendas, Contos e Fábulas
15. Conclusão
O projeto “Lendas, Contos e Fábulas — Sementes da Sabedoria” propõe uma abordagem literária, ética e criativa para estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
Ao entrar em contato com narrativas tradicionais e reflexivas, os alunos ampliam sua leitura de mundo, desenvolvem a imaginação, fortalecem a oralidade, exercitam a escrita e percebem que a literatura continua sendo uma forma sensível de compreender a vida.
Cada texto lido deixa uma mensagem. Cada personagem apresenta uma escolha. Cada narrativa planta uma pequena semente.
E essas sementes, quando cuidadas pela leitura, podem se transformar em sabedoria.
Histórias, aprendizagens e ideias para educar
✍️
Maria Aparecida de Almeida
Pedagoga | Especialista da Educação

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