Introdução
Nesta postagem, vamos conhecer uma das aventuras mais famosas de Ulisses: sua chegada à terra dos ciclopes e o encontro com Polifemo, o gigante de um olho só. A narrativa mostra como Ulisses usa a coragem, a inteligência e a estratégia para salvar seus companheiros de uma situação perigosa.
A história faz parte do universo da mitologia grega e permite trabalhar leitura, interpretação, oralidade, cultura clássica, valores humanos e produção textual. No material enviado, a narrativa apresenta a chegada de Ulisses com sua frota, a entrada na caverna de Polifemo, o plano para escapar e o retorno ao navio após vencer o perigo.
Apresentação do tema
Ulisses é um herói conhecido por sua astúcia. Diferente de outros personagens que vencem apenas pela força, ele vence muitos desafios pela inteligência. Na aventura com Polifemo, isso aparece quando ele engana o ciclope dizendo que seu nome é “Ninguém” e, depois, organiza a fuga dos companheiros escondendo-os sob os animais do rebanho.
Objetivos da postagem
Compreender uma narrativa inspirada na mitologia grega.
Identificar características do herói Ulisses.
Perceber a importância da inteligência, da calma e da estratégia diante dos desafios.
Ampliar o repertório cultural dos alunos por meio da leitura de mitos.
Estimular a produção oral, escrita e visual a partir da história.
Público sugerido
Ensino Fundamental II, especialmente 6º e 7º anos.
Também pode ser adaptado para o 8º ano, se o foco for narrativa de aventura, mitologia e análise de personagens.
BNCC — habilidades possíveis
Língua Portuguesa
EF69LP44 — Inferir a presença de valores sociais, culturais e humanos em textos literários.
EF69LP46 — Participar de práticas de compartilhamento de leitura e apreciação de textos literários.
EF67LP28 — Ler, de forma autônoma, textos de diferentes gêneros, expressando avaliação sobre o texto lido.
EF69LP47 — Analisar personagens, enredo, espaço, tempo e conflito em narrativas literárias.
História
EF06HI09 — Discutir o conceito de Antiguidade Clássica, seu alcance e influência na cultura ocidental.
EF06HI10 — Explicar a formação da Grécia Antiga, com ênfase na cultura, nos mitos e nas narrativas heroicas.
Ulisses, também conhecido como Odisseu, herói da mitologia grega. Ele participou da Guerra de Troia e enfrentou muitos desafios para retornar à sua terra, Ítaca.
Com sua frota de doze navios, chegou Ulisses ao país dos ciclopes.
À tarde, aportou a uma ilha que ficava mais próxima e dela avistou monstros gigantescos, que pastoreavam imensos rebanhos de cabras e carneiros pelas montanhas verdes e íngremes. Vozes horríveis e estranhas, misturadas com os balidos das cabras e dos carneiros, chegavam aos ouvidos dos marinheiros, aumentando-lhes o pavor.
Ulisses conhecia alguma coisa sobre os cruéis ciclopes e, entre outras coisas, sabia que ignoravam completamente a arte de navegar. Dessa forma, tranquilizou seus companheiros, convencendo-os de que poderiam dormir sossegadamente, ainda aquela noite, na ilha, pois os gigantes não poderiam atravessar o mar para atacá-los.
Exaustos das aventuras passadas, dormiram profundamente.
Ao amanhecer, Ulisses escolheu doze companheiros, dos mais valentes, e disse aos outros:
— Amigos, esperem-nos aqui, enquanto vamos conhecer os ciclopes e os seus costumes. Não abandonem o navio, porque pode ser que tenhamos de voltar às carreiras e partir na mesma hora. Estejam, pois, vigilantes e com as mãos nos remos.
Tomaram o navio e remaram até a costa. Desembarcaram. Ulisses levava uma clava, e os outros levavam às costas um barril de vinho.
Atravessaram uma vereda ensombrada por lindos carvalhos, indo dar à boca de uma caverna. O cíclope trazia às costas o tronco de um enorme carvalho que, atirado ao solo, produziu um ruído semelhante ao do trovão. Atrás vinham as cabras e ovelhas, debicando a relva que bordeava o caminho. Foram-se ajuntando em frente à caverna, como se aguardassem ordem para entrar.
O cíclope tocou-as para dentro e, depois, fechou a entrada da caverna com um bloco de pedra tão grande que Ulisses e seus doze companheiros não conseguiriam movê-lo do lugar. Sentou-se numa saliência da caverna e ia ordenhando as cabras e ovelhas, que iam depois amamentar as suas crias. Feito isto, acendeu o fogo, que crepitou logo em chamas altas.
Ulisses e seus companheiros examinaram o cíclope à luz da fogueira.
Parecia o pico de uma montanha enorme. Seus cabelos anelados e embaraçados caíam-lhe sobre as espáduas largas. A sua testa era tomada, de uma orelha à outra, por uma pestana de cílios grandes e pretos, sob a qual brilhava um único olho, vermelho como brasa.
O fogo, iluminando a gruta, fez Polifemo, que era o nome do cíclope, perceber Ulisses e seus companheiros, que se colaram às paredes da caverna para não serem vistos.
Nesta parte, os gregos entram na caverna do ciclope Polifemo. O gigante fecha a entrada com uma enorme pedra, impedindo a saída dos visitantes. A situação se transforma em perigo, pois Polifemo revela sua violência contra os companheiros de Ulisses.
— Estrangeiros — disse-lhes Polifemo —, que desejam aqui?
A voz rouca e terrível desse monstro gelou o coração dos gregos.
Ulisses respondeu-lhe:
— Somos gregos e estamos há muitos anos longe de nossa pátria. Os ventos contrários lançaram-nos aqui. Dê-nos hospitalidade e comida.
— Onde deixaram o navio? — tornou a perguntar o cíclope.
— Netuno quebrou meu navio e os ventos dispersaram seus restos sobre as ondas inquietas do mar — respondeu-lhe Ulisses.
Sem dizer mais nada, o cíclope, com as mãos abertas, apanhou dois homens de uma vez. Atirou-os barbaramente ao chão, para quebrar-lhes a cabeça, e os foi comendo, ainda quentes, membro por membro.
Depois de tão farto jantar, bebeu um pote de leite e deitou-se para dormir num canto, entre as cabras.
Ulisses pensou em avançar com sua clava contra o cíclope. Lembrou-se, porém, de que seria inútil, desde que todos juntos não seriam capazes de mover a pedra que fechava a boca da caverna. Angustiados, passaram a noite na gruta de Polifemo.
No dia seguinte, mal raiou a madrugada, Polifemo levantou-se e, apanhando, da mesma maneira da véspera, dois outros companheiros de Ulisses, comeu-os calmamente. Arredou a pedra, soltou o rebanho e saiu, fechando novamente a entrada e deixando os pobres gregos prisioneiros.
Entretanto, Ulisses não desesperava. Não parava de pensar em como se havia de salvar. Aproveitou um galho de oliveira, que encontrou num canto da caverna, fez-lhe uma boa ponta e guardou-o com cuidado.
Como os companheiros continuassem aflitos, ele lhes disse:
— Vamos passar o nosso dia o melhor possível. Havemos de nos salvar.
Fizeram fogo, comeram queijo e assaram um cabrito novo, enquanto aguardavam a volta do cíclope.
Já as sombras da noite desciam sobre as serras, quando o cíclope entrou, tocando para dentro seu rebanho. Fez o que fizera no dia anterior. Depois, correndo os olhos sobre Ulisses e seus infelizes companheiros, apanhou mais dois moços e os comeu gostosamente.
Nessa hora, Ulisses encheu um vaso de vinho e ofereceu-o ao cíclope, dizendo-lhe:
— Beba, cíclope, essa bebida agradável.
Aqui entra o ponto principal da narrativa: Ulisses percebe que não conseguiria vencer Polifemo pela força. Então, cria um plano. Oferece vinho ao ciclope, diz que seu nome é “Ninguém” e prepara uma forma de cegá-lo para conseguir escapar.
A fuga da caverna
Polifemo bebeu de um trago o vinho e pediu a Ulisses:
— Dê-me mais dessa bebida e eu o recompensarei. Qual é o seu nome?
— Meu nome é Ninguém — respondeu Ulisses, dando-lhe mais vinho.
— Bem — respondeu o ciclope. — A recompensa que lhe prometi é a seguinte: eu o comerei por último.
Não tardou muito, e Polifemo, tonto, caiu ali mesmo, adormecendo profundamente.
Ulisses, sem perder tempo, enfiou na fogueira a ponta do galho que preparara cuidadosamente. Quando se tornou brasa, enfiou-a no único olho do cíclope. Apoiando o galho com toda força no seu corpo, Ulisses torceu-o dentro do olho, para esmagá-lo bem. As pestanas do monstro chiavam na órbita vazia, como água na qual se pôs um ferro quente.
Louco de dor e sentindo-se cego, Polifemo pôs-se a gritar de tal maneira que as montanhas estremeceram, como se tremessem de medo. Apalpando aqui, apalpando ali, como um desesperado, Polifemo procurava Ulisses na caverna. Não o encontrando, chamou os ciclopes vizinhos, com grandes uivos. Ao ouvi-los, vieram todos acudir-lhe.
— Quem o persegue, para lançar gritos tão aflitivos? — perguntavam-lhe, aglomerados à entrada da gruta.
Polifemo respondia-lhes:
— Ninguém! Ninguém!
— Pois, se ninguém o persegue, por que nos chama?
E, julgando que Polifemo estivesse sonâmbulo ou louco, retiraram-se para suas cavernas.
Gemendo sem parar, Polifemo esperou a madrugada. Enquanto isso, Ulisses preparava meios para escaparem.
Aproveitou umas correias de couro de cabra que encontrou num canto e amarrou com elas seus companheiros no ventre das ovelhas mais robustas.
Capítulo final
Quando a aurora anunciou aos animais a hora de saírem para o pasto, Polifemo arredou um pouco a pedra, de sorte que pudesse sair só um animal de cada vez. Sentou-se na abertura e apalpava cada animal para impedir que saíssem Ulisses e seus companheiros. Apanharam alguns carneirinhos e cabritos bem tenros e desceram em disparada pela vereda que conduzia ao mar. Tomaram o navio, levantaram as âncoras e partiram.
Polifemo percebera o ruído dos passos ligeiros de seus inimigos e logo o barulho das águas agitadas pelos remos. Cheio de cólera, arrancou o pico de uma montanha e arremessou-o ao mar, na direção do ruído das águas. A rocha quase atingiu a proa do navio fora da barra. Entretanto, o gigante, na sua fúria, atirou outro enorme bloco de pedra sobre o mar, e com tal violência que quase atingiu a popa do navio. Uma onda maior se levantou e empurrou o navio mais para o meio do mar.
Dando aos remos, os bravos marinheiros fizeram o barco ganhar distância, e a ilha dos gigantes de um olho só, em pouco tempo, perdeu-se no horizonte azul das águas do mar.
Argos era o nome do cão de Ulisses. Este, conta a Odisseia, depois de passar dez anos na Guerra de Troia, passou mais dez anos tentando regressar a casa. Mas os deuses estavam contra ele. Não o deixavam ver, de seu barco, a sua querida “terra-mãe”, a ilha que o viu nascer e crescer: Ítaca.
Calipso, uma ninfa, chegou mesmo a oferecer-lhe a imortalidade — e o seu coração — caso ele ficasse com ela na ilha de Ogígia. Porém, Ulisses recusou, pois a sua mente e a sua recordação permaneciam fiéis ao seu lar, ao seu palácio e à sua mulher. E, de fato, nada o demoveu de voltar, nem mesmo todos os obstáculos que os deuses criaram.
Mas, quando voltou, Ulisses soube que o seu palácio havia sido tomado por outros reis e príncipes, que desejavam a mão de sua mulher, Penélope, considerada viúva por todos.
No entanto, Penélope ia enganando a todos por meio de uma manta que tecia de dia e, à noite, desfazia. Só assim conseguia adiar o momento de ter de escolher um novo marido.
Ora, Ulisses resolveu passar-se por mendigo e testar quem, dentre aqueles que ocupavam vorazmente o seu palácio, merecia viver. Nenhum reconheceu Ulisses, e poucos deles se mostraram misericordiosos para com o mendigo, não lhe concedendo sequer a hospitalidade que era comumente dada a todo e qualquer viajante, e da qual eles mesmos gozavam havia muito tempo.
Ulisses enfureceu-se e, libertando-se do disfarce, deu morte a todos os que se mostravam indignos de terem títulos... ou de terem vida. E, embora poucos tenham sobrado para contar a história, correu o rumor por toda a ilha de Ítaca de que Ulisses tinha finalmente regressado da guerra.
Penélope foi a última a reconhecer o marido. Mas o primeiro foi Argos, o cão que Ulisses deixara ainda pequeno quando partira para Troia. Durante vinte anos, Argos esperou fielmente o regresso do seu dono.
Quando Ulisses lhe surgiu como mendigo, Argos não teve a menor dúvida de que estava diante de seu dono. Recebeu-o com notório reconhecimento e depois, deitando-se aos pés do seu dono, suspirou pela última vez.
Sem dúvida, Argos inspirou o pensamento de que o cão é o melhor amigo do homem.
O Labirinto e o Minotauro
Havia um labirinto na antiga Grécia, na ilha de Creta. Esse labirinto foi criado com o intuito de abrigar uma das feras do mundo antigo, chamada Minotauro: uma criatura que tinha corpo de homem, cabeça de touro e dentes de leão, os quais usava para devorar todos os que se aproximavam.
Conta-se que o rei de Atenas, Egeu, fez um acordo com o rei Minos para que este não invadisse sua amada cidade. De sete em sete anos, o rei Egeu deveria enviar à ilha de Creta sete rapazes e sete moças, para que a cidade de Atenas permanecesse intacta, pois a frota marítima de Minos era numerosa e terrível.
Mas aconteceu que Teseu, filho do rei, apresentou-se para embarcar junto às quatorze pessoas oferecidas em sacrifício, porém com o intuito de matar o Minotauro. O rei Egeu insistiu para que seu filho não embarcasse em tão desesperada missão, mas Teseu estava irredutível. Por fim, seu pai concordou com seus planos. Teseu fez a viagem até a ilha de Creta e conseguiu convencer o rei Minos a aceitar o acordo de libertar Atenas dessa obrigação, caso ele conseguisse matar o Minotauro.
Na noite anterior, Ariadne, filha de Minos, foi até o quarto de Teseu e lhe deu de presente um punhal e um carretel de fio de ouro, dizendo-lhe:
— Ainda que você tenha força para matar o monstro, precisará achar o caminho para fora do Labirinto. São tantas curvas e desvios escuros, tantas passagens falsas e vias sem saída, que nem mesmo meu pai conhece todos os segredos. Se está determinado a levar adiante esse plano, leve isto.
— Logo que entrar no Labirinto — ela disse —, amarre a ponta do fio numa pedra e segure com firmeza o carretel todo o tempo. Quando quiser sair, o fio será seu guia.
— Por que está fazendo isso? Estará em grande perigo, se seu pai descobrir.
— Sim — Ariadne respondeu lentamente —, mas, se eu nada fizer, você e seus amigos estarão em perigo ainda maior.
E Teseu descobriu que a amava.
Na manhã seguinte, Teseu foi levado ao labirinto. Tão logo os guardas o deixaram, atou a ponta do fio a uma pedra aguçada e se pôs a andar devagar, segurando firmemente o precioso carretel. Avançou pelo corredor mais largo, do qual saíam outros à esquerda e à direita, até chegar a uma parede. Voltou sobre seus passos e tentou outra passagem, e mais outra, parando a cada passo para tentar ouvir o monstro.
Atravessou muitas passagens escuras e tortuosas, voltando às vezes a lugares por onde já passara, mas adentrando cada vez mais o Labirinto. Finalmente, chegou a um salão cheio de pilhas de ossos. O monstro estava próximo.
Sentou-se, quieto, e ouviu ao longe um ruído abafado, como o eco de um rugido. Levantou-se e prestou atenção. O som estava mais perto e mais alto; não rouco como o bufar de um touro, mas um ruído mais estridente, mais fino. Teseu abaixou-se rapidamente e apanhou um punhado de terra do chão do Labirinto, empunhando com a outra mão o punhal.
| Parte da história | Acontecimento principal | O que aprendemos |
| Chegada à ilha | Ulisses e seus companheiros chegam à terra dos ciclopes | A curiosidade pode levar a descobertas, mas também a perigos |
| Entrada na caverna | Os gregos encontram Polifemo | Nem todo lugar desconhecido é seguro |
| Prisão dos marinheiros | Polifemo fecha a caverna com uma pedra enorme | A força do inimigo parecia maior que a dos heróis |
| Plano de Ulisses | Ulisses usa o vinho e o nome “Ninguém” | A inteligência pode vencer a força bruta |
| Fuga | Os companheiros escapam escondidos sob os animais | Estratégia, coragem e união ajudam a superar desafios |
Ulisses e Polifemo: quando a inteligência vence a força
Neste podcast, vamos conversar de forma simples e envolvente sobre a aventura de Ulisses na terra dos ciclopes. A história mostra como o herói grego enfrentou Polifemo, um gigante assustador, usando não apenas coragem, mas principalmente inteligência e estratégia.
Vídeo em apresentação de slides
Ulisses na Terra dos Ciclopes — uma aventura da mitologia grega
O vídeo em slides apresenta a história de Ulisses e Polifemo de forma visual, com imagens, pequenos textos explicativos e uma organização em partes para facilitar a compreensão dos alunos.
Atividade de interpretação
- Quem era Ulisses?
- Por que os marinheiros sentiram medo ao chegar à terra dos ciclopes?
- Quem era Polifemo?
- Por que Ulisses não atacou o ciclope logo no início?
- Qual foi a importância do nome “Ninguém” no plano de Ulisses?
- Como os companheiros conseguiram fugir da caverna?
- Em sua opinião, Ulisses venceu Polifemo pela força ou pela inteligência? Explique.
Atividade de produção textual
Imagine que você é um dos companheiros de Ulisses e conseguiu escapar da caverna de Polifemo. Escreva um pequeno relato contando:
como você se sentiu dentro da caverna;
qual foi o momento mais assustador;
como Ulisses ajudou o grupo;
o que você aprendeu com essa aventura.
Para pensar
A história de Ulisses e Polifemo mostra que nem sempre a força é a melhor solução. Em muitos momentos, pensar com calma, observar a situação e agir com inteligência pode ser o caminho para vencer grandes desafios.
Materiais para download
A aventura de Ulisses na terra dos ciclopes é uma narrativa cheia de tensão, medo, coragem e sabedoria. Ao enfrentar Polifemo, Ulisses mostra que o verdadeiro herói não é apenas aquele que tem força, mas aquele que sabe pensar, planejar e proteger seus companheiros.
Essa história aproxima os alunos da mitologia grega e permite trabalhar leitura, interpretação, oralidade, cultura e valores de forma envolvente.
Assinatura
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